abril 26, 2005
MATÉRIA E MEMÓRIA

Conferência
PEDRO PACHECO (Arqº.)
27 Abril 2005 (4ªFeira)
11:00 horas
Auditório Nobre da Universidade Moderna de Setúbal
Biografia
Pedro Pacheco
Braga, Portugal, 1965. Vive e trabalha em Lisboa.
Licenciado em Arquitectura pela FAUP - Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em 1991.
Estagia no atelier de Josep Llinás em Barcelona, Espanha, entre 1990-91, tendo como orientador de estágio Eduardo Souto Moura. Colabora com o Prof. Arq. Fernando Távora no Porto entre 1992-1996.
Forma atelier com José Adrião, em Lisboa, entre 1996 e 2005 e tem atelier próprio, em Lisboa, desde 2004.
Trabalha em co-autoria com Marie Clément desde 1998 nos projectos para aldeia da Luz e Estrela.
É professor auxiliar convidado de Projecto na FAUTL (Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa)
Desenvolve em co-autoria com José Adrião os seguintes projectos: Concurso de ideias para o Terreiro do Paço, Lisboa (1º Lugar, 2º Prémio, 1992); Concurso para a montagem da IIª Trienal de Arquitectura de Sintra (1º Prémio 1993); Concurso para edifício cultural no recinto do Palácio de Cristal (2º Lugar, 3º Prémio, 1994); Projecto de Reordenamento do Terreiro do Paço, Lisboa, 1997; Projecto Provisório de Pavimentação e Mobiliário Urbano do Terreiro do Paço, Lisboa, 1997 (construído). Europan 5, Chelas, Lisboa (1º Prémio, 1999); Projecto para o Centro Ecológico do Monte de S. Brás, Matosinhos (2000); Praça Municipal de Loures e Espaços adjacentes, (1º Prémio, 2002)
Na sequência do Concurso Internacional para a elaboração do Plano de Pormenor da Nova Aldeia da Luz (3º Prémio, 1996), desenvolve com Marie Clément, os seguintes Projectos: Reconstrução da Igreja da N. S. da Luz, Cemitérios das aldeias da Luz e da Estrela e Museu da aldeia da Luz, 1999-2003 (construídos) e a Reserva Etnográfica do Monte dos Pássaros (projecto em curso).
Igreja e Cemitério - Aldeia da Luz
Museu - Aldeia da Luz
Publicado por Helena Pinto às 09:17 PM
Visita a Óbidos
29 de Abril de 2005 (sexta-feira)
Docentes: Arqº Carlos Perry, Arqº Paisagista João Barão da Cunha
Programa
07.30h Partida de Setúbal (Bonfim)
09.00h Paragem na área de serviço de Loures
10.15h Visita ao Nadadouro (local de trabalho)
11.30h Visita ao Museu Malhoa, nas Caldas da Rainha
13.00h Almoço na Foz do Arelho
14.30h Visita às ruínas romanas de Eburobrittium
16.00h Visita a Óbidos
18.00h Partida para Setúbal
20.00h Chegada a Setúbal (Bonfim)
Inscrições na Associação de Estudantes
Publicado por Helena Pinto às 08:23 PM
abril 23, 2005
Biblioteca de Arquitectura
Universidade Moderna de Setúbal
por autor
Publicado por Helena Pinto às 10:21 PM
abril 21, 2005
Novas aquisições para a biblioteca
Publicado por Helena Pinto às 07:52 PM
abril 20, 2005
ENCONTROS DA MODERNA
Uma visão interdisciplinar
(económica, espacial, jurídica e sociológica)
1º ENCONTRO
Tema: Criminalidade
19 Abril 2005, 19-21 horas
21 Abril 2005, 10-12 horas
Auditório Nobre
Fraudes contabilísticas, ética empresarial e teoria da empresa: o caso Enron
Professor Joâo Aldeia
Texto da comunicação
Os Comportamentos Marginais e a Organização do Território
Professor Doutor Arquitecto Luís Afonso
Das utopias à sociedade contemporânea. O desenvolvimento do espaço urbano. O lugar, o não-lugar; o espaço, o anti-espaço.
Mestre Arquitecto Miguel Santiago
Texto da comunicação
Os Novos Fenómenos da Criminalidade
Mestre Nuno Castro Luís
Marginalidade Total
Professor José Cabrita e Mestre Luís Sebastião
(Departamento ISA - a investigação científica na complexidade social)
Publicado por Helena Pinto às 11:06 PM
abril 18, 2005
PATRIMÓNIO GEOLÓGICO
divulgação da geologia em meio urbano
Engº Sá Caetano
20 ABRIL 2005
10.00h
Auditório Nobre da Universidade Moderna de Setúbal
Publicado por Helena Pinto às 11:39 PM
abril 15, 2005
Projecto 2 - Exercício final
Ano lectivo 2004-2005
Biénio 2003-2005

O TRABALHO
O trabalho será desenvolvido em duas fases distintas, uma a ser desenvolvida em grupo, outra individualmente.
1ª fase:
Trata-se de uma fase de observação e análise, com o objectivo de ajudar a criar um conhecimento mais pormenorizado do local a intervir. Nesta fase a turma organizará diferentes grupos de trabalho, para abordar de forma detalhada o local, de acordo com diferentes perspectivas
Observação detalhada do local por diferentes grupos de trabalho:
• Observação sobre o ponto de vista Histórico
• Observação sobre o ponto de vista Morfológico.
• Levantamento Arquitectónico e Urbanístico
• Levantamento Fotográfico e Cromático e do estado de conservação
• Maqueta de trabalho na escala 1:200
O trabalho entretanto realizado deverá ser entregue de acordo com a calendarização definida em suporte rígido de formato A1 ao alto, e outros suportes adequados á correcta comunicação dos diferentes temas.
Serão feitas apresentações perante a turma, dos diferentes grupos, de acordo com a calendarização definida.
2ª Fase:
Trata-se de uma fase de desenvolvimento de uma proposta arquitectónica individual do programa definido. O projecto a desenvolver deve ter em conta a fase de observação anterior, nomeadamente, quanto ao seu enquadramento histórico, urbano e morfológico.
1ª tarefa
O Trabalho a desenvolver até à fase de programa base, nas diferentes escalas adequadas aos elementos a apresentar, até à escala 1:200 ou inferior, de acordo com a proposta apresentada.
Esta tarefa deve contemplar uma solução global, tanto das escolas, como do auditório. Deverá ser tido em conta o objectivo de encontrar uma solução global, que no caso do jardim poderá vir a ter um desenvolvimento por parte da disciplina de paisagismo.
2ª tarefa
Nesta fase deverão ser desenvolvidas soluções contemplando as soluções encontradas nas fases anteriores, agora até à fase de anteprojecto ou projecto base, nas diferentes escalas adequadas aos elementos a apresentar, até à escala 1:100 ou superior, de acordo a proposta apresentada.
O trabalho entretanto realizado, quer na primeira como na segunda tarefa, deverá ser entregue de acordo com a calendarização definida em formatos normalizados e dobrados em caixa de formato A4 juntamente com uma maqueta à escala. Recomenda-se ainda elementos desenhados em suporte rígido de formato A1 ao alto para apresentação à turma.
PROGRAMA:
Decorrente da recente mudança na política do governo para a cultura, a Câmara Municipal de Setúbal e o Ministério da Cultura, convidam a apresentar um projecto ao nível do programa base para uma infra-estrutura de apoio social e cultural no âmbito das escolas de música e grupos corais, que possa funcionar como um centro agregador e animador de diferentes companhias, ensembles e escolas de música existentes na cidade, como o Conservatório Regional de Setúbal.
Foi entendimento da Câmara Municipal de Setúbal que este Centro Musical (ainda sem nome) poderia simultaneamente funcionar como forma de revitalizar bairros históricos da cidade, tanto pela reutilização de edifícios existentes a serem reabilitados, pela sua correcta integração arquitectónica no tecido urbano, como pelo impacto social gerado pela coexistência de diferentes grupos e interesses diversificados no mesmo espaço físico.
A intervenção a realizar deverá possibilitar a existência de duas áreas diferentes:
Pequeno Auditório, com cerca de 350 lugares, loja especializada de apoio e bar – Café, de convívio. Trata-se de um auditório comum às diferentes escolas, que se prevê sejam os utilizadores privilegiados, mas independente destas em termos funcionais, possibilitando a sua utilização por outras entidades, como escolas, associações, ou outras.
Escolas de música, Nesta fase prevê-se a existência de apenas três escolas de música, sendo que a principal quer em termos dimensionais como organizacionais será o Conservatório Regional de Setúbal. As outras escolas que se prevêem poder aderir a esta iniciativa são o grupo folclórico e filarmónico As Rapariguinhas do Sado e o grupo percussionista Tambores & Baixos (Drum and Bass).
Funcionalmente serão estabelecidos protocolos entre a CMS e cada uma das entidades, sendo que administrativamente o espaço se encontrará dedicado (concessionado) ao Conservatório Regional de Setúbal, que terá a seu cargo a manutenção e os espaços comuns, funcionando as duas outras escolas como inquilinos – parceiros, que acabam por complementar as omissões musicais agora existentes no Conservatório.
Como contrapartida para esta infra-estrutura as escolas deverão ter programas para acção social, como integração de populações problemáticas, a serem submetidas à apreciação da CMS, como por exemplo:
• Música para Idosos
• Vagas com bolsas para carenciados
• Música para etnologias diferenciadas – Leste e Africa.
Localização:
A localização encontrada para a realização deste equipamento é a Praça do Quebedo e o Jardim Palhais.
Foi intenção dos promotores não condicionar formalmente as propostas, dando a possibilidade de serem os autores dos projectos a definir, dentro das áreas disponíveis, onde é que se vai intervir, bem como a extensão dessa intervenção. (ver figura)
Planta sem escala da área de intervenção: Cinza – área construída disponível; Tracejado denso - área livre disponível; Tracejado aberto área contigua a reabilitar – (possibilidade fundamentada de intervenção)
O programa funcional
O programa funcional agora apresentado é meramente indicativo, e resulta de uma tentativa de passagem para um quadro de áreas de um conjunto de funcionalidades que se presume deverem ser contempladas. No entanto é possível encontrar quer características funcionais como de organização interna, que ajudem a conformar as opções de projecto. Assim temos:
Geral
• Deverão ser considerados sempre espaços mínimos, mas tendo em atenção as respectivas funções, bem como a coerência das propostas.
• A sobreposição funcional e interligação de espaços, sempre que possível, e a versatilidade, são conceitos e premissas a valorizar, pois possibilitam uma melhor utilização e gestão dos espaços quando em funcionamento
Auditório
• Deverá ser tida em atenção a necessidade de funcionamento autónomo do auditório
• Deve ter capacidade para 350 pessoas
• Deve contemplar a possibilidade de ter um bar – café associado, para utilização dos alunos e professores das escolas.
• Deve contemplar ainda a possibilidade de ter uma loja (biblioteca e informática) especializada, quer na venda de literatura e informação em diferentes suportes, como de instrumentos musicais.
Escolas
• As diferentes salas devem ter especial atenção à acústica, sobretudo no que diz respeito ao isolamento acústico.
• Os espaços administrativos serão comuns às diferentes escolas.

Será entregue uma caracterização para os diferentes tipos de espaços, em data oportuna.
Nota – tanto as salas como as suas áreas são apenas indicativas
Calendarização – Momentos de avaliação:
Inicio dos trabalhos (1ª Fase)- Sexta-feira 1 de Abril de 2005
Entrega e apresentação dos trabalhos de grupo (1ª Fase)- Quinta-feira 15 de Abril 2005
Inicio dos trabalhos individuais (2ª Fase)- Quinta-feira 15 de Abril de 2005
Entrega dos trabalhos individuais (2ª Fase)- Sexta-feira 17 de Junho de 2005
Avaliações finais, Apresentação dos trabalhos- de 20 Junho a 7 de Julho 2005
Objectivos do trabalho
São objectivos do trabalho propiciar uma oportunidade de rever os temas do biénio, quer nos primeiros momentos do projecto, com as questões conceptuais, da localização, e formalização de conceitos e ideias, quer nos aspectos subsequentes de caracterização dos elementos do projecto bem como das opções construtivas, agora acrescidas de uma maior complexidade no programa a resolver.
Setúbal, 30 de Março de 2005
Arq. Sérgio Spencer
Arq. Miguel Berger
Publicado por Helena Pinto às 12:18 AM
abril 14, 2005
Viagem a Madrid
inscrições definitivas até 14 de Abril
23 a 27 de Abril 2005
Programa preliminar
Dia 1 (sábado)
Partida de manhã
Viagem Setúbal - Castelo Branco (265 km)
Almoço, passeio pelo centro
Viagem Castelo Branco – Salamanca (250 km)
Jantar e dormida em Salamanca
Dia 2 (domingo)
Visitas em Salamanca
Viagem Salamanca – Madrid (205 km)
Jantar e dormida em Madrid
Dia 3 (segunda-feira)
Visitas em Madrid
Dormida em Madrid
Dia 4 (terça-feira)
Visitas em Madrid
Dormida em Madrid
Dia 5 (quarta-feira)
Viagem Madrid – Cáceres (300 km)
Visitas em Cáceres
Viagem Cáceres – Setúbal (320 Km)

Publicado por Helena Pinto às 04:44 PM
abril 12, 2005
Visita de Estudo a Óbidos
29 de Abril de 2005 (sexta-feira)
Docentes: Arqº Carlos Perry, Arqº Paisagista João Barão da Cunha
Programa
07.30h Partida de Setúbal (Bonfim)
09.00h Paragem na área de serviço de Loures
10.15h Visita ao Nadadouro (local de trabalho)
11.30h Visita ao Museu Malhoa, nas Caldas da Rainha
13.00h Almoço na Foz do Arelho
14.30h Visita às ruínas romanas de Eburobrittium
16.00h Visita a Óbidos
18.00h Partida para Setúbal
20.00h Chegada a Setúbal (Bonfim)
Inscrições na Associação de Estudantes
Publicado por pTd às 11:55 PM
PROJECTO 2 - programa 2004-2005
disciplina anual (12 Horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Mestre Arq.º José Sérgio F. Spencer (regente)
Mestre Arq.º Miguel Berger
Objectivos gerais
A disciplina de Projecto II estabelece a continuidade de um biénio, ciclo de dois anos lectivos onde se pode experimentar os diferentes tempos de reflexão, e diferentes níveis de definição que caracterizam os projectos de arquitectura, com objectivos e métodos autónomos.
O primeiro ano do biénio centra os exercícios e métodos complementares nos aspectos criativos de desenvolvimento das ideias, como processo determinante na conformação e caracterização espacial, e a sua passagem para o projecto, ao nível do estudo prévio.
O segundo ano do biénio centra os exercícios e métodos complementares no desenvolvimento subsequente do projecto, na integração dos processos construtivos, e na sua evolução para fases de execução, como processo criativo contínuo de adjectivação e caracterização dos projectos.
Programa
O programa do ano procura estabelecer uma estrutura de suporte para a consolidação dos conhecimentos adquiridos no ano transacto, nomeadamente no que diz respeito ao entendimento do objecto Arquitectónico, do espaço, da sua organização e dos métodos de representação. Pretende-se que o aluno adquira e desenvolva os processos apropriados de trabalho que enquadrem a prática específica do projecto em arquitectura, no seu desenvolvimento para escalas de maior definição e complexidade tecnológica e construtiva.
Exercícios
Enquadrando-se no definindo para os objectivos gerais do ano, os exercícios propostos procuram desenvolver as capacidades de observação e análise dos alunos, que permitam o entendimento do sitio, do seu contexto na cidade, e da forma como as suas intervenções arquitectónicas estabelecem a transformação critica de um lugar.
Após a abordagem inicial da cidade, das matérias construtivas e dos conceitos bases da arquitectura, propõe-se um desenvolvimento mais sistemático dos processos construtivos. Proceder-se-á assim ao desenvolvimento das características racionalistas da arquitectura, recorrendo à pormenorização como valor acrescentado do projecto, e num segundo desenvolvimento aos estudos urbanos da cidade de Setúbal.
Serão desenvolvidos três (3) exercícios que de forma complementar procurarão desenvolver os objectivos referidos:
1º Exercício – (exercício de grupo de curta duração)
Será um exercício a ser executado em grupos de 4 alunos. O trabalho consiste numa proposta de apresentação para um dos projectos desenvolvidos no ano transacto pelos elementos do grupo. Pretende-se que este exercício lance um debate crítico sobre a compreensão do objecto arquitectónico, sobre os seus significados e formas de representação.
2º Exercício
Exercício individual de desenvolvimento do último exercício do ano anterior, com a conclusão em escalas pormenorizadas que permitam uma melhor definição dos espaços e ambiências – garantindo assim continuidade à matéria dada. Desenvolve-se em três fases distintas: Revisão do programa funcional e espacial; Caracterização do espaço; Definição dos sistemas construtivos.
3º Exercício
Estudo urbano da cidade, através da arquitectura, segundo a matéria ministrada, de Composição Urbana, Traçado e Construção. Com um tema pré-estabelecido deverá ter um carácter de construção colectiva – equipamento – que inter-relacionará as escalas urbanas da cidade e da arquitectura. Desenvolve-se em três fases distintas: Análise da morfologia urbana; Proposta de inserção urbana e paisagística; Arquitectura.
Aulas
Os exercícios serão acompanhados por aulas de acompanhamento e esclarecimento aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, intercaladas por aulas de exposição de matéria teórica base.
Avaliação
A avaliação será continua, efectuada através do acompanhamento dos trabalhos e implementando o sistema de apresentações orais em fases intermédias e finais.
Interdisciplinaridade
Teoria e Historia da Arq. – como memória da cultura arquitectónica.
Tecnologia – como suporte das opções construtivas utilizadas nos diferentes exercícios.
Paisagismo – em apoio de projecto na área da sua integração com o meio ambiente.
Bibliografia geral
Calvino, Italo - Seis Propostas para o Próximo Milénio, 1990. Teorema, ed.
Frampton, Kenneth – Introdução ao Estudo da Cultura Tectónica, 1995. Cadernos de arquitectura, Associação dos Arquitectos Portugueses, ed.
Hall, Edward T. - A Dimensão Oculta, 1966. Relógio d’água, ed.
Norberg-Schulz, Christian – Genius Loci, 1979. Electa, ed.
Rasmussen, Steen Eiler – Arquitectura Vivenciada, 1986 (ed. Brasileira). Martins Fontes, ed.
Lynch, Kevin – A imagem da Cidade, 1960. Edições 70, ed.
Alexander, Christopher – El Modo Intemporal de Construir. Gustavo Gili, ed.
Publicado por Helena Pinto às 09:43 AM
ESTRUTURAS 1 - programa
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Eng.º João Guterres
Objectivos Gerais
Explicação do funcionamento estrutural.
Exposição e análise do comportamento das estruturas.
Introdução à regulamentação.
Caracterização dos solos de fundação e sua adequabilidade às diferentes soluções estruturais
Conteúdos Programáticos
Apresentação de modelos estruturais. Modelos analógicos.
Análise do funcionamento de estruturas. Tipificação de sistemas estruturais resistentes: asnas, cabos, arcos, vigas, pórticos e cascas. Introdução ao cálculo.
Arco parabólico. Análise de comportamento e utilização em arquitectura.
Observação de estruturas complexas e interpretação da sua resistência e pontos de fragilidade: detecção de mecanismos.
Aspectos fundamentais dos Regulamentos de Segurança e Acções, Betão Armado e Pré-Esforçado, de Fabricação de Cimento Portland Normal, Estruturas Metálicas, de Madeira e de Alvenaria.
Encaminhamento de acções desde o ponto de aplicação até às fundações. Fundações directas e indirectas em edifícios. Estruturas de suporte e de contenção.
Caracterização dos solos. Ensaios de laboratório e no terreno. Determinação dos parâmetros de resistência.
Estratégia
Observação na cidade dos vários tipos de estruturas, sua caracterização e funcionamento.
Relacionamento das soluções estruturais com as épocas de construção e os materiais aplicados.
Avaliação
Apresentação dos trabalhos de observação de estruturas.
Construção de um modelo reduzido para ensaio de resistência.
Outros trabalhos práticos relacionados com o desempenho de estruturas observadas.
Frequências e exames
Bibliografia
Eduardo Toroja - Razon y ser de los tipos estruturales. Ed. Instituto Eduardo Toroja - Madrid
Tabelas Técnicas - ed. Instituto Superior Técnico
Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes
Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado
Publicado por Helena Pinto às 09:22 AM
abril 10, 2005
DESENHO 1 - programa 2004-2005
disciplina anual (6 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Prof. Arq.ª Ana Leonor Tomás
Desenhar é parte integrante desse estranho compromisso emocional, intelectual e espiritual que mantemos com esta enorme bola colada aos nossos pés...
Objectivos Gerais
Aprender a ver pelo Desenho
Entender o Desenho como forma de pensar
Conhecer a Gramática do Desenho, explorar e interpretar as potencialidades dos elementos básicos da linguagem visual
Conteúdos Programáticos
A Gramática do Desenho: Ponto/ Linha/ Plano (mancha)
Características Gráficas
Potencialidades expressivas
Exploração e adequação de utensílios e suportes
Determinantes da qualidade dos elementos gráficos
Desenho de contorno/ Desenho gestual
Estudo da Forma
O objecto à escala da mão como sujeito susceptível de um conhecimento mais profundo
Reconhecer e registar características das formas
A selecção e a decisão inerentes ao processo de registo
Exploração de grafismos e adequação à sua finalidade
O campo visual
Forma/ Plano/ Volume (Objectos à escala da mão/ figura humana)
Espaço positivo/ negativo
Forma como plano e volume
Qualidades estruturais
Massa/ características lineares
Valor/ características espaciais/ construção de escalas de valores
Tramas lineares/ mancha
Usos expressivos do valor
Texturas/ categorias de texturas
Composição
Posição relativa no espaço
Relações de escala e proporção
O espaço no plano do Desenho
Material de Base
Folhas A3 papel de máquina 80 mg
Grafites ( minas brandas), marcadores, canetas de aparo, pincéis
Bloco A5- Diário Gráfico
Elementos para avaliação
Processo de avaliação contínua (regime presencial)
Selecção pontual (composição de portfolio) dos exercícios realizados ao longo do ano
Diário Gráfico (Avaliação mensal)
Trabalhos finais (Semestre e final de ano lectivo)
Bibliografia Básica
COLLIER, Graham, Form, Space and Vision, an introduction to drawing and design, Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey 1985.
KANDINSKY, Wassily, Point, Ligne, Plan, Denoel / Gonthier, Paris, 1970.
RUSKIN, John, The Elements of Drawing, The Herbert Press, London, 1991.
SAUSMAREZ, Maurice de, Desenho Básico - As Dinâmicas da Forma Visual, Editorial Presença, Lisboa.
MUNARI, Bruno, Comunicação Visual, Editorial Presença, Lisboa.
GEORGE, Frederico, Ver pelo Desenho, Lisboa, CML, 1993
NICOLAÏDES, Simon, The Natural Way to Draw - A Working Plan for Art Study, Houghton Mifflin Companny, Boston
SPARKE, Penny, Diseño: Historia en Imagenes, Madrid, Hermann Blume, 1986.
ITTEN, Johannes, Design and Form, Van Nostrand Reinhold, New York.
KLEE, Paul, Théorie de l’Art Moderne, Médiations.
KLEE, Paul, The Thinking Eye, Paul Klee Notebooks Vol. 1.
CORBUSIER, Oeuvre Plastique, peintures et desseins, architecture, Ed. Albert Moraucé
CORBUSIER, Le Corbusier Sketchbooks, vol. 1, Thames and Hudson, London 1981.
FOCILLON, Henri, Vie des Formes, PUF, Paris 1981.
MASSIONI, Manfredo, Ver pelo Desenho,
MUNARI, Bruno, A Arte Como Ofício, Editorial Presença, Lisboa.
COSTA, Daciano, Croquis de Viagem de Daciano Costa 1994, Catálogo de Exposição, Sala do Risco, Lisboa.
Publicado por Helena Pinto às 11:13 AM
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA 1 - programa 2004-2005
disciplina anual (4 horas por semana)
Docente
Prof. Arq.º João Carlos C. Antunes
Objectivos Gerais
Introdução às questões da disciplina e de uma exegese e hermenêutica da Arquitectura.
*Só se busca o que se sabe que existe... ou se tem a esperança ou o desejo que exista; mas se não existe... criamo-lo*
O programa foi elaborado tendo como pressuposto procurar uma mais fácil directa e natural identificação dos alunos, neófitos, com a disciplina - a Arquitectura - e suas diversas possíveis matérias e dimensões; assim considerou-se ser mais ajustado o delinear desta sua primeira abordagem histórica, conceptual e fenomenológica, através dos seus contextos modernos e contemporâneos.
Inter-relação Disciplinar
Arquitectura Analítica - relação estreita
Desenho I
Programa
1. O Belo não construído e a organização do espontâneo.
2. A Obra d’Arte como emissor ou meio/continente de uma Beleza intrínseca versus beleza extrínseca ou desse mesmo meio/continente.
A arte e o sentimento estético
As teorias do processo criativo e de conhecimento
As teorias da Percepção
3. Análise, caracterização e taxinomia das constantes poéticas na obra arquitectónica ao longo dos tempos: aquilo que traduz o que é perene no Homem, porque inerente e específico à sua condição e natureza.
A Geometria
Os valores estéticos e da unidade semântica das formas
Unidade/Contraste/Simetria
A proporção e o Cânone
O estilo
A matéria
Superfícies
Cor
Função
4. É a Arquitectura uma arte tecnológica; uma tecnologia artística; ou ambas as coisas?
A Arquitectura como disciplina
A dimensão tecnológica da projectação
O método arquitectónico
- as fases do projecto
- os programas
os clientes
Os grandes tratadistas
5. A organização do espaço e a composição de volumes, tradutores da necessidade e da circunstância, mas construtoras de outras circunstâncias delas (ou nelas) imanentes.
A composição
- A dominante do Plano/Planta
- Espaço Livre/Construído
- Leitura, análise e crítica de programas arquitectónicos
- O método arquitectónico
Propostas/Postulados/Comprovação/Postulados/Propostas
- Estrutura/Modelo/Tipo
- Volume/Espaço Estático/Dinâmico
6. Dos modelos ideológicos ao sistema projectual.
O discurso do Poder, as suas tipologias e manifestações/representações
A Cidade/o Campo
O Território na arquitectura
Outros territórios
7. Período Neo-Clássico e o movimento Moderno
Evoluções culturais/territoriais/técnicas
Neoclassicismo
Utopias
Revolução Industrial
Reacção Arts and Crafts
Arte Nova
Arte Deco
De Stijl
O racionalismo
O cubismo/ movimento Bauhaus
Actualidade
- Pós-modernismo
- Neo-Racionalismo
- Regionalismo
- Desconstrutivismo
- Minimalismo
Bibliografia
Ensaios sobre a filosofia da experiência estética
BACHELARD, Gaston – A Poética do Espaço
HEIDEGGER, Martin – Ensaios
ORTEGA Y GASSET – A Desumanização da Arte
MERLEAU-PONTY, Maurice – O Olho e o Espírito
História da arquitectura
BENEVOLO, Leonardo – História da Arquitectura Moderna
FRAMPTON, Kenneth – História Crítica da Arquitectura Moderna
Ensaios e escritos sobre Arquitectura por Arquitectos e Críticos do Período Moderno e Contemporâneo
LE CORBUSIER, Jean Pierre Jeanneret - ‘Vers une Architecture’ *Para uma Arquitectura*
ZEVI, Bruno - Saber ver a Arquitectura
VENTURI, Robert - Complexidade e Contradição na Arquitectura
QUARONI, Ludovico - Oito lições de Arquitectura JENKS, Charles – Movimentos Modernos em Arquitectura
Teoria da Arquitectura
GELERTNER, Mark – Sources of Architectural Form (A critical History of Western Design Theory)
CONSIGLIERI, Victor – A Morfologia da Arquitectura (Vol. I e II)
MEISS, Pierre von – De la Forme au Lieu (Une introduction à l’étude de l’architecture)
Tratadística
VITRUVIO (Marco Vitruvio Polio) – De Architectura
ALBERTI, Leon Baptista - De Re Aedificatoria
Publicado por Helena Pinto às 10:49 AM
PROJECTO 1 - programa 2004-2005
Disciplina anual (12 horas teórico-práticas por semana)
Docentes:
Mestre Arq.º Miguel Santiago (regente)
Mestre Arq.º Nuno Nazareth Fernandes
A Disciplina de Projecto tem por objectivo confrontar os alunos com o exercício básico do Projecto Arquitectónico, nas vertentes complementares da teoria de enquadramento e da sua prática específica.
A disciplina de Projecto I promove uma experiência curricular a desenvolver ao longo de um ciclo de estudos de dois anos lectivos (2º e 3º anos - Projecto I + Projecto II), explorando os seguintes conteúdos programáticos, teóricos e práticos:
Programa
Análise dos elementos e sistemas em equilíbrio, construtivos e compositivos, como determinantes da formação e caracteri¬zação do espaço.
Aulas:
Aulas de exposição de matéria base.
Aulas de experimentação e aplicação.
Aulas de acompanhamento e esclarecimento, em horário pré-estabelecido.
Exercícios
Propõem-se três exercícios.
Os dois primeiros (um individual e um de grupo), decorrentes da matéria ministrada, - Composição, Equilíbrio, Construção - e o terceiro proposto pelo aluno, segundo um tema pré-estabelecido.
Interdisciplinaridade
Desenho - enquanto forma de expressão e comunicação de ideias.
Geometria - como instrumento rigoroso de expressão arquitectónica.
T.H.Arqtª - como memória da cultura arquitectónica.
Bibliografia
BAUDRILLARD, Jean, Le sistème des objets, Gallimard, Paris, 1968.
BENÉVOLO, Leonardo, História de la Arquitectura Moderna, GG, Barcelona
BLACKBURN, Simon, Dicionário de Filosofia, Gradiva, 1997
CALABRESE, Omar, A Idade Neobarroca, Edições 70, 1987.
CHING, F., Architecture: Form, Space & Order, Van Nostrand Reinhold, 1979, New York
CONSIGLIERI, Victor, A morfologia da Arquitectura 1920-1970, vol I e II, Referência/Editorial Estampa, 1994.
CONSIGLIERI, Victor, As Etapas da Significação Arquitectónica 1930-1990, Faculdade de Arquitectura, Universidade Técnica de Lisboa, 1997.
CULLEN, Gordon, Townscape, Architectural Press, 1971.
DORFLES, Gillo, O Elogio da Desarmonia, Edições 70, 1986.
FONATTI, Franco – Princípios Elementales de la Forma en Arquitectura, GG, sd, Barcelona
FRAMPTON, Kenneth, História crítica da arquitectura moderna, Martins Fontes, São Paulo, 2000
GOITIA, Fernando Chueca, Breve História do Urbanismo, Editorial Presença, Lisboa, 1982
GOITIA, Fernando Chueca, Protótipos na Arquitectura Greco-Romana, Ulmeiro, 1996
GRAÇA DIAS, Manuel, Ao Volante, Pela Cidade (dez entrevistas de arquitectura), Relógio D’Agua Editores, Lisboa, 1999
GRAÇA DIAS, Manuel, O Homem Que Gostava de Cidades, Relógio D’Agua Editores, Lisboa, 2001
LE CORBUSIER, A cidade moderna, s.d.
LYNCH, Kevin, A imagem da cidade, Edições 70, sd, Lisboa.
KRIER, Léon, Arquitectura, Escolha ou Fatalidade, Estar Editora, Lisboa, 1999
KRIER, Rob, Architectural Composition, Academy Editions, 1991, Londres
KRIER, Rob, Urban Space, Academy Editions, 1991, Londres
MERLEAU-PONTY, Maurice, L’OEil et l’Esprit, Éditions Gallimard, Paris, 1964.
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção, Livros Horizonte, 2001
MOUTINHO, Mario, A Arquitectura Popular Portuguesa, Editorial Estampa, Lisboa, 1979
PEVSNER, Nicolaus, Origens da Arquitectura Moderna e do Design, Martins Fontes, São Paulo, 1999
SUMMERSON, John, A Linguagem Clássica da Arquitectura, Martins Fontes, São Paulo, 1997
VAN LIER, Henri, L’Animal Signé, De Vischer, 1978.
VIRILO, Paul, A Inércia Polar, Paris, 1990, Publicações D. Quixote, col. Ciência Nova.
ZEVI, Bruno, Le Langage Moderne de l’Architecture, Dunod, 1981
ZEVI, Bruno, Saber ver a Arquitectura, Dinalivros/Martins Fontes, 1989, Lisboa
Publicado por Helena Pinto às 09:40 AM
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA 2 - programa 2004-2005
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Mestre Arq.º Rogério Vieira de Almeida
Objectivos Gerais
A disciplina pretende constituir um suporte de conhecimento histórico e teórico, conducente a uma prática mais lúcida, informada e consciente do processo projectual, bem como fornecer aos alunos os instrumentos que permitam a aquisição duma base cultural cada vez mais alargada, operativa e actuante. O programa articulará o estudo da obra de arquitectura como facto único e irredutível, com o conjunto de relações que estabelece com o seu meio, e com a corrente mais alargada das formas da Arquitectura entendidas num campo temporal alargado. Esta articulação permitirá definir e focalizar o tema dominante da disciplina, a arquitectura como constância e câmbio. A dialéctica estabelecida entre estes dois vectores, permite problematizar em seu torno, temas mais vastos da história da Arquitectura, das teorias da Arquitectura e dos processos projectuais.
Dum ponto de vista temporal, os dois semestre organizam-se em torno de dois “momentos” da história da arquitectura:
O século XVIII, enquanto momento charneira entre a herança clássica e as transformações da época contemporânea
A arquitectura do Império Romano
Entre si, estes dois tempos distantes de 1500 anos, têm em comum, o facto corresponderem a momentos em a arquitectura se deixa afectar pelo problema da complexidade; uma complexidade exterior à arquitectura, mas que a arquitectura assume como complexidade formal e espacial. Os dois enfoques temporais permitem também que se passe de uma abordagem centrada no objecto arquitectónico (1º semestre – Séc. XVIII e os sistemas clássicos e classicizantes desde o século XV), para um outro nível em que o espaço público e a forma urbano interagem com o objecto arquitectónico (2º semestre – Império Romano Antigo)
Para além dos dois enfoques temporais enunciados, três vectores dominam o programa:
Constância e Câmbio.
O tema da Complexidade na Arquitectura.
A forma urbana e o objecto arquitectónico como forma previligiada de relação entre o do espaço público (exterior) e o espaço privado (interior).
Como objectivos específicos pretende-se que os alunos se familiarizem com as seguintes questões:
Introdução ao estudo da Constância e Câmbio.
Estudo de tempos e estudo de temas.
Entendimento do fenómeno da Arquitectura num espaço temporal: Tempos Breves e Tempos Longos, Leituras Diacrónicas e Sincrónicas. Micro História e Macro História.
Formas de abordagem da história de Arte e da Arquitectura: Escolas e tendências historiográficas ou o que dizer de uma obra.
Criatividade e Imitação. Transformação versus Invenção.
A história da cidade: arquitectura de excepção e arquitectura corrente, objectos e conjuntos.
Referência à Antiguidade Clássica - Egipto, Grécia e Roma - e ao aparecimento das primeiras tipologias.- Tipologias Formais e Tipologias Funcionais.
Introdução ao processo projectual de alguns arquitectos do século XX.
As vanguardas históricas.
A ancoragem na história versus a recusa da história.
A relação entre Arquitectura e factores culturais, técnicos, económicos, sociais e políticos.
Com carácter introdutório pretende-se ainda que os alunos se sensibilizem para a especificidade da Arquitectura portuguesa, e para a problemática das abordagens regionalistas ou etnocêntricas, distinguindo questões de atraso e de resistência no âmbito da Arquitectura portuguesa.
Interrelação Disciplinar
Projecto I – Tecnologias I - Desenho II
Programa
1. A História e a Teoria da Arquitectura
1.1 Tradição e questões epistemológicas
1.2 História, passado, Memória e historicidade
1.3 Correntes historiográficas
2. A Arquitectura Pós-Barroca e as Vanguardas Históricas
2.1 A unidade da Arquitectura europeia entre século XV e o século XVIII: Sistemas clássicos e classicizantes
2.2 A independência das partes e a desestruturação dos sistemas clássicos e classicizantes de composição: Piranesi, Boulée, Ledoux, Soane.
2.3 Exotismo, historicismo e eclectismo na Arquitectura da segunda metade do século XVIII.
2.4 Novos conceitos artísticos: invenção, imitação, sublime, razão e natureza.
2.5 A arquitectura como lógica geométrico-combinatória
2.6 O século XIX como suspensão; a arquitectura a-histórica: Schinkel, Semper e Viollet Le-Duc.
2.7 A emergência dos novos tempos.
2.8 A evolução da pintura europeia entre 1850 e 1920: do realismo a Dada, Cézanne e Picasso.
2.9 A Arquitectura como programa e manifesto social, cultural e político.
2.10 A ebulição das ideias e das formas entre 1900 e 1930
3. A Arquitectura do Império Romano como Coisa Urbana
3.1 A arquitectura romana: Tipologias, formas e sistemas construtivos.
3.2 A Arquitectura como bem público
3.3 A cidade romana
3.4 A Arquitectura como configurador e geradora de cidade.
4. A Cidade Europeia entre 1500 e 1800: Forma, Articulação e Fragmentação
4.1 Teorias arquitectónicas do Renascimento
4.2 A arquitectura e a cidade do Renascimento: Finitude, Regularidade e Homogeneidade.
4.3 O Maneirismo como operatividade das formas clássicas e a busca de articulações para lá da arquitectura.
4.4 A Arquitectura e a cidade barroca: Continuidade e articulação permanente.
4.5 A complexidade e interacção espacial da arquitectura e do espaço urbano.
Avaliação
A avaliação será feita através da observação directa aos alunos ao longo das suas intervenções ao longo do ano lectivo, e ainda através de testes em número não inferior a três e dois trabalhos. Cada aluno deverá ainda apresentar ao longo do ano um livro da sua escolha, do qual fará um apresentação crítica perante a turma. Dos trabalhos a realizar deverão constar a análise de obras de arquitectura inseridas no tema do trabalho.
Bibliografia
A bibliografia indicada está referenciada às edições actuais disponíveis em Português ou em línguas familiares ao estudante português (Espanhol, Francês, Inglês e Italiano). Sempre que possível indicada a edições original.
Considera-se como não necessária a menção a obras do programa da disciplina do 1º ano, entendendo-se no entanto que os alunos estão familiarizados com as mesmas. Exceptuam-se os casos de obras que se consideram essenciais ao programa do 2º ano.
Durante as primeiras semanas do ano lectivo será distribuída uma bibliografia complementar comentada, contendo os títulos do programa e outros específicos sobre deteminados temas.
Bibliografia básica:
GIEDION, Sigfried - La Arquitectura Fenómeno de Transición. Barcelona: Gustavo Gili, 1975, (1ª ed. 1969)
KAUFMAN, Emil - La Arquitectura de la Ilustración. Barcelona: Gustavo Gili, 1974 (1ª ed. 1953)
KUBLER, George - La Configuración del Tiempo. Observaciones sobre la Historia de las Cosas. Madrid: Nerea, 1988 (1ª ed. 1962)
MERLEAU-PONTY, M. - O Elogio da Filosofia. Lisboa: Guimarães Ed., 1988 (1ª ed. 1953)
MERLEAU-PONTY, Maurice - Avant-Propos. In Phénoménologie de la Perception. Paris: Gallimard, 1989 (1ª ed. 1945).
NORBERG-SCHULZE, Christian - Arquitectura Ocidental. Barcelona: Gusta¬vo Gili, 1983 (1ª ed. 1973)
PANOFSKI, Erwin - Iconografia e Iconologia: uma Introdução ao Estudo da Arte do Renascimento. In O significado nas Artes Visuais. Lisboa: Presença, 1989 (1ª ed. 1939)
TAFURI, Manfredo - Teorias e História da Arquitectura. Lisboa: Presença, 1979 (1ª ed. 1968)
Publicado por Helena Pinto às 05:31 AM
ESTÁTICA - programa
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Eng.º João Guterres
Objectivos Gerais
* Transmitir a noção de equilíbrio físico de corpos.
* Introduzir os conceitos básicos de equilíbrio de forças.
* Analisar a distribuição de esforços devidos a acções exercidas sobre as estruturas.
* Conferir noções de estática gráfica, visando a futura concepção de soluções estruturais.
* Sensibilizar os alunos para os comportamentos dos materiais.
Conteúdo Programático
* Estudo das diversas formas de equilíbrio físico: estável, instável e indiferente.
* Determinação do centro de gravidade de figuras planas.
* Utilização do modelo da alavanca: inter-potente, inter-resistente e inter-fulcral.
* Sistema Internacional de Unidades.
* Estudo das forças e momentos actuantes em estruturas lineares isostáticas. Determinação das reacções de apoio. Distribuição de esforços normais, esforços transversos, momentos flectores e momentos torsores.
* Soluções analíticas e gráficas. Polígono funicular.
* Caracterização de materiais. Comportamentos mecânicos dúcteis e frágeis, homogéneos e heterogéneos. Explicação dos comportamentos de materiais usuais: aços, madeiras e betões.
Avaliação
* Exercícios classificados no final de cada capítulo.
* Frequência
* Exames
Bibliografia
* Adhemar Fonseca - Curso de Mecânica - Estática - vol I e II, ed. Centro do Livro Brasileiro
* Beer & Johnston - Mecânica vectorial para engenheiros- Estática, 6ª. ed. Mc Graw Hill
Publicado por Helena Pinto às 02:42 AM
abril 09, 2005
ESTRUTURAS 2 - programa 2004-2005
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Prof. Eng.º Fernando Cabral
1. Introdução
Esta disciplina insere-se no curso de Arquitectura na sequência das cadeiras de Estática do 2º. ano e de Estruturas do 3º. ano, que constituem um conjunto de matérias que visam criar uma linguagem comum entre profissionais do ramo de arquitectura e engenharia.
2. Objectivo
Esta cadeira, em particular, tem o objectivo de criar um espírito de liberdade na formação dos estudantes de arquitectura, no sentido de os desinibir das limitações impostas no dimensionamento dos espaços pela lógica da sua construtividade. Concretamente, pretende-se que os arquitectos tenham uma formação adequada para que possam ganhar coragem de projectar estruturas “arrojadas”.
3. Conteúdo programático
O programa da cadeira é ponderadamente articulado com outras disciplinas do mesmo ano e contém duas fases distintas:
3.1 - Análise e projecto de estruturas de cobertura de grandes espaços, com recurso às diversas tecnologias de construção. Definição das exigências funcionais requeridas para cada situação e apreciação qualitativa e quantitativa da distribuição de esforços. Reforço e recuperação de estruturas sujeitas a acções de acidente. Abordagem aos comportamentos dos materiais estruturais, os materiais naturais, a pedra e a madeira, os materiais fabricados tradicionais, a taipa e o adobe, o tijolo, o betão, o aço e os de tecnologias recentes tais como os lamelados colados de madeira, as telas, os compósitos, etc.. Técnicas construtivas e soluções estruturais, estruturas tridimensionais, atirantadas, pré-esforçadas, etc..
3.2 - Técnicas de construção de edificações urbanas. Fundações directas e indirectas, muros de suporte em caves, caixas de escada resistentes, estruturas laminares e porticadas, análise de resistência aos sismos e a ventos excepcionais. Estruturas de betão armado e metálicas. Pormenores construtivos. Problemas específicos de edifícios de grande altura.
4. Metodologia
A forma de transmissão de conhecimentos será baseada em exemplos práticos e exercícios propostos no sentido da descoberta das soluções possíveis e análise crítica da melhor solução para cada situação. Os problemas abordados deverão pôr sempre em causa a liberdade e os constrangimentos relativos aos confrontos e às dificuldades construtivas.
5. Material didático produzido
Folhas teóricas cobrindo toda a matéria leccionada nas aulas teóricas
Utilização de software interactivo (Microsoft powerpoint)
Fichas de exercícios com problemas práticos de dificuldade crescente
6. Avaliação
Dois testes semestrais de avaliação
Exame 1ª e 2ª épocas
Avaliação contínua; participação nas aulas práticas de resolução de exercícios
Bibliografia
FARINHA, J.S. Brazão; REIS, A. Correia - Tabelas Técnicas - ed. P. O.B.
CARVALHO, Eduardo Cansado; OLIVEIRA, Carlos Sousa - Construção Anti-sísmica – edifícios de pequeno porte- DIT 13, LNEC
LIMA, J. D´Arga e; MONTEIRO, Vítor; MUN, Mary – Betão armado. Esforços normais e de flexão - LNEC
LIMA, J. D´Arga e – Betão armado. Armaduras. Aspectos gerais - LNEC
LIMA, J. D´Arga e; MONTEIRO, Vítor; PIPA, Manuel – Betão armado. Esforços Transversos, de torção e de punçoamento - LNEC
Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes - INCM
Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado - INCM
Regulamento de estruturas de aço para edifícios - INCM
Publicado por Helena Pinto às 05:58 PM
abril 08, 2005
3º exercício
ARQUITECTURA ANALÍTICA - 1º ANO
Ano lectivo 2004-2005
Docentes: Mestre Arqª Helena Pinto
Arqº Estº Luís Lourenço
3º. Exercício Individual
1.Introdução
dois poemas de Eugénio de Andrade
A Casa
Nem sempre a luz vem assim:
salta como um rapaz muro após muro,
entra pela janela.
O brilho dos medronhos chega ao fim:
extrema ponta dos dias,
aproximação da água.
Dia feito para a música, dizias;
ou para a dança, acrescentavas:
ritmo puro, sustido.
De muro em muro, sem nenhum peso,
entra pela casa.
Agora é ela que dorme comigo.
De palavra em palavra
De palavra em palavra
a noite sobe
aos ramos mais altos
e canta
o êxtase do dia.
2. Enunciado
• Tome como ponto de partida estes poemas e os conceitos bipartidos (dois mundos opostos e complementares): luz/trevas, dia/noite, claro/escuro, transparente/opaco.
• Estude, leia e analise o corte dado.
• Imagine e invente o espaço e a construção que este corte representa
• Desenhe a planta, outro corte e os alçados dessa construção.
3. Apresentação e prazos
• 31 de Março
esquemas gráficos, desenhos, textos, colagens, imagens e modelos tridimensionais de estudo
• 14 de Abril
Dossier A4 contendo:
Pequena memória descritiva e justificativa
Representação gráfica rigorosa - plantas, cortes e alçados (escala 1:50)
Modelo tridimensional (escala 1:50)
Setúbal, 10 de Março de 2005
Publicado por pTd às 01:50 AM
mapa da viagem

Publicado por pTd às 12:29 AM
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Publicado por pTd às 12:16 AM