abril 09, 2006

Alguns trabalhos de alunos 2004-2005

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Publicado por Helena Pinto às 04:47 PM

julho 03, 2005

Mercado do Livramento

Arquitectura Analítica - 1º ano
Trabalho de grupo
Eduardo Silva, Liliana Furtado, João Liberato

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painel

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Apontamentos da História do Mercado do Livramento
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Relativamente ao "novo" Mercado do Livramento
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Intervenções no Mercado do Livramento
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Anomalias
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Publicado por Helena Pinto às 02:54 PM

Quartel do Onze

Arquitectura Analítica - 1º ano
Trabalho de grupo
António Taia, Joaquim Danado, Manuel Araújo

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BALUARTE DA CONCEIÇÃO
O “Baluarte da Conceição” foi inicialmente denominado por Forte da Nossa Senhora da Conceição, mais tarde, dada à sua situação geográfica, passou a denominar-se “Baluarte do Cais” e finalmente Baluarte da Conceição.
Foi construído em meados do século XVIII. Existe uma inscrição entre o Escudo de armas e a coroa, por cima da Porta de Armas, em que refere que no ano de 1696, no Reinado de D. Pedro II, foi mandado fazer por ordem de Sua Majestade, ao Duque de Cadaval mordomo da Rainha Dona Maria Sofia, o pórtico, contendo as armas das Praças de Setúbal; Cascais e Peniche.
A primeira planta que se conhece, data do ano de 1855, mas é em 1883, que aparecem plantas rigorosas, à escala 1:500, cotadas e legendadas, onde se verifica que o “Baluarte da Conceição” em Setúbal, está mesmo encostado ao Rio Sado. Aliás, a praia confina mesmo com o Baluarte, quer do lado Sul, quer do lado Poente. Do lado Nascente, é contornado por um muro que se prolonga até ao cais situado mesmo junto à ponta Sul. Da separação do referido muro, com a muralha da fortaleza, resultava exactamente a chamada Rua do Cais. A parte Norte, onde se situava a entrada da fortaleza, ficava exactamente a “Alameda da Praia”.
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Estas plantas são já resultado de profundas alterações e reconstruções, motivadas essencialmente pelo terramoto de 1755, que afectou grandemente a cidade de Setúbal.
A fortaleza do Baluarte, está implantada em dois níveis. No primeiro nível, situava-se a Parada do Quartel. No segundo nível a Bateria de Defesa de Costa.
No ano de 1738, as condições do Baluarte, estavam bastante danificadas, e em 11 de Março desse ano, foi proposto à consideração da governação e do povo, que se fizessem várias “arrematações” de produtos, nomeadamente carne, para custear a recuperação das instalações, mas tal não veio a acontecer. As obras começaram em 1750.
A fortaleza dispunha inicialmente, para além das instalações para os militares, de uma prisão; de instalações onde funcionava o hospital militar; as latrinas e dois poços.
Em 1755, por ocasião do terramoto, o quartel ficou bastante danificado, bem como parte das muralhas, de tal forma que o regimento teve de abandonar o local.
Em 1761, as obras que se haviam iniciado em 1750, cujo o terramoto havia destruído, foram reiniciadas por ordem Régia, passando o Baluarte a ter o aspecto, que referem as plantas de 1883 e já atrás mencionadas.
Há que referir ainda, que a casa do Corpo da Guarda, foi construída também em 1761, na Praça do Sapal, hoje Praça do Bocage e a casa do Corpo dos Artilheiros, foi construída na mesma altura no Forte de Nossa Senhora do Livramento, onde hoje se situa o mercado.
O vértice Sul do Baluarte, contém um nicho em forma cilíndrica, de pedra liós com quatro pilastras encimadas por uma cúpula esférica, encontrando-se dentro desse nicho a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Por essa altura, todas as noites, a imagem era iluminada com lanternas, ainda hoje existentes, e festejada com arraiais, procissões e outras religiosidades.
O Quartel do Regimento de Setúbal, passou a denominar-se 7 de Infantaria até 1823, data em que saiu de Setúbal. O aquartelamento foi então ocupado pela “Infantaria 19” e outras se lhe seguiram.
O batalhão de voluntários, criado em 1828, teve o seu primeiro quartel, no Convento da Trindade, no Largo da Fonte Nova, mudando-se depois para o Baluarte.
O Quartel de Nossa Senhora da Conceição, foi na década de 30 do século XIX ocupado pelas milícias de Setúbal e Alcácer.
Em 1847, tropas do Porto ocuparam o Baluarte, para fazer frente ao Governo de Lisboa.
A partir de 1848 o Baluarte, passou a ser ocupado pelos Caçadores nº1.
Em 1933, foi feito um levantamento do Quartel, então já ocupado pela Infantaria nº11, à escala 1:200, em que é visível a muralha Sul/Nascente, que faz parte do bico Sul, já não dispor dos maciços característicos de apoio aos canhões.
Em 1987, é elaborado um projecto de alterações bastante significativo de algumas instalações, mas que nunca chegou a ser concretizado.

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Conclusão
O Forte de Nossa Senhora da Conceição, posteriormente denominado por “Baluarte da Conceição” e conhecido pela população de Setúbal, pelo “Quartel do 11”, é um marco da cidade. A cidade cresce, de Nascente para Poente e para Norte, a partir daqui!
Ele foi primeiramente, o Baluarte de defesa da terra, aos invasores vindos por via marítima.
O Baluarte da Conceição, faz como que o contra-ponto entre o povo (Fontainhas) e a Burguesia (Zona urbana). Condiciona mais tarde, o desenvolvimento da cidade para nascente. Ele foi um travão ao avanço da Avenida Luísa Todi. Ele é hoje o símbolo da cidade! Pelo seu imobilismo! Pela sua expectativa! E está à espera que lhe voltem a dar vida. Para bem da história, e do presente, mas essencialmente do futuro.

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Fotos
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Bibliografia
- ÍNDICE GERAL DO ARQUIVO DE “JOÃO DE ALMEIDA E CARVALHO”; Arquivo Distrital de Setúbal - Ministério da Cultura
- Elementos gráficos em arquivo na Direcção Geral de Arma de Engenharia

Agradecimentos
- Direcção de Arma de Engenharia
- Ministério do Exército
- Ministério de Defesa Nacional
- Arquivo Militar

Publicado por Helena Pinto às 01:07 PM

Paços do Concelho

Arquitectura Analítica - 1º ano
Trabalho de grupo
Ana Filipe Barros, Maria Inês, Ricardo Margarido, Tiago Pereira

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Edifício dos Paços do Concelho de Setúbal

«Grandes destinos lhe estão porventura reservados no porvir [à instituição municipal]; ao menos é dela que esperamos a regeneração do nosso país, quando de todo se rasgar o véu, já tão raro, das ilusões deste século.» Alexandre Herculano

Introdução
O presente trabalho de grupo para a disciplina de Arquitectura Analítica, tem como principal objectivo o estudo do edifício dos Paços do concelho de Setúbal, ou seja, a Câmara Municipal. Em primeiro lugar, localizaremos o edifício no mapa da cidade, fazendo referência à sua freguesia. Ao longo da apresentação, iremos narrar a sua longa e atribulada história, mostraremos algumas imagens, antigas e actuais, e ainda todo o projecto arquitectónico da sua última reconstrução, plantas, cortes e alçados. Temos, também, alguns desenhos feitos à mão da decoração interior. Estão anexadas neste portfólio fotografias da maqueta do edifício, feita à escala 1/100. Por fim, mostraremos ainda todo o projecto dos Paços do Concelho, que realizámos em três dimensões, com a preciosa ajuda informática.

Localização do edifício dos Paços do Concelho
-Setúbal
-Freguesia de São Julião
-Praça de Bocage
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Fig.1- Planta de localização do edifício

Historiografia dos Paços do Concelho de Setúbal

«A história faz-se com documentos [...]. Onde não há documentos não há história.» Langlois

Setúbal, esta terra situada na margem esquerda do rio Sado, tem desenvolvido ao longos dos séculos o culto pelos valores humanos e pela sua história, construída com sacrifícios mas também com muita coragem para os enfrentar, atravessando períodos de enormes desgastes físicos e materiais que foram moldando o carácter das suas gentes.
Com coragem e ousadia, os Setubalenses superaram os efeitos de grandes catástrofes, como vários terramotos e tempestades, tão violentos que ceifaram muitas vidas e destruíram as suas habitações e os seus haveres.
Dos acontecimentos trágicos, vamos destacar um que marcou uma época da história do País e que nesta cidade tomou aspectos de uma violência que ninguém esperava que acontecesse entre gentes tão pacíficas – a implantação da República. Foi protagonista da tragédia o edifício dos Paços do Concelho e os serviços que nele tinham casa.
Assim, e porque merece a nossa atenção, iremos percorrer os caminhos da história da vida dos Paços Municipais (como se lhes chamavam no século XVI) desde 1526 até aos nossos dias.
No século XV o «Paço» que o concelho mandara fazer, para vereação e audiências, situava-se na Praça do Castelo ou da Ribeira e era propriedade da Ordem de Santiago.
Com o culminar do desenvolvimento de que foi alvo a Praça do Sapal, hoje conhecida como Praça de Bocage, nos anos de quatrocentos, surgiu a ideia de nela se construir o edifício destinado aos novos Paços Municipais e organismos anexos de administração, como o Paço do Trigo, a Cadeia e os Açougues. A ordem para a concretização deste projecto partiu do rei D. João III em 1525, ano em que concedeu a esta vila o título de «Notável».
A construção dos Paços Municipais teve início em 1526; o edifício era composto por várias dependências ou serviços:
-Paço do Trigo;
-Casa dos Direitos Reais (destinada à repartição dos Direitos);
-Casa das Audiências;
-Casa anexa à da Câmara;
-Casa dos Legumes;
-Casa da Câmara;
-Casa da Cadeia.
Em 1531 sentiu-se em todo o país um terrível terramoto que para além das graves consequências que teve, foi ainda responsável pelo atraso das obras; as mesmas terminaram finalmente em 1533.
Em 1680, a Terra tremeu novamente, não havendo, contudo, efeitos relevantes. A vez das grandes cheias que sucederam as chuvas torrenciais aconteceu em 1702. Houve, em 1709, algumas obras de restauro, mas muito elementares.
Com o decorrer dos anos o edifício ficou bastante degradado, não só devido às catástrofes naturais, mas também à acção do tempo. Era, assim, urgente que se procedesse à sua reconstrução. Em 1722, e provavelmente devido à falta de verbas, o povo setubalense ofereceu-se para contribuir para a tão desejada reforma dos Paços do Concelho. Essa reforma durou até 1724.
A varanda do edifício só foi mandada construir em 1733, por D. João V.
Em 1755, o País foi, mais uma vez, vítima de um terrível terramoto. O edifício da Câmara ficou muito arruinado. O Arquivo Municipal passou a ter lugar no Convento de Brancanes.
De novo, em 1858, um terramoto atingiu o edifício dos Paços do Concelho, que ficou quase todo destruído.
Quinze anos depois, em 1873, foram feitas obras de ampliação, quando ocupava o cargo de presidente da Câmara o Dr. Rodrigues Manitto. Então, ficaram a funcionar neste edifício, além da Câmara Municipal, o Tribunal, a Recebedoria e a Administração e Repartição de Fazenda. Durante trinta e sete anos o edifício manteve-se em clima de paz e tranquilidade.
Porém, na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910, a Câmara e os documentos e as obras de arte que albergava foram consumidos pelas chamas de um trágico incêndio, consequente do clima político-social que se vivia no país – implantação da República.
A sede dos serviços municipais mudou-se para as instalações do Liceu Bocage após o incêndio, onde permaneceu até ao fim das obras de reconstrução do edifício.
Entretanto, já tinham passado sete anos e os Paços do Concelho ainda continuavam em ruínas. Um periódico aproveita para endereçar ao arquitecto alguns conselhos para que o edifício fique mais funcional nos seus vários serviços e a sua estrutura mais sólida e as linhas mais harmoniosas.
Passados catorze anos do incêndio, em 1924 o «Setubalense» publica alguns artigos sobre a reconstrução da Câmara.
Em 1927, o arquitecto Raul Lino é solicitado pela Câmara Municipal para avaliar o estado em que se encontrava o edifício. Foi-lhe, então, entregue o projecto da reconstrução. Do projecto faziam parte plantas, alçados e cortes à escala 1/100, pormenores de cantaria à escala 1/10, pormenores de carpintaria à escala 1/20, principais perfis no tamanho natural, alguns cálculos e uma memória descritiva que explicasse os acabamentos.
Entre 1928 e 1932 decorreram as obras de demolição de algumas casas e prédios dos quais era preciso o espaço, já que o edifício iria ser, mais uma vez, ampliado, e algumas negociações sobre o financiamento do projecto, já que existiam dificuldades financeiras.
Em 1933, iniciaram-se as tão esperadas obras de reconstrução da Câmara.
No que respeita a ampliações, a fachada ficou com sete arcos, mais um do que antes do incêndio, e com mais duas janelas, uma de cada lado, ficando com sete em vez de cinco.
No final do ano de 1938 (vinte e oito anos depois da tragédia!) deram-se por concluídas as obras de Reconstrução dos Paços do Concelho. Terminadas as obras, houve depois que mobilar todas as salas e transferir os serviços do Liceu de Bocage para a sua legítima sede, construída de raíz. Fausto de Albuquerque foi quem ficou encarregue de fazer todos os desenhos do mobiliário e tudo o mais que fosse necessário para o edifício.
A primeira reunião da Comissão Administrativa no novo edifício decorreu no dia 10 de Agosto de 1939.
Até aos nossos dias, o edifício não sofreu alterações estruturais, apresentando ainda as mesmas características de há quase setenta anos atrás.

Fotografias do Edifício
Fotografias exteriores antigas
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Fig.2- Após o incêndio de 1910
A- Cinco janelas;
B- Simetria de duas janelas para os lados a partir da janela do meio;
C- Seis arcadas.

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Fig.3- Início da montagem do Estaleiro, 1910

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Fig. 4- Paços do Concelho depois das obras de recuperação (1933-1938)
Nota: Nesta fotografia é possível verificar que foi adicionada uma janela de cada lado;

Fotografias exteriores actuais

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Fig.5- fachada principal; Fig.6- Varanda e frente do piso 1

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Fig.7- Vista lateral esquerda; Fig.8- Vista lateral direita

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Fig.9- Vista posterior; Fig.10- arcada principal em perspectiva

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Fig.11- Abóbadas de berço; Fig.12- Abóbadas em perspectiva

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Fig..13- Porta principal

Desenhos Rigorosos (Plantas, Cortes, Alçados)

Distribuição da Planta do Rés-do-Chão
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Distribuição da Planta do Piso 1
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Breve referência histórica
e projecto do mobiliário e adereços decorativos

Referência histórica aos materiais de construção e pormenores decorativos

Seguidamente, iremos descrever alguns dos materiais que foram utilizados no interior do edifício durante a sua reconstrução. A fonte de onde recolhemos estas informações é uma carta endereçada aos responsáveis pela obra.

«Os vigamentos são de madeira de pinho nacional, e os suportes são de ferro e cimento.

Os pavimentos do átrio da entrada, da escada principal e das laterais, do átrio do primeiro andar e das quatro passagens que enquadram a escadaria, são de lajedo de liozes ou de mármore. Os pavimentos dos arquivos, das casas fortes, do saguão e dos quintais são de ladrilho hidráulico nacional.

Os corredores do rés-do-chão, dos lavabos e das retretes são, em ambos os andares, de ladrilho cerâmico nacional vermelho. O mesmo material é utilizado nos postos dos bombeiros e da guarda republucana.
Todas as outras divisões, com excepção das oficinas, são assoalhadas à inglesa com pinho nacional.
A sala de honra e a sala das sessões, tal como alguns gabinetes, têm pormenores de algumas madeiras exóticas, como a sicupira.
As cantarias da entrada, escadaria principal e átrio do primeiro andar, incluindo portas, à excepção do vão central do salão de honra, que será cantaria de mármore da Arrábida polido, são de pedra liozes brunida.
A cobertura do edifício é de madeira de pinho nacional da melhor qualidade. A telha é de imitação da telha antiga, com beiral à portuguesa.
A madeira a empregar na caixilharia envidraçada, nas portas interiores e nas janelas é casquinha. As duas portas exteriores e as seis interiores que dão para o átrio principal, as cinco do salão de honra que dão para o átrio da escada são de madeira exótica, como sicupira ou macacaúba.
A clarabóia do tecto da escada é feita de casquinha para pintar, do mesmo modo que nas vigas e nos barrotes. O corrimão das escadas é, também, feito em madeira exótica.
As escadas secundárias são construídas, mais uma vez, em madeira de pinho nacional, tal como o correspondente corrimão.
As paredes interiores são acabadas em reboco alisado, levando uma aguada de cor clara. As paredes exteriores são pintadas com a cor de marfim e levam um forro de azulejo branco.
Todos os aparelhos sanitários existentes na Câmara são da melhor qualidade, e as canalizações seguem os mais rigorosos preceitos modernos.
O mobiliário todo do edifício está avaliado em 221.000$00.»

Fotografias do Interior do Edifício e Decoração

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Fig.14 e Fig.15- Salão de Sessões

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Fig.16- Salão de Sessões; Fig.17- Arcadas do Piso 1

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Fig.18- Clarabóia; Fig.19- Escadaria do Átrio da entrada

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Fig.20- Pormenor do candeeiro; Fig.21- Pormenor do pé do candeeiro da escadaria principal

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Fig.22- Candeeiro do Salão de Sessões; Fig.23- Exemplo de candeeiro dos corredores secundários

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Fig.24- Saguão

Desenhos Rigorosos da Decoração Interior
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Fotografias da Maqueta
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Imagens da Maqueta em 3D
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Geral

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Vista da Varanda; Perspectiva do Átrio; Átrio

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Alçado posterior em perspectiva; Arcada Principal em perspectiva; Fachada lateral esquerda

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Piso 0

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Piso 1

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Sótão

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Circuito dos filmes feitos em 3D (anexados no CD)

Bibliografia
Fotografias antigas de Américo Ribeiro, retiradas do livro «Um Tesouro Guardado» - Setúbal d’Outros Tempos;
Desenhos da Reconstrução dos Paços do Concelho datados de 1933, cedidos pela Câmara Municipal;
Desenhos do Mobiliário e Decoração, cedidos pela Câmara Municipal;
«Monografia da Freguesia de São Julião», de Maria da Conceição Quintas;

Publicado por Helena Pinto às 10:47 AM

Hospital do Outão

Arquitectura Analítica - 1º ano
Trabalho de grupo
Joana Capote, Sandra Forno

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Publicado por Helena Pinto às 09:32 AM

Igreja do Senhor dos Mártires em Alcácer do Sal

Arquitectura Analítica - 1º ano
Trabalho de grupo
Bárbara Varela, Carla Silva, Nuno Lopes, Rosário Branco

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Publicado por Helena Pinto às 08:53 AM