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agosto 25, 2005

Pierre von Meiss

PvM.gifnota biográfica

O Prof. Pierre von Meiss nasceu em Zurique (Suíça), a 7 de Janeiro de 1938.
Em 1962 diploma-se em Arquitectura no Instituto Federal Suíço de Tecnologia (EPFL), em Lausanne, tendo sido aluno de Pierre Foretay, Hans Brechbühler, Jacques Favre e Konrad Wachsmann, de quem sofre grande influência.
Entre 1962 e 1969 exerce a sua prática profissional em Geneva (Suíça) e em Ithaca (NY, EUA). Entre 1968 e 1970 exerce funções docentes na Universidade de Cornell, Ithaca, NY. Entre 1970 e 2003, exerce as funções docentes, como Professor de Teoria da Arquitectura e de Projecto de Arquitectura na EPFL, onde também ocupa, em dois mandatos (1979/80 e 1986/87) as funções de Director do Departamento de Arquitectura. Entre 1994 e 1997 foi, sucessivamente, Vice-Presidente e Presidente da AEEA/EAAE – Associação Europeia para o Ensino da Arquitectura -, que agrega mais de 150 escolas europeias de Arquitectura, e de que a nossa escola é membro, desde o início do curso de Arquitectura, em 1996.
O prof. Pierre von Meiss é também Doutor honoris causa pelo Instituto “Ion Mincu”, Faculdade de Arquitectura e Urbanismo de Bucareste, desde 1999. Actualmente aposentado (desde Março de 2003), mantém-se na EPFL na qualidade de Professor Honorário.
A par da sua actividade académica e de investigação, com vasta obra publicada, tem também proferido inúmeras conferências em Universidades europeias e norte americanas, sendo professor visitante em Brno, Bucareste, Florença, Newcastle, Varsóvia e Universidade da Pennsylvania, e participado e dirigido diversos painéis, colóquios e júris de concursos.
Da sua prática profissional como arquitecto, constam diversos projectos e edificações na Suíça, Grécia e Roménia, tendo sido galardoado com diversos prémios de arquitectura.

Publicado por Helena Pinto às 08:33 PM

TEMPO E INTEMPORALIDADE NA ARQUITECTURA

Prof. Doutor Arquitecto Pierre von Meiss
EPFL, Instituto Federal de Tecnologia - Lausanne

ORAÇÃO DE SAPIÊNCIA
proferida em 29 de Maio de 2003, por ocasião da cerimónia solene de entrega de diplomas aos primeiros licenciados em Arquitectura pela Universidade Moderna de Setúbal

INTRODUÇÃO

As minhas palavras dirigem-se, em primeiro lugar, aos novos licenciados e seus familiares. Por isso deverão ser entendidas por ambos, arquitectos e leigos. As imagens, não reproduzidas neste texto, ajudarão a ilustrar o meu ponto de vista.

No momento da vossa graduação o tema “Tempo e Intemporalidade na Arquitectura” permitir-nos-á também delinear alguns dos assuntos mais importantes a que terão que dar resposta nas vossas futuras vidas profissionais.

Para que seja possível desenvolver o meu argumento, vamos assumir que um dos vossos principais desejos será, de facto, o de atingir um modo de construir relativamente intemporal.

Acredito que isto ainda é possível hoje, mas temos que estar conscientes de quatro dos principais obstáculos a ultrapassar:

1. Como agarrar a ideia de “progresso” em arquitectura.
2. Intemporalidade não é sinónimo de monumental.
3. As tendências são efémeras, especialmente num mundo em rápida mutação.
4. A intemporalidade tem muito a ver com a adaptabilidade, bem como com a qualidade material da construção.

Embora muito do vosso esforço de projecto enquanto estudantes possa ter tido a ver com a “construção de imagens” de tendência, é evidente que a arquitectura, o desenho urbano e o paisagismo engendram um campo de alcance muito mais largo a longo prazo.

Como agarrar a ideia de “progresso” em arquitectura

O progresso tem a ver com tempo e meios; são necessários os dois para o atingir.

A Botânica fez progressos continuados desde a necessária classificação realizada por Lineu durante o séc. XVIII até às actuais manipulações genéticas com o objectivo da alimentação da população mundial.

Na tecnologia, a invenção da lâmpada incandescente feita por Edison, facilitou-nos drasticamente a vida nocturna, desde 1878. Mais próxima da arquitectura, a invenção do cimento e do betão armado destroçaram a prática da construção e da estrutura tradicionais.

Estes tipos de progresso são os que governam simultaneamente as ciências naturais e o senso comum da percepção do progresso.

Correndo o risco de perturbar a nossa inserção no ambiente académico-científico, estou em crer que, à excepção da tecnologia, a arquitectura não conhece um “progresso” nesta ordem de ideias. Pode haver evolução, mudanças, re-interpretações ou até mesmo invenções, mas isto não representa o mesmo que o progresso no mundo da ciência e da tecnologia.

De facto, ao sobrepor-se a cúpula de São Pedro com a do Pantéon, é possível falar-se de uma mudança no modo de representar o nosso mundo, o nosso desejo de ser e de ser reconhecido.

Isto nada tem a ver com progresso. No máximo houve uma perda de conhecimento, exactamente o oposto de progresso: os arquitectos da Renascença tentaram repetir o ideal cósmico do hemisfério do Pantéon. Desconhecendo a necessidade de variar o peso da cúpula através da escolha de pedras gradualmente mais leves até ao topo para reduzir a tensão horizontal na base, os arquitectos renascentistas tiveram que se refugiar numa geometria ovóide para a cúpula.

Outro exemplo: no seu tempo, as catedrais góticas foram o resultado de uma paciente experimentação, por tentativas e erros, construção e colapso. Hoje somos perfeitamente capazes de calcular o seu fluxo de forças mas somos incapazes de as reconstruir porque perdemos a sabedoria dos pedreiros góticos.

A questão do progresso na arquitectura torna-se ainda mais enigmática se considerarmos que a perfeição estética do Parténon é o mero resultado de um processo de refinamento iniciado um século antes em Paestum.

Estes exemplos ilustram a fragilidade da noção de progresso em termos de arquitectura. De qualquer modo digam-me lá, por favor, até que ponto o embasamento da fachada sul do nosso novo campus em Lausanne pode ser assimilado ao progresso, por comparação com o embasamento do Palácio Farnese do séc. XVI em Roma!

É por isso que eu penso que o título da revista americana “Progressive Architecture” é completamente enganador. Só mesmo cowboys podem ter tamanha falta de cultura. A “Architecture d’Aujourd’hui” expressa intenções semelhantes de forma mais humilde apesar das tendências patéticas francesas. “El Croquis”, “Domus”, “AD”, “Casabella” e “Bauwelt” ou “Details” são nomes de marca mais genéricos.

Intemporalidade não é sinónimo de monumental

Ao procurar exemplos que tenham sobrevivido ao desgaste do tempo pode-se à partida pensar em algo generoso e patético, uma referência do seu tempo que permanece ao longo de gerações como é o caso do Pantéon, de uma catedral gótica, da Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright, da Casa Tugendhat de Mies van der Rohe, ou da restauração do Castelvecchio de Verona, de Carlo Scarpa.

Contudo, ao pensarmos mais profundamente na intemporalidade, poderemos também aceitar que a arquitectura mais duradoura (sustentável) é sobretudo anónima e vernacular. Mais do que um produto individual de um arquitecto, é um produto da sociedade.

Esta dualidade entre o monumento e o tecido urbano anónimo tem sido persistentemente o dilema da educação arquitectónica nos últimos duzentos anos. A maior parte de nós ensina e aprende através de grandes exemplos. No entanto a cidade apenas precisa de 1% de monumentos com programas significantes para reflectir os valores supremos e colectivos de uma determinada época. Os restantes 99% deveriam ser uma tipologia cuidadosamente desenvolvida de tecido urbano comum para abrigar famílias, locais para educação, trabalho, abastecimento, saúde e lazer.

Trabalhar estes 99% de forma coerente é tarefa particularmente difícil no mundo de hoje.

O problema reside no facto de que, contrariamente à sociedade pré-industrial, que conseguia acomodar habitação, hospedarias, oficinas e padarias em espaços de dimensão e configuração semelhante, a sociedade de consumo contemporânea constrói a cidade a partir de peças de grande escala tais como estações de serviço, parques de estacionamento, armazéns, supermercados, enormes edifícios de escritórios, estádios, hospitais, fábricas tanto como habitação de massa de todos os tipos. Para além disso o sistema de transportes – sejam eles rodoviários ou ferroviários – tem vindo a dissecar as nossas paisagens em fatias introduzindo novas e pouco desejáveis fronteiras. No turismo, relacionamo-nos com aviões Jumbo fretados invadindo as nossas praias mais belas aos milhares, etc...

É com neste ambiente e com ele que vós ireis trabalhar (os tais 99%).

Sabemos que as pessoas precisam e apreciam o familiar e no entanto o mundo está em rápida mudança. Assim, a questão está em como negociar um equilíbrio razoável entre o permanente e o efémero dos tecidos urbano e paisagista comuns. Como gerir essas “peças de grande escala” de que falámos atrás? Como poderemos evitar que cada uma delas siga a sua economia intrínseca e aja sem contemplações pelo facto de ter que ser uma peça adequada aos puzzles que fazem as nossas cidades?

Os urbanistas e arquitectos do séc. XX foram muito mal sucedidos a este respeito. Sob a pressão de um público ávido de alguma permanência, os políticos introduziram o conservadorismo estético através de milhares de regulamentos de edificação inspirados em imagens superficiais do passado: inclinações de coberturas, cor das telhas, cérceas, etc. Os arquitectos queixam-se da restrição imposta à sua criatividade...

Em simultâneo, o mesmo público também exige esquemas inovadores e de acordo com a moda. É neste ambiente esquizofrénico que temos que aprender a viver.

Existirá alternativa? A minha resposta é positiva. As normas de planeamento mais eficazes são de natureza genérica. Elas lidam com tipologia, escala e textura das paisagens, cidades e edifícios mais do que com especificidades de natureza formal.

Deixem-me mencionar dois exemplos de regras gerais desse tipo, explícitas ou implícitas:

No início do séc. XX, o governo Suíço estabeleceu uma lei para as florestas, que estipula que as autorizações de desflorestação apenas serão concedidas em caso de razões de incontornável interesse público e que, quando concedidas, a mesma quantidade de floresta deverá ser replantada num local de características semelhantes (e não algures nas remotas encostas alpinas). Inicialmente este regulamento não tinha nenhuma intenção estética ou paisagista. A madeira era um dos recursos da Suíça. Hoje está mais que provado que foram as leis mais básicas que preservaram as nossas paisagens urbanas sujeitas a pressão comercial.

O meu segundo exemplo ilustra a extraordinária tolerância relativamente aos tecidos urbanos comuns bem enquadrados.

Hydra, uma cidade histórica de uma ilha grega com algumas mansões e muitas casas comuns, todas elas diferentes, é um local muito apreciado para se viver ou visitar.

Se introduzirmos, por simulação, a casa Muller de Adolph Loos, a Évora de Siza e outras, nada da sua coerência sai perturbado. Muitas características formais coincidem(1). Claro que, se Hydra fosse feita de uma repetição de elementos perfeitamente idênticos, a casa Muller e a Malagueira do Siza seriam considerados intrusos. O segredo de Hydra e da maioria das cidades históricas reside na sua diversidade (nenhuma casa é como a seguinte) e na sua consistência de escala, proximidade, estrutura formal e materialidade (paredes e janelas caiadas). A cor é de importância secundária e a escala altera-se para edifícios públicos e as mansões são admissíveis desde que mantenham alguns traços comuns.

As modas/tendências têm vida curta

Há já alguns anos escrevi um artigo intitulado “Onde está a vanguarda hoje?”(2) Era minha proposta expressar sérias dúvidas de que a vanguarda pudesse mesmo existir no nosso tempo de rápida mudança e intercâmbio. A vanguarda anunciaria e precederia uma tendência mais geral a seguir.

Através dos últimos 30 anos autoproclamadas vanguardas (i.e. Archigram ou Eisenman, etc.) têm vindo a ser substituídas por novas autoproclamadas vanguardas (i.e. Gehry, Libeskind, Hadid, etc.) sem que exista uma aceitação geral que tenha conduzido a qualquer espécie de implementação.

Por isso afirmo que nenhuma delas constituiu realmente uma vanguarda. Foram criações idiossincrásicas que surpreenderam periodicamente o público com novas imagens muito semelhantes a Yves St-Laurent, Emilio Zenga ou Kenzo.

A moda está intimamente ligada ao mito do novo, que se ajusta perfeitamente à actual ideologia consumista. Como se consegue vender um produto de luxo, seja ele arquitectónico, se não ostentar as marcas de novidade e de “actualidade”. Isto não significa que se possa transferir a prática dos produtos perecíveis de consumo para a arquitectura. A arquitectura está destinada a durar por muitos mais anos.

Como Baudelaire escreveu: “...para desvelar o desconhecido, a modernidade está pronta para escalar céus e descer às trevas do desconhecido para encontrar o novo”.

Com a ajuda da mediatização, alguma da actual “arquitectura de sucesso” está de facto a mover-se no sentido do domínio da moda e do consumismo. Mas a moda é por essência efémera, o que na volta não satisfaz a nossa busca pela intemporalidade.

Deixem-me ilustrar o meu ponto de vista com um exemplo triste e outro encorajador. Isto pode ser, no fim de contas, a marca da sabedoria contraditando a do conhecimento.

- A casa III de Eisenman pode ser associada a um exercício de um estudante, que provavelmente nunca viria a ser construído. No entanto, na época da sua concepção foi considerada “a vanguarda” de uma possível arquitectura do futuro. Como é visível hoje esta casa deixa-nos uma imagem aterradora de decadência.

A subida e a queda de Eisenman (ou Libeskind, Hadid, Gehry e Tschumi por essa razão) tem a ver com a presente receptividade do mundo às idiossincrasias arquitectónicas. Alguns chamam-lhe “moda” o que realmente é inspirado pelo momento, como oposto a duração.

- A casa de Herzog & de Meuron em Therwil perto de Basileia, construída em 1986 é exactamente o inverso: uma estrutura regular e uma organização espacial sem quaisquer torções e cortes heróicos; estamos perante uma casa suburbana quase comum.
Um simples paralelepípedo de painéis de betão armado contidos por réguas de pinho que dão à casa um certo toque japonês. Um telhado inclinado de acordo com os regulamentos de construção. Um pátio privado com uma cave em betão para albergar a colecção de arte do proprietário.

A lição a tirar destes dois exemplos vai mais no sentido de uma aproximação cautelosa à arquitectura, do que a uma de carácter flamejante.

Estas considerações levam-nos ao último obstáculo a ultrapassar se uma relativa intemporalidade se impõe como objectivo.

Adaptabilidade e qualidade material da construção

Estas duas qualidades são pré-requisitos suficientemente óbvios para a durabilidade. Todos sabemos isso. Deste modo, não preciso de desenvolver uma argumentação exaustiva. Pegarei apenas nos dois exemplos anteriores para esclarecer o meu ponto de vista.

Casa de Eisenman:

Permite pouco espaço para adaptabilidade; a “planta livre” pode ser óptima para grandes festas mas é desprovida de refúgios e de privacidade; é difícil introduzir divisões ou aberturas novas relevantes; é insustentável e entediante a necessidade de sistemática limpeza de pavimentos e janelas para manutenção do seu exterior.

Para além disso é uma casa em madeira construída como se fosse em betão e paredes de alvenaria rebocadas. Isto nunca funciona.

Apesar da construção em madeira a casa de Eisenman não tinha nem cobertura inclinada nem abas projectadas. Ignorou o desgaste do clima; favoreceu meramente jogos e gramáticas formais, para excitar um público de intelectuais.

Casa de Herzog & Meuron:

Come se disse, estamos perante uma casa suburbana quase comum, com cobertura inclinada e abas projectadas.

A sua planta revela um campo alargado de modos possíveis de fazer dela um lugar para diferentes interpretações. Dois quartos principais equivalentes e uma série de três “quartos de dormir” que poderiam, se necessário, acomodar tão bem a sede de um comissariado de polícia, como diferentes estilos de vida de família.

O seu conceito construtivo está em harmonia com a intemporalidade. Balanços da cobertura protegendo as fachadas e um sólido embasamento em betão emergindo. O excelente trabalho de construção das janelas e outro equipamento são de importância primordial.

Não se trata de uma grande peça de arquitectura revolucionária. Apenas uma casa suburbana decente... e porque não?!

VOLTANDO À VOSSA GRADUAÇÃO

Que esta meia dúzia de pensamentos sobre o tempo e a intemporalidade na arquitectura possam acompanhar o vosso pensamento e acção criativa no futuro.

Deixem-me concluir lembrando-vos de alguns factos importantes relativos com o vosso passado recente. A universidade ofereceu-vos um ambiente estimulante e enriquecedor durante cinco anos com o objectivo do desenvolvimento das vossas capacidades intelectuais, artísticas e profissionais. Os vossos docentes ajudaram-vos a formular questões e a procurar respostas. A partir de agora vocês serão os únicos responsáveis pela fundação da ética e do conhecimento da vossa concepção e construção arquitectónica. “C’est l’heure de vérité”(3).

No caso de estarem em busca de uma maneira mais ou menos intemporal de construir, deixem-me relembrar alguns princípios básicos:

- Prestem atenção ao passado tanto como ao presente, para que possam imaginar o futuro.

- Não cedam à tentação de tornar a casa do vosso primeiro cliente num monumento “nacional” ou pessoal. A cidade já está suficientemente sobrecarregada de imagens corruptoras da nossa percepção.

- Considerem o vosso edifício como uma contribuição para a construção da cidade e da sua paisagem, do mesmo modo que o tijolo ajuda a construir a parede.

- Interiorizem bem que 99% da arquitectura é “matéria comum” a ser realizada com grande inquietação e criatividade. A criatividade nada tem a ver com excentricidade!

- Considerem o vosso edifício como sendo parte de um “trabalho colectivo”, mais do que uma invenção a partir de um risco. Copiem e adaptem precedentes com inteligência (precedentes bem comprovados e não o último número da revista de arquitectura da última moda).

- Para cada projectos vocês têm três úteis amigos que deverão conhecer muito bem: o sítio, o programa e os materiais e técnicas de construção.

- Último mas não menos importante, desfrutem das vossas vidas como arquitectos. É cansativa, mas se a praticarem com ética, receberão muito mais como retorno... que seja o auto-respeito!

Obrigado pela vossa paciência.

Prof. Pierre von Meiss


notas:
(1) Von Meiss, Pierre, Elements of architecture, E.F.: Spon, London, 1990, Cap.3 «Order and disorder»
(2) Von Meiss, Pierre, «Existe-t-il une avant-garde aujourd´hui?», in STOA, revista anual da EAAE/AEEA, Paris, 1998
(3) N.Trad. “é a hora da verdade”.

Publicado por Helena Pinto às 07:14 PM

agosto 16, 2005

Rope Structures (4)

Building Anatomy
Erasmus Intensive Program 2005
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A PONTE

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Uma delegação da nossa escola, constituída por 6 alunos e um professor, participou no workshop Building Anatomy - Rope Structures, entre 10 e 20 de Julho de 2005. O workshop consistiu na execução do projecto e posterior construção de uma ponte em corda e madeira sobre um desfiladeiro do rio Soca, junto de Tolmin, na Eslovénia. Brevemente será editada uma publicação sobre este workshop.

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Apresentação da proposta pelo aluno Rui Preguiça

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As alunas Ana Maluco e Vanessa Santos que integravam o grupo do prof Vojko Kilar

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Grupo de trabalho do professor Roque Oliveira

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Na fase de acabamentos da ponte

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Cerimónia de inauguração - uma saúde a novos encontros

Publicado por Helena Pinto às 08:24 PM

agosto 06, 2005

Acreditação do Curso pela Ordem dos Arquitectos (4)

Continua a decorrer o processo de Acreditação do nosso Curso. Já foi entregue na Ordem dos Arquitectos a resposta (nos termos dos artigos 100º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo) à proposta do Conselho Nacional de Admissão. Acabou a fase de audiência prévia e aguarda-se agora decisão por parte do Conselho Directivo Nacional. Desta decisão poderá ainda haver recurso para o Conselho Nacional de Delegados.

Setúbal, 6 de Agosto de 2005
Departamento de Arquitectura do EESSD – UMS
A Coordenadora
(Helena Pinto)

(Mais informação no site da OA-sul, secção Admissão)

Texto da 2ªContradita

Publicado por Helena Pinto às 10:51 AM

agosto 05, 2005

Estágios Curriculares - informações

Licenciatura em Arquitectura do EESSD
Universidade Moderna de Setúbal
Gabinete de Estágios Curriculares

Para procederem ao início ao Estágio Curricular da Licenciatura em Arquitectura (6º ano), os alunos deverão dirigir-se à Secretaria da UMS a fim de efectuarem o pagamento da matrícula e seguidamente à Reitoria da UMS - Gabinete de Estágios Curriculares - para formalizar a sua inscrição no Estágio, e onde serão fornecidas as minutas de todos os documentos necessários ao mesmo.

Todos os documentos referentes ao Estágio Curricular deverão ser entregues na Reitoria da UMS - Gabinete de Estágios Curriculares de Arquitectura:

Após 15 dias do inicio do Estágio - Documentação Inicial:
- Declaração do Orientador de Estágio;
- Declaração do Supervisor de Estágio;
- Declaração da Entidade de Acolhimento de Aceitação do Estagiário;
- Programa, Cronograma e Tema de Estágio.

Após 2 meses:
- Relatório Intercalar com anuência do Orientador e do Supervisor e em duplicado.

Após 9 meses:
- Relatório Final com parecer do Orientador e do Supervisor e em duplicado.

O Estágio Curricular tem a duração mínima de 6 (seis) meses passados na Instituição/Atelier onde decorre o Estágio, devendo o respectivo Relatório Final ser entregue no prazo de 3 (três) meses após este período.

Publicado por Helena Pinto às 11:00 PM