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outubro 29, 2005
Recuperação dos Claustros - IPS
Apresentação e Discussão Pública da intervenção de recuperação dos Claustros do edifício dos Serviços da Presidência do Instituto Politécnico de Setúbal
2 Novembro 2005 - 17 h
Publicado por Helena Pinto às 09:01 AM
outubro 25, 2005
Mapa de Estágios Curriculares 2005
Estágios Outubro 2005
Estágios Julho 2005
Publicado por Helena Pinto às 05:28 PM
outubro 24, 2005
projecto II - 1º exercício 2005-2006
JANGADA - TEATRO
Aldo Rossi, 1979
Esquisso do Teatro del Mondo para a Bienal de Veneza.
1 - INTRODUÇÃO
“(...) Para si, os elementos geométricos, as formas básicas de cubo, cilindro e prisma, não reduzíveis ganham um «significado precioso» ao longo da história. O designer – segundo Rossi – combina os blocos de construção da tarefa que se encarregou, de acordo com as regras lógicas da ordem, como se partisse de um conjunto de blocos de recordações. O local para esse acontecimento é a cidade histórica: é esse o cenário teatral onde as pessoas desempenham somente papéis mudos. Aparecem, caminham uma curta distância e depois saem. Por conseguinte as memórias de Rossi não têm qualquer inscrição, porque não há nenhuma linguagem para além da geometria que possua durabilidade. As semelhanças com o teatro vêem-se bem: tal como uma janela para uma outra realidade, elas conferem uma expressão visual a excursões metafísicas.”
In GÖSSEL, Peter – Arquitectura no Século XX.
Köln: Taschen, 2001. p. 307.
A partir dos teatros do século XVIII, a que remonta a antiga tradição veneziana do teatro flutuante, que ancorava na cidade aquando do Carnaval, Aldo Rossi projectou um teatro-jangada em estrutura tubular de ferro e madeira. Construído para a Bienal de Veneza, de 1980, o Teatro del Mondo funcionou como uma Arca de Noé cultural durante o período em que esteve instalado na Punta della Dogana, sendo mais tarde rebocado para Dubrovnik e, por fim, desmantelado. O arquitecto italiano “desviando-se” da tipologia e da forma tradicional, orientou-se para o palco central de Shakespeare, mas, conceptualmente referia-se ao projecto como “um lugar onde a arquitectura terminasse e o mundo da imaginação começasse”
2 - ENUNCIADO
Após uma investigação sobre a evolução tipológica e formal dos teatros e uma pesquisa cuidada sobre o Teatro del Mondo de Aldo Rossi, cada aluno procederá à escolha de local e um percurso para o seu TEATRO-JANGADA.
Este exercício pretende, de um modo didáctico, fazer a transposição de um conjunto de referências funcionais, tipológicas, poéticas, espaciais e históricas para o plano do desenho e do modelo tridimensional. A passagem de uma situação efémera para a construção – o perene.
A cidade de Setúbal é banhada pelo rio Sado e situa-se junto à serra da Arrábida, tendo por estes motivos, uma situação privilegiada com a água e com a natureza. Este exercício pretende um conhecimento da orla marítima junto a Setúbal e junto a Tróia, permitindo a escolha de um local de ancoragem do teatro-jangada e de um possível percurso entre as duas margens do rio.
Pretende-se que o aluno elabore um programa de acordo com o enunciado e com as premissas propostas para este exercício. Deve ter em conta todas as especificidades funcionais mas também técnico-construtivas.
3 - OBJECTIVOS
”O que é a arquitectura? A expressão cristalina dos mais puros pensamentos humanos, do seu fervor, da sua humanidade, da sua fé, da sua religião. Mas quantos dos que vivem esta época compreendem completamente ainda a natureza omnisciente, beatificante da arquitectura? Vede, atravessamos as nossas ruas e quereríamos chorar de vergonha nestes desertos de brutalidade. As armadilhas cinzentas, vazias, estúpidas em que vivemos e trabalhamos, constituirão um triste legado para a posteridade. Há uma consolação para mim, a ideia, a construção de uma ideia de arquitectura, ardente, corajosa, destinada a satisfazer a época ridente que virá. Queiramos, ideemos e criaremos juntos as novas concepções construtivas.”
Apollon in Democracy – Walter Gropius (1883-1969)
Este exercício pretende de uma forma muito marcante relacionar o conceito do projecto e de todos os elementos constituintes desta disciplina (espaço, forma, estrutura, ritmo, proporção, equilíbrio, representação) com as disciplinas mais técnicas: estática, estruturas e tecnologias.
O projecto deve, na sua proposta final, através dos desenhos, textos e maquetas mostrar uma vertente técnica e construtiva, em que as soluções adoptadas e os materiais utilizados funcionem como elementos de consonância e de exaltação da parte conceptual desenvolvida.
Despertar para a análise do objecto arquitectónico tendo em conta a história, o designer, o contexto, o simbólico, o tipológico e o construtivo. Estudar e analisar de forma cuidada alguns exemplos significativos do programa pretendido. Reflectir tendo em conta alguns textos teóricos paradigmáticos sobre o tema.

4 – APRESENTAÇÃO
As peças desenhadas serão apresentadas em dois painéis (suporte rígido) de formato a1. Farão parte destes painéis os seguintes elementos:
Planta de Localização – esc. 1/1000,
Plantas, Cortes e Alçados – esc. 1/100
Pormenores Construtivos – esc. 1/20
Do processo farão parte todos os estudos de concepção e pesquisa de material relevante, desenvolvidos ao longo da pesquisa, permitindo uma leitura adequada da evolução de todo o trabalho. Este documento será apresentado em formato normalizado, dobrado em A4.
Maqueta em cartão ou balsa – esc. 1/100.
O trabalho termina com a apresentação oral por parte de cada aluno.
Entrega final – 28 de Novembro de 2005.
Bom trabalho.
Setúbal, 3 de Outubro de 2005
Miguel João Mendes Santiago Fernandes
Hugo Nazareth Fernandes de Cerqueira
Arquitectos
Publicado por Helena Pinto às 11:17 PM
outubro 21, 2005
Projecto IV - 1º exercício 2005-2006
Entrega até 20 de Dezembro 2005
Enunciado
Publicado por Helena Pinto às 11:54 PM
outubro 20, 2005
Exponor CONCRETA 2005
21ª Feira Internacional de Construção e Obras Públicas
26 - 30 Outubro 2005
Conferências (I)MATERIALIDADE na ARQUITECTURA
nos dias 28 (Souto Moura) e 29 (Ábalos & Herreros)
Panfletos e formulários de inscrição na portaria e na reitoria da UMS
Actividades paralelas
Dia 26 de Outubro
- Dia do Comerciante - Marcação CE
- Prémio Engenheiro do Futuro
Dia 27 de Outubro
- 1º Encontro sobre Segurança em Trabalhos de Altura
- Seminário: Sustentabilidade e Certificação
- Seminário: Conflitos em Direito das Empreitadas
- Seminário: Estacas-Pranchas em Obras Portuárias
- Seminário O Vidro na Construção
- Protecção Passiva como garante da Prevenção contra Incêndios em Edifícios
- Acção de Formação: A Segurança na Construção Civil
Dia 28 de Outubro
- Contingency Permanent Recruitment
- Conferência sobre Domótica - Gestão Inteligente de Espaços e Eficiência na Engenharia de Edifícios
- Evento Ecomateriais - Seminário
- Lançamento do Livro Pavilhão Multi-Usos de Viana do Castelo - Eduardo Souto Moura
Dia 29 de Outubro
- Seminário Conhecer Antes de Intervir: Inspecções e Ensaios com vista à Reabilitação Estrutural de Edifícios Antigos
Dias 28 e 29 de Outubro
- Conferências de Arquitectura: (I)Materialidade na Arquitectura Contemporânea
Todos os dias
- Evento Ecomateriais: Exposição e Livro Ecomateriais
Publicado por Helena Pinto às 08:21 AM
Experimenta Design 2005

CASA PORTUGUESA modelos globais para casas locais
Até 30 Outubro
Cordoaria Nacional / Torreão Nascente
Av. da Índia, Lisboa
12.00h - 19.00h (fecha às segundas e feriados)
Publicado por Helena Pinto às 01:14 AM
outubro 18, 2005
Identidades
Santiago de Compostela 20, 21, 22 de Outubro
Encontros de arquitectura
Publicado por Helena Pinto às 09:38 AM
outubro 08, 2005
PROJECTO 4 - programa 2005-2006
disciplina anual (12 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Prof. Arq.º Carlos Miguel (regente)
Mestre Arq.º José Sérgio F. Spencer
Objectivos gerais
O programa do ano propõe como objectivo primordial, que o aluno alcance a maturidade ao nível do projecto necessária para estabelecer a relação entre os conhecimentos adquiridos nas várias disciplinas curriculares.
Procurar-se-á a integração dos conhecimentos sectoriais adquiridos nos anos anteriores, quer no plano cultural e arquitectónico, quer no plano tecnológico.
Programa
O conjunto de exercícios a desenvolver ao longo do ano procuram estabelecer a transição dos conhecimentos adquiridos ao longo dos anos lectivos, numa aproximação à prática profissional futura.
Os programas deste ano incidem essencialmente na área temática dos equipamentos públicos, sempre relacionados com o território, quer na vertente urbana quer na paisagística.
Os exercícios propostos correspondem a pretensões de diferentes câmaras municipais da região, procurando simular-se uma relação de cliente/arquitecto através do contanto privilegiado
com essas entidades públicas.
Exercícios
Serão desenvolvidos três (3) exercícios práticos que de forma complementar procurarão desenvolver os objectivos referidos, para que o aluno possa proceder ao reconhecimento dos diversos elementos constitutivos da metodologia de projecto:
1º Exercício – (exercício de curta/média duração)
Pretende-se com este exercício estabelecer uma primeira avaliação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, possibilitando o desenvolvimento de um projecto até à fase de execução, com especial consideração pelos materiais e métodos construtivos.
O programa consiste num projecto tipo para uma ONG, que pretende alojar equipas de técnicos projectistas em diferentes pontos do mundo, para efectuarem acções de apoio às populações carenciadas.
Este exercício está coordenado com a disciplina de Gestão de Projecto e Obra, servindo de base de trabalho para a matéria aí ministrada.
2º e 3º exercícios
Os exercícios consistem no desenvolvimento de uma proposta de intervenção urbana e diversas peças de equipamentos públicos para o complexo mineiro do Lousal.
Este exercício/projecto será desenvolvido em coordenação com a disciplina de Desenho Urbano.
Propõe-se que sejam elaboradas propostas de intervenção urbana de pequena escala, que procurem estabelecer a integração das minas com o tecido urbano contíguo e com a paisagem natural envolvente.
O exercício tem como objectivo, levar os alunos a desenvolver um reflexão alargada sobre diferentes questões levantadas pelo discurso da arquitectura – da escala do território até às escalas do projecto de execução, integrando os conhecimentos adquiridos no âmbito das
diferentes disciplinas que compõem o curso.
Metodologia
As aulas desenvolvem-se numa estreita relação entre o acompanhamento dos exercícios práticos e aulas teóricas que serão introduzidas pontualmente como forma de apoio aos trabalhos específicos.
Serão efectuadas visitas a obras de arquitectura, bem como aulas especiais com a participação de arquitectos convidados.
Avaliação
A avaliação será continua, efectuada através do acompanhamento dos trabalhos e implementando o sistema de apresentações orais em fases intermédias e finais.
Interdisciplinariedade
Desenho Urbano – definição de programas e em apoio de projecto na área da sua integração urbana.
Gestão de Projecto e obras – como suporte das opções de projecto.
Bibliografia geral (títulos existentes na biblioteca a negrito)
Aalto, Alvar - La Humanizacion de la Arquitectura - Cuadernos Infimos 81, Tusquets Editores
Boullée, Étienne-Louis - Arquitectura. Ensayo sobre el Arte - 1985, Editorial Gustavo Gili
Hayes, K. Michael - Architectural Theory since 1968 - MIT Press
Helder, Herberto - Os passos em volta - 1963, Assirio e Alvim Ed.
Kahn, Loius I. - Conversa com estudantes - 2002, Editorial Gustavo Gili.
Koolhaas, Rem - Delirious New York - 1994, 010 Publishers, Rotterdam
Loos, Adolf - Paroles dans le Vide - 1979, Editions Champ Libre.
Mies van der Rohe, Ludwing - Escritos, diálogos - Coleccion de arquitectura .1, Colegio oficial de aparejadores y arquitectos técnicos, libreria yerba, murcia 1993.
Nesbit, Kate - Theorizing a new agenda for architecture: An anthology of architectural theory 1965-1995 – Princeton architectural press.
Tanizaki, Junichiro - Elogio da sombra - Relógio d'água, ed.
Terragni, Giuseppe – Manifestos, memorias, borradores y polémica - coleccion de arquitectura, 2004, editorial Gustavo Gili.
Publicado por Helena Pinto às 04:25 PM
DESENHO URBANO - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Mestre Arq.º Miguel Peres Gentil Berger
1. Objectivos
Esta cadeira formatar-se-á enquanto continuação e, de alguma forma corolário, da de URBANISMO, ministrada no ano curricular anterior, constituindo-se como que uma sua concretização detalhada e estruturalmente mais complexa ao nível do fenómeno urbano.
A disciplina de Desenho Urbano tem portanto como objectivo confrontar os alunos com a prática consciente e disciplinarmente integrativa dos vários saberes já curricularmente adquiridos, concretizada através do desenho de estruturas urbanas pormenorizadas, entendido este como exercício de articulação dos elementos constitutivos dessas mesmas estruturas, bem como da configuração das suas formas possíveis.
2. Metodologia
O método a seguir no enquadramento dos alunos desenvolver-se-á através da sua condução na abordagem teórica e prática das diferentes escalas de estudo e desenho de um dado território – ‘estudo de caso’ – como meio de preparar e fundamentar a subsequente concretização de uma sua proposta de desenho detalhado para uma pequena parcela desse mesmo território, quer ao nível do conjunto urbano, como da peça arquitectónica singular.
A disciplina abordará portanto um sistema territorial com uma problemática diversificada e complexa abarcando desde a preservação e recuperação patrimonial, até à reconversão, ambiental e paisagística. O programa da disciplina incidirá também no estudo, análise e investigação do fenómeno urbano como suporte de uma memória cultural, e civil, e do seu entendimento enquanto arquitectura.
Serão temas de reflexão e de prática operativa as questões da:
. Tipologia – tipologia edificativa, urbana e do espaço público.
. Estrutura do tecido urbano – a rua; a praça; as áreas homogéneas. O traçado primário e secundário.
. Forma urbana.
Entretanto a componente teórica visará estimular os alunos na investigação conceptual subjacente às diferentes componentes da problemática projectual proposta, englobando:
. A caracterização das temáticas do ‘’estudo de caso’;
. A caracterização do território, interpretação critica dos instrumentos de planeamento;
. O estudo de modelos conceptuais;
. A leitura e crítica de textos e conteúdos bibliográficos com realização de pequenas sinopses temáticas, bem como a assistência de conferências e participação em visitas de estudo relacionadas com a problemática disciplinar.
A componente prática abarcará por sua vez:
. A selecção e análise crítica comparativa de modelos urbanos de temática análoga ao ‘estudo de caso’ proposto;
. A caracterização do território e a leitura e interpretação critica dos instrumentos de planeamento nele vigentes;
. O estudo e desenvolvimento de modelo (s) conceptuais;
. A identificação e caracterização das ‘unidades de paisagem’;
. O desenho urbano;
. O projecto arquitectónico singular.
3. Sítio
Os exercícios a desenvolver incidirão sobre a pequena vila mineira do Lousal, pertencente ao Concelho de Santiago do Cacém, onde actualmente se desenrola uma riquíssima e bem sucedida experiência de recuperação e reconversão urbana e do seu respectivo património industrial, a par do desenvolvimento e concretização de estratégias urbanas de vitalização da comunidade e da estrutura ambiental do lugar.
4. Aulas
Os exercícios serão acompanhados por aulas de experimentação, com acompanhamento e esclarecimento aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, intercaladas por aulas de exposição de matéria teórica base.
4.1. Caderno Diário
O percurso do ano será acompanhado por um pequeno livro de esbocetos e apontamentos diversos onde os alunos registarão de forma impressiva os aspectos discursivos e gráficos com especial relevância para o tema e problemáticas territoriais e disciplinares a abordar no decurso do ano lectivo e que constituam as suas referências de memória. Este caderno servirá para exercitar a prática do desenho bem como a sua desejável intersecção com a palavra enquanto referência analógica, poética e discursiva.
4.2. Fichas A5 dos trabalhos
De todos os trabalhos gráficos serão elaboradas pequenas fichas em formato A5 até um máximo de 5 páginas numa estrutura gráfica uniforme para todos os alunos, que funcionará como base para a concretização de uma publicação final do ano.
Nestas páginas os alunos terão de mostrar a abordagem ao sítio e tema do ano, através de uma sintetize do trabalho desenvolvido na disciplina recorrendo às peças elaboradas durante o ano lectivo – esquemas, croquis, esquissos, desenhos rigorosos, memórias descritivas, etc.
5. Avaliação
A avaliação será contínua, efectuada através do acompanhamento e da apreciação do desenvolvimento dos trabalhos, complementada por exercícios de avaliação pontual e da participação e presença nas aulas e possui três componentes: a já referida avaliação continua, a avaliação periódica que incide sobre as apresentações públicas de cada um dos trabalhos etápicos realizados e um exame final, realizado perante júri, onde se avalia o resultado global de todos os trabalhos do ano, tendo em conta as classificações anteriores e as outras componentes de avaliação.
Será feito um registo de presenças em todas as aulas, relevando para a apreciação global um mínimo de 60 % presenças nas aulas.
6. Interdisciplinaridade
Como atrás já ficou referido, pretende-se que os alunos possam vir a integrar nos exercícios propostos, conceitos e conteúdos assimilados nas diferentes disciplinas dos anos anteriores, bem como do ano em curso tais como:
. Projecto – como disciplina própria, de referência nomeadamente nas questões das tipologias edificativas e da configuração da forma edificada da cidade.
. Reabilitação – como reflexão relacionada com a revitalização dos centros históricos.
Bibliografia de referência (títulos existentes na biblioteca a negrito)
. A Arquitectura da Cidade – Aldo Rossi – Gustavo Gilli
. Arquitectura da Cidade, Limite da Forma Urbana – Luís Afonso – FA UTL – Tese
. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade – José Lamas – Fundação Gulbenkian / Fundação para a Ciência e Tecnologia, Lisboa, 2000.
. Formas Urbanas – Jorge Carvalho – Ed. Minerva Coimbra
. Ordenar a Cidade – Jorge Carvalho – Ed. Quarteto
. L’Urbanisme, utopies et realités – une anthologie – Françoise Choay – Ed. Seuil
. A linguagem silenciosa – Edward T. Hall – Ed. Relógio d’Água
. Elementos de Analisis Arquitectónico – José Manuel Garcia Roig – Ed. Univ. Valladolid
. Análise das tipologias urbanas – Luciano Patetta
. On Adam’s House in Paradise – The Idea of the Primitive Hut in Architectural History – Joseph Rykwert – Ed. MIT Press
. Textos de apoio e enquadramento específicos serão facultados gradualmente durante o decurso do ano lectivo.
Bibliografia complementar
ALBERTI, Leon Battista
“L’Art D’edifier”, Éditions du Seuil, Paris, 2004.
ALEXANDER, Christopher
“Uma cidade não é uma árvore”, in revista Arquitectura nº 95, Fevereiro 1967.
AYMONINO, Carlo
“O Significado das Cidades”, Editorial Presença, Lisboa, 1984.
BENÉVOLO, Leonardo
“Diseño de la ciudad vol. I., vol II, vol, III, vol IV, vol V La descripción del ambiente”, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1982.
CASTELLS, Manuel
"A Questão Urbana", Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1983.
CHOAY, Françoise
La règle et le modèle, Éditions du Seuil, Paris, 1980.
CHOAY, Françoise
L'Allégorie du Patrimoine, Éditions du Seuil, Paris, 1992.
CULLEN, Gordon
"A Paisagem Urbana”, Ed. 70, Lisboa.
FRAGA, Francisco Javier Monclús; BAÑALES, José Luis Oyón,
“Elementos de Composición Urbana”, Edition UPC, Barcelona, 2001.
FRAMPTON, Kenneth
“História Crítica da Arquitectura Moderna”, Martins Fontes, São Paulo, 1997.
GIEDION, Sigfried
“Space, Time and Architecture”, Harvard College, 1982.
HALL, Peter
“Cities of Tomorrow, Basil Blackwell, Oxford, 1988.
HOLL, Steven
“Entrelazamientos, Steven holl, obras e proyectos, 1989 – 1995”, Gustavo Gili, Barcelona, 1997.
JENCKS, Charles
“Movimentos Modernos em Arquitectura”, edições 70, Lisboa, 1992.
KOSTOF, Spiro
“The City Assembled. the elements of urban form through history”, Thames & Hudson, Londres, 1992.
KOSTOF, Spiro
“The City Shaped, Thames & Hudson”, Londres, 1991.
KRIER, Leon
"Arquitectura, escolha ou fatalidade"
KRIER, Robert
"L'Espace de Bâtir les Villes", Ed. Archives d'Architecture Moderne, Bruxelas, 1975.
KRIER, Robert
“El espacio urbano”, Editorial Gustavo Gili, S.A.,Barcelona, 1981.
LAVEDAN, Pierre
“Géographie des Villes”, Gallimard, Paris, 1959.
LE CORBUSIER
“Maneira de pensar o Urbanismo”, Publicações Europa-América, Sintra, 1977.
LE CORBUSIER
“La Charte d'Athènes”, Éditons de Minuit, SL, 1957.
LE CORBUSIER
“The Modulor”, Fondation Le Corbusier, Paris, 2001.
LE CORBUSIER
“Urbanismo”, Martins Fontes, São Paulo, 1992.
LEFEBVRE, Henri
“La prodution de l'espace”, Anthropos, Paris, 2000.
LÔBO, Margarida Souza
“Planos de Urbanização. A Época de Duarte Pacheco”, Direcção Geral do ordenamento do Território; Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Porto, 1995.
LYNCH, Kevin
“A Imagem da Cidade”, Edições 70, 1982.
LYNCH, Kevin
“A Boa Forma da Cidade”, Edições 70, 1999.
MEISS, Pierre von
“De la Forme au Lieu (Une introduction à l’étude de l’architecture)”, .......
MERLIN, Pierre
“L'Urbanisme”, Presses Universitaires de France, Paris, 1991.
MERLIN, Pierre; CHOAY, Françoise
“Dictionaire de l'Urbanisme et de l'Aménagement”, Presses Universitaires de France, Paris, 1988.
MERLEAU-PONTY
“O olho e o espírito”, Veja, 2002.
MERLEAU-PONTY
“Fenomenologia da Percepção”, Martins Fontes, São Paulo, 1994.
MONTANER, Josep Maria
“Arquitectura e Crítica”, Gustavo Gili, Barcelona
MONTANER, Josep Maria
“Depois do Movimento Moderno, Arquitectura da segunda metade do século XX”, Gustavo Gili, Barcelona, 2001.
MORRIS, Anthony
“Historia de la forma urbana. Desde sus orígenes hasta la Revolución Industrial”, Editorial Gustavo Gili S.A., Barcelona, 1991.
MUMFORD, Lewis
“A cidade na História, suas origens, transformações e perspectivas”, Martins Fontes, São Paulo, 1982.
NORBERG-SCHULZ, Christian
“Arquitectura Occidental, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1999.
NORBERG-SCHULZ, Christian
“Genius Loci”
PALLADIO, Andrea
“Les quatre livres de l'architecture”, Arthaud, Paris, 1980.
PANERAI, Philippe; DEPAULE, Jean-Charles; DEMORGON, Marcelle
“Analyse Urbaine”, Éditions Parenthèses, 1999.
PANERAI, Philippe; MANGIN, David
“Project Urbain”, Éditions Parenthèses, Marselha, 1999.
POÈTE, Marcel
"Introduction à l'Urbanisme", Boivin, Paris, 1929 - 1ª edição. Reedição Col. Société et Urbanisme, Edit. Anthropos, Paris, 1974.
PORTAS, Nuno
“Cerdà e os traçados”, in revista Arquitectura nº138, Setembro/Outubro 1980.
RAGON, Michel
“Histoire Mondiale de l’architecture et l’urbanisme Modernes, Pratiques et méthodes, 1911 - 1971”, Editions Casterman, 1972.
ROWE, Colin; KOETTER, Fred,
“Ciudad collage”, Gustavo Gili, S.A., Barcelona,1981.
RIBEIRO TELLES, Gonçalo; CALDEIRA CABRAL, Francisco
“A Árvore em Portugal”, Assírio Alvim, Lisboa, 1999.
SORIA Y MATA, Arturo
“La Cité Linéaire”, Centre d'Etudes et de Recherches Architecturales, Paris, 1979.
UNWIN, Raymond
“Town Planning in Practice. An Introduction to the Art of Designing Cities and suburbs” - Ficher Unwing, London, 1909/1911. Tradução castelhana: “La Práctica del Urbanismo, una Introducción al Arte de Proyectar Ciudades y Barrios”, Gustavo. Gili, Barcelona, 1984.
VENTURI, Robert
“Complexity and Contradiction in Architecture”, The Museum of Modern Art, New York, 1966.
VITRÚVIO, Marco Poleão
“Os dez livros de Arquitectura”, Departamento de Engenharia Civil; Instituto Superior Técnico, Lisboa, 1998.
ZUMTHOR, Peter
“Pensar la Arquitectura”, Gustavo Gili, Barcelona, 2004.
Publicado por Helena Pinto às 04:15 PM
REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS E SÍTIOS - programa
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Mestre Arq.ª Manuela Tomé
Objectivos Gerais
Pretende-se transmitir aos alunos uma preparação que lhes permita obter a sensibilidade, cohecimentos e metodologias conceptuais e processuais necessários à resoluçãoo da reabilitação da matéria edificada, seja ela edifício ou conjunto.
Para se intervir numa pré existencia é necessario conhecê-la e compreendê-la. Desenvolver os processos de análise e de sentido críitico que, juntamente com os conhecimentos adquiridos em interdisciplinaridade, nos permitam entender a continuidade dinâmica do objecto da intervenção e chegar a uma solução de respeito pela sua identidade e autenticidade em articulação com as mais recentes necessidades de uso conjugadas com a necessidade de introdução de novas tecnologias, no contexto a preservar, e a atitude a atingir.
Reabilitar impõe-nos também o conhecimento do quadro legal mais directamente relacionado com a salvaguarda do património arquitectónico, dos vários intervenientes no processo e dos procedimentos processuais que se tornam necessários na abordagem da intervenção.
Programa
- Introdução à Disciplina
- Introdução às matérias a desenvolver
- Bibliografia Geral e Específica
- Património, um valor a preservar
- Valor patrimonial de edifícios e sítios
- Conceitos e seu significado
- Enquadramento legal
- Legislação aplicável a acções de salvaguarda do património imóvel
- Procedimentos para a classificação de imóveis
- Cartas e convenções sobre património imóvel
- Agentes intervenientes num processo de reabilitação
- Metodologia processual de intervenção
- Estudos preliminares
- Inventariação de edifícios e de conjuntos urbanos
- Tipificação
- Definição de objectivos
- Definição das áreas de intervenção
- Acções para a valorização do património
Inter-relação disciplinar
0 programa foi delineado fazendo apelo aos conhecimentos já adquiridos pelos alunos ao longo do curso, nomeadamente nas disciplinas e matérias que a seguir se indicam e no pressuposto de uma estreita ligação interdisciplinar com as matérias do ano a que diz respeito.
ARQUITECTURA ANALÍTICA Função e forma
Construção e Forma
Tipologia dos espaços
Proporção escala e dimensão
ANTROPOMETRIA E ERGONOMIA Tipos da proporções
Numero de Ouro - Proporção divina ou áurea
Metrologia
Ergonometria
PROJECTO I Questões de Tipologia
Questões de análise morfológica
Os materiais e os processos de construção
TECNOLOGIAS I Caracterização física, química, patológica e ambiental dos materiais
ESTÁTICA Comportamento mecânico dos materiais empregues em estruturas
TECNOLOGIAS II Sistemas construtivos
TECNOLOGIAS III Sistemas construtivos
HISTÓRIA DA ARQUITECTURA PORTUGUESA A arquitectura na região de Setúbal
A arquitectura popular
0 estilo chão e a tradição Urbana portuguesa nos Sec XVI a XVIII
A arquitectura Portuguesa no Sec XX
Metodologia
Haverá uma incidência teórica e uma incidência prática. A componente prática incidirá em trabalhos a executar pelos alunos, onde serão aplicados os conhecimentos adquiridos no âmbito da matéria leccionada, que serão apresentados e discutidos em grupo, por fases correspondentes à respectiva aprendizagem.
Avaliação
Componente Prática 40% Componente Teórica 60%
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos no decorrer das aulas práticas correspondentes aos módulos de matéria do programa.
A avaliação teórica será processada através de testes individuais e sem consulta, a terem lugar na última aula do mês de Janeiro e na última aula do ano lectivo.
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
10 Anos Após o Sismo dos Açores de 1 de Janeiro de 1980, VOL.s I, n, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1992.
APPLETON, João Augusto da Silva - Edifícios Antigos, Contribuição Para o Estudo do seu Comportamento e Acções de Reabilitação a Empreender, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1991.
Arquitectura Popular em Portugal, Associação dos Arquitectos Portugueses, Lisboa, 1980.
CABRITA, António Reis, AGUIAR José, APPLETON, João - Manual de Apoio à Reabilitação dos Edifícios do Bairro Alto, Câmara Municipal de Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1992.
Cartas e Convenções Internacionais, Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico I Direcção Regional de Lisboa, Lisboa, 1996.
CANTACUZINO, Sherban - Nuevos Usos Para Edificios Antigos, Editorial Gustavo Gili (S.A., Barcelona. 1979.
CHOAY, Francoise - L' Allegorie du Patrimoine, Editions du Seuil, Paris, 1992.
CORREIA, João Rosado - Monsaraz e o Seu Termo, Plano de Salvaguarda Uma Estratégia de desenvolvimento, Fundação Convento da Orada, Lisboa, 1994.
Critérios de Classificação de Bens Imóveis, Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico / Direcção Regional de Lisboa, Lisboa, 1996.
CULLEN, Gordon - Paisagem Urbana, Edições 70, Lisboa, 1984.
Legislação Nacional, Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico/Direcção Regional de Lisboa, Lisboa, 1996.
Dar Futuro ao Passado, Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico, Lisboa, 1993.
LYNCH, Kevin - .? De Que Tiempo es Este Lugar, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1972.
K1RSCHENMANN, Jorg C., MUSCHALLEK;, Christian - Diseño de Barrios Residenciales, Remodelacion y Crescimiento de la Ciudad, Editorial Gustavo Gili, SA., Barcelona, 1980.
Manual de Reabilitação do Património de Faro, Gabinete de Gestão e Reabilitação do Património Histórico, Câmara Municipal de Faro, Faro, 1997.
Monumentos, Revista Semestral de Edifícios e Monumentos, Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais Lisboa.
NORBERG-SCHULZ, Christian - Existence, Space and Architecture, London, 1971.
TEIXElRA, Gabriela de Barbosa, BELEM, Margarida da Cunha - Diálogos de Edificação Técnicas Tradicionais de Construção, Centro Regional de Artes Tradicionais, Porto, 1998.
THORNBERG, Josep Muntañola - La Arquitectura Como Lugar, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1974 TOSTÕES, Ana, SILVA, Jorge Filipe, CALDAS, José Vieira, FERNANDES, José Manuel, JANEIRO, Maria de Lurdes, BARCELOS, Nuno, MESTRE, Vítor - Arquitectura Popular dos Açores, Ordem dos Arquitectos, Lisboa 2000.
LOPES DOS SANTOS, VITOR MANUEL "0 Sistema Construtivo Pombalino" Faculdade de Arquitectura da U.T.L., Lisboa, 1995.
FOLHAS DE ACOMPANHAMENTO DA MATÉRIA - Documentos coligidos por Vítor Lopes dos Santos, U. M. Setúbal, 1999.
Publicado por Helena Pinto às 04:06 PM
DIREITO - programa 2005-2006
disciplina semestral (2 horas teóricas por semana - 2º semestre)
Docente
Dr. José dos Reis Gameiro
OBJECTIVOS GERAIS
Formação base nos conceitos e princípios jurídicos;
Identificação com a instrumentalidade do Direito na protecção do Ambiente;
Interligação da actividade administrativa pública, nas áreas do ordenamento do território e da sua ocupação, com a Arquitectura.
PROGRAMA
I- Introdução ao Direito
NORMAS SOCIAIS, NORMAS TÉCNICAS E NORMAS JURÍ-DICAS:
O DIREITO COMO INSTRUMENTO DE SOCIABILIDADE:
A COERCIBILIDADE DO DIREITO
AS FONTES DO DIREITO:
A PRODUÇÃO DO DIREITO:
OS RAMOS DO DIREITO:
INICIO E CESSAÇÃO DA VIGÊNCIA DO DIREITO:
II- O Direito do Ambiente
O AMBIENTE NA CONSTITUIÇÃO:
• Como fim do Estado;
• Como direito fundamental.
COMPOSIÇÃO DO DIREITO DO AMBIENTE:
• Componente pública
• Componente privada
O DIREITO ADMINISTRATIVO DO AMBIENTE:
• A Lei de Bases
• As leis sectoriais;
• As leis integradoras.
CONCEITOS FUNDAMENTAIS:
OS PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES:
A JUSTIÇA DO AMBIENTE:
III- O Direito do Urbanismo
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO:
• Os Instrumentos de gestão territorial:
• Os Planos;
- classificação.
- vinculação
• Os planos de ordenamento
• As restrições à propriedade;
- Expropriações, servidões, restrições;
• Medidas preventivas;
• Instrumentos de execução dos Planos
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO:
• As operações urbanísticas:
• O Loteamento;
• A Edificação;
OS PROCEDIMENTOS URBANÍSTICOS:
• Princípios gerais da actividade administrativa;
• Fases do procedimento;
• Tipos de procedimento:
• Decisório;
- De Licenciamento;
- De Autorização
• De planificação
• A titulação dos direitos:
• alvarás
A DEFESA DO PATRIMÓNIO NATURAL E CONSTRUÍDO:
AS VIOLAÇÕES URBANÍSTICAS:
• Embargos;
• Demolições;
• Actuações contra-ordenacionais.
AS RESPONSABILIDADES:
• Da Administração:
• Dos funcionários;
• Do operador urbanístico;
• Do Autor do projecto e do técnico responsável pela obra;
AVALIAÇÃO
É feita sobre exame final escrito, ponderado se for o caso, sobre intervenções, programadas, nas aulas, ou sobre trabalho escrito de investigação que o aluno opte por assumir.
Bibliografia
CORDEIRO, António – A Protecção de Terceiros em face de Decisões Urbanísticas, ed. Almedina, Coimbra, 1995.
CORREIA, Fernando Alves – O Direito do Ordenamento do Território e do Urbanismo, ed. Almedina, Coimbra, 2003;
CORREIA, Fernando Alves – Manual de Direito do Urbanismo, ed. Almedina, Coimbra, 2001;
COSTA, António Pereira da – Direito dos Solos e da Construção, ed. Livraria Minho, Braga, 2000;
MENDES, João Castro – Introdução ao Estudo do Direito, ed. Pedro Ferreira. Lisboa, 1997;
OLIVEIRA, Fernanda Paula Marques de – Perequação, Taxas e Cedências, ed. Almedina, Coimbra, 2001;
REIS, João Pereira – Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, ed. Almedina, Coimbra, 2002;
VV.AA – A Execução dos Planos Directores Municipais, ed Almedina, Coímbra, 1998;
Revista Jurídica do Urbanismo e Ambiente – IDUAL, ed. Almedina, Coímbra:
“RevCEDOUA” – Revista do Centro de Estudos de Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente- Coímbra
Publicado por Helena Pinto às 03:59 PM
GESTÃO DO PROJECTO E OBRAS - programa 2005-2006
disciplina semestral (2 horas teórico-práticas por semana - 1º semestre)
Docente
Arq.º Roque N. Brás de Oliveira
Objectivos GeraisÉ objectivo deste curso transmitir aos alunos uma preparação que lhes permita obter a sensibilidade, conhecimentos e metodologias conceptuais e processuais necessárias ao seu desempenho na prática de coordenador de projecto e em obra.
Programa
ESTALEIROS E PLANEAMENTO DE OBRAS
CUSTOS
Orçamentação
Medições - critérios e regras gerais
Custos directos
Rendimentos
Determinação de custos unitários complexos (mão-de-obra, equipamento, etc.)
Custos de estaleiro e indirectos
Controlo de custos de empreitadas
Enquadramento legal
Tipos de concursos e empreitadas
Critérios de apreciação e adjudicação
Erros e omissões, trabalhos a mais, alterações de projecto
Facturação
Revisão de preços
PRAZOS
Controlo de prazos
Enquadramento legal
Multas ou prémios por atrasos ou antecipação
Prorrogações legais e graciosas de prazos - consequências
PLANEAMENTO DE RECURSOS
Cálculo de cargas
Cargas de mão-de-obra
Cargas de materiais ou equipamentos
Cargas financeiras (cronograma/plano de pagamentos)
Formação de equipas
Controlo de Qualidade e Segurança
Inter-relação Disciplinar
0 programa foi delineado fazendo apelo aos conhecimentos já adquiridos pelos alunos ao longo do curso, nomeadamente nas disciplinas e matérias que a seguir se indicam e no pressuposto de uma estreita ligação interdisciplinar com as matérias do ano a que diz respeito.
Metodologia
Haverá uma incidência teórica e uma incidência prática. A componente prática incidirá num trabalho a executar pelos alunos, onde serão aplicados os conhecimentos adquiridos no âmbito da matéria leccionada, que serão apresentados e discutidos em grupo, por fases correspondentes à respectiva aprendizagem.
Avaliação
Componente Prática 40% Componente Teórica 60%
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos no decorrer das aulas práticas. A avaliação teórica será processada através de teste individual e sem consulta.
Bibliografia
Publicações temáticas do L.N.E.C. e documentação coligida pelos docentes, sob a forma de sebenta.
Publicado por Helena Pinto às 03:55 PM
outubro 07, 2005
PROJECTO 3 - programa 2005-2006
disciplina anual (12 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Prof. Arq.º Luís M. Santos Paixão (regente)
Arq.º Paulo Adelino
Objectivos Gerais
1 - Atendendo a que a sociedade e o tempo actuais se caracterizam, num dos seus aspectos, por tender a levar a assinatura do arquitecto à habitação unifamiliar (Domus), importa que os alunos adquiram a capacidade e a inteligência para identificar, analisar e compreender a complexidade e a riqueza do habitar nos seus aspectos simbólicos, funcionais, programáticos, construtivos e legais, tanto no respeitante à habitação unifamiliar isolada como aos conjuntos de habitação.
2 - Num mundo em que as agressões ao ambiente e os problemas da energia e dos recursos naturais renováveis estão cada vez mais na ordem do dia, atendendo a que a arquitectura e a arte de construir lidam directamente com estes problemas, será importante que os alunos aprofundem um repertório de soluções diversificado, no âmbito das opções dos materiais estruturais e de revestimento, que extravase as soluções correntes de recurso ao betão armado. A madeira, a pedra, o tijolo, a taipa, o adobe, serão explorados na sua adequação às circunstâncias do sítio e do programa.
3 - Sendo a arquitectura uma arte com uma forte componente do útil, só assim estarão reunidas as condições para cumprir um outro objectivo deste ano, que consistirá no desenvolvimento da capacidade de criar formas que respondam adequada e simultaneamente às componentes objectivas e artísticas dos problemas e constrangimentos que virão a ser colocados na vida profissional real, quer na encomenda privada quer na pública.
4 - No domínio da habitação em conjunto e no da criação de parcelas de cidade, estabelecer uma correcta articulação entre a arte da composição urbana e a do edifício, com suporte no estudo das características do espaço urbano, nas suas vertentes tipo-morfológica e topológica.
1.º Semestre - Conteúdos e Prática
O habitar: Interrogação sobre o conceito, com especial incidência sobre a contemporaneidade portuguesa, na perspectiva antropológica.
As funções e os elementos da habitação
EXERCÍCIO PRÁTICO 1a): Texto de 4 páginas sobre o habitar, exercício de projecto evocando os temas: a água e o fogo. Desenvolvimento à esc. 1:50.
Dimensionamento de lareiras.
Composição: análise comparativa na composição de diferentes casas; partido arquitectónico.
Materiais e estruturas: Estudo de estruturas e paredes em materiais tradicionais - Madeira, pedra, barro taipa e adobe.
Legislação: Regulamento Geral de Edificações Urbanas e outros aspectos legais ligados à concepção da habitação unifamiliar.
O programa: Questionário, definição do âmbito e complexidade.
EXERCICIO PRÁTICO 1: Projecto de uma habitação unifamiliar isolada utilizando apenas materiais tradicionais, com base nas respostas ao questionário de programa. Desenvolvimento até à esc. 1:50 e projecto de execução.
Apresentação de alguns exemplos da recuperação de construções para habitação.
2.º Semestre - Conteúdos e Prática
A cidade: Interrogação sobre o conceito, com especial incidência no caso de Setúbal.
Composição urbana
O espaço urbano: Características e exemplos.
Breve abordagem sobre o urbanismo português. Experiências mais relevantes.
EXERCÍCIO PRÁTICO 2a): Elaboração do projecto de um conjunto urbano de habitações isoladas e, ou em banda - Operação de loteamento; desenvolvimento até à esc. 1:500.
O edifício urbano de habitação em conjunto:
Colunas de acesso e distribuição - o sistema distributivo.
Ligação entre a morfologia urbana e a tipologia arquitectónica: o lote isolado, a correnteza de lotes, o quarteirão, a torre e a banda. As diversas noções de escala.
Espaço humano e espaço urbano.
O programa.
Aspectos legais relacionados com os edifícios de habitação em conjunto.
A composição urbana nos conjuntos de loteamento de habitação em banda ou isoladas. Cenografia e qualificação do espaço público.
A cidade imprevista
- A geração da complexidade
- Palco promotor de acontecimentos sobrepostos
- Laboratório da surpresa
- Factores de assimilação e factores de exclusão
EXERCÍCIO PRÁTICO 2: Projecto de um conjunto habitacional assumido com o parcela da cidade de Setúbal num local com alguma complexidade urbanística. Desenvolvimento da ideia até ao projecto de execução.
Avaliação
A avaliação será efectuada pela observação directa do desenvolvimento dos trabalhos (avaliação contínua) e pela crítica do resultado final, averiguando os aspectos mais ou menos conseguidos na adequação das propostas ao programa e ao sitio.
Bibliografia Básica (títulos existentes na biblioteca a negrito)
ÁLVARO SIZA 1954-1985, Editora BLAU
ÉLÉMENTS D’ANALYSE URBAINE, Philipe Panerai, Maurice Culot, Archives d’Architecture Moderne.
CORPO, MEMÓRIA E ARQUITECTURA, Charles Moore, Editorial Blume.
LA CASA: Forma y diseño Charles Moore / Gerale Allen / Donlyn Lyndon, Editor - Gustavo Gili S.A.
DEPOIS DA ARQUITECTURA MODERNA Paolo Portughesi, Editor - Edições 70
POUR UNE ANTHROPOLOGIE DE LA MAISON, Amos Rapoport, Editor - Dunod - Paris
LA CASA UNIFAMILIAR David Mackay, Editor - Gustavo Gili S.A.
ARCHITECTURAL COMPOSITION Rob Krier, Editor - Academy Editions
FUNÇÕES E EXIGÊNCIAS DE ÁREAS DA HABITAÇÃO Nuno Portas, Editor - LNEC
A POÉTICA DO ESPAÇO Gaston Bachelard, Editor - Martins Fontes
NEW METRIC HANDBOOK PLANNING AND DESIGN DATA, Patricia Tuttand and David Adler, Editor - Butterworth - Heinemann Ltd.
REGULAMENTO GERAL DAS EDIFICAÇÕES URBANAS Editor - Porto Editora
ARQUITECTURA E MITO, Bent Parodi, Editor - Pungitopo
A CIDADE ANTIGA Fustel de Coulanges, Editor - Livraria Clássica
STUTTGART: Teoria y practica de los espacios urbanos, Rob Krier, Editor - Gustavo Gili S.A (Edição francesa: “L’Espace de la Ville - Théorie et Pratique”, AAM Éditions)
Publicado por Helena Pinto às 07:05 PM
URBANISMO - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Mestre Arq.º Miguel Berger
1. Objectivos
A cadeira de URBANISMO, no contexto do programa curricular da Licenciatura em Arquitectura da EESSD, interrelaciona-se de forma estreita com as cadeiras de Projecto e Arquitectura Paisagista, constituindo, com a de Desenho Urbano, ministrada no ano subsequente, o percurso curricular de introdução e investigação dos fenómenos territoriais em geral e dos urbanos em especial.
Esta disciplina tem portanto como objectivo conferir aos alunos uma primeira perspectiva de abordagem da problemática projectual através dos seus respectivos contextos territoriais específicos, sejam estes urbanos ou simplesmente rurais. Nesta abordagem disciplinar far-se-à a explanação dos quadros conceptuais e normativos subjacentes à prática urbanística, bem como à do ordenamento e planeamento territorial, estabelecendo-se a diferença das respectivas escalas e da natureza metodológica subjacente a umas e a outras.
2. Metodologia
Com vista a atingir os objectivos propostos partir-se-à do estudo de uma situação concreta relativa a um pequeno aglomerado urbano, por meio da dissecação e análise das diversas vertentes presentes primeiro na transformação e depois no uso e manutenção e desenvolvimento daquele território.
Para tanto seleccionar-se-ão diversos outros aglomerados, em contextos diferentes do de referência, mas de escalas análogas, como forma de, tentativamente, ir conduzindo os alunos na busca das analogias e dissemelhanças da sua composição tipo-morfológica, bem como na reflexão sobre as razões de ser da forma urbana, com vista à construção de um quadro de análise crítica sobre a natureza dos diversos territórios palco da actividade humana, sua conformação e iteracção.
Todo este percurso e abordagem far-se-à através da execução de trabalhos de natureza teórica e prática executados quer em grupo, quer individualmente, enquadrados por aulas com idêntica dicotomia, com vista à preparação dos alunos para a concretização de uma proposta de planeamento e outra de desenho urbano no território de referência.
A disciplina abordará portanto um sistema territorial com uma problemática diversificada mas de escala contida abarcando temas que vão desde a reconversão e expansão urbana, até à ambiental e paisagística. O programa da disciplina incidirá também no estudo, análise e investigação do fenómeno urbano como suporte de uma memória cultural, e civil, e do seu entendimento enquanto arquitectura.
Serão temas de reflexão e de prática operativa na uma escala contida de uma pequeno aglomerado urbano (2.000/3.000 habitantes) as questões da:
. Tipologia – tipologia edificativa, urbana e do espaço público.
. Estrutura do tecido urbano – a rua; a praça; as áreas homogéneas. O traçado primário e secundário.
. Forma urbana.
Entretanto a componente teórica visará a investigação conceptual e regulamentar subjacente ao enquadramento jurídico e institucional dos diversos processos urbanos:
. Os níveis de ordenamento e Planeamento do Território;
. Os Panos Regionais de Ordenamento e os Planos Especiais e Sectoriais;
. Os Planos Municipais de Ordenamentos do Território;
. O Plano de Pormenor e o Projecto de Loteamento.
A componente prática abarcará por sua vez:
. A selecção e análise crítica comparativa de modelos urbanos de temática análoga ao ‘estudo de caso’ proposto mas em contextos diversificados;
. A caracterização do território e a leitura e interpretação critica dos instrumentos de planeamento nele vigentes;
. A sistematização de uma Plano de Desenvolvimento Estratégico para um dos aglomerados estudados e respectivos Termos de Referência;
. A elaboração de uma proposta preliminar de acordo com os termos de referência elaborados;
. O desenvolvimento do desenho urbano da proposta com particularização ao nível do desenho arquitectónico de um pequeno espaço urbano equipado;
3. Sítio
Os exercícios a desenvolver terão como aglomerado de partida e referência sobre a vila do Poceirão, pertencente ao Concelho de Palmela, pequeno aglomerado urbano da periferia rural da Área Metropolitana de Lisboa, em processo de transformação e de especulação sobre o seu futuro e real papel no contexto da península de Setúbal.
4. Aulas
Os exercícios serão acompanhados por aulas de experimentação, com acompanhamento e esclarecimento aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, isoladamente ou em grupo, intercaladas por aulas de exposição de matéria teórica base.
4.1. Fichas A5 dos trabalhos
De todos os trabalhos gráficos serão elaboradas pequenas fichas em formato A5 numa estrutura gráfica uniforme para todos os alunos, que funcionará como base para a concretização de uma publicação final do ano.
Nestas páginas os alunos terão de mostrar a abordagem ao sítio e tema do ano, através de uma sintetize do trabalho desenvolvido na disciplina recorrendo às peças elaboradas durante o ano lectivo – esquemas, croquis, esquissos, desenhos rigorosos, memórias descritivas, etc.
5. Avaliação
A avaliação será contínua, efectuada através do acompanhamento e da apreciação do desenvolvimento dos trabalhos, complementada por exercícios de avaliação pontual e da participação e presença nas aulas e possui as seguintes vertentes: a já referida avaliação contínua, a avaliação periódica que incide sobre as apresentações públicas de cada um dos trabalhos etápicos realizados, a realização de provas escritas – testes e/ou frequências - e um exame final, realizado perante júri, onde se avalia o resultado global de todos os trabalhos do ano, tendo em conta as classificações anteriores e as outras componentes de avaliação.
Será feito um registo de presenças em todas as aulas, relevando para a apreciação global um mínimo de 60 % presenças nas aulas.
6. Interdisciplinaridade
Pretende-se que os alunos integrem nos exercícios propostos, conceitos e conteúdos assimilados nas diferentes disciplinas dos anos anteriores, bem como do ano em curso essencialmente ao nível do:
. Projecto – como disciplina própria, de referência nomeadamente nas questões das tipologias edificativas e da configuração da forma edificada da cidade.
. Desenho e construção da Paisagem.
Bibliografia de referência (títulos existentes na biblioteca a negrito)
. A Arquitectura da Cidade – Aldo Rossi – Gustavo Gilli
. Arquitectura da Cidade, Limite da Forma Urbana – Luís Afonso – FA UTL – Tese
. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade – José Lamas – Fundação Gulbenkian / Fundação para a Ciência e Tecnologia, Lisboa, 2000.
. Formas Urbanas – Jorge Carvalho – Ed. Minerva Coimbra
. Ordenar a Cidade – Jorge Carvalho – Ed. Quarteto
. L’Urbanisme, utopies et realités – une anthologie – Françoise Choay – Ed. Seuil
. A linguagem silenciosa – Edward T. Hall – Ed. Relógio d’Água
. Elementos de Analisis Arquitectónico – José Manuel Garcia Roig – Ed. Univ. Valladolid
. Análise das tipologias urbanas – Luciano Patetta
. On Adam’s House in Paradise – The Idea of the Primitive Hut in Architectural History – Joseph Rykwert – Ed. MIT Press
. Textos de apoio e enquadramento específicos serão facultados gradualmente durante o decurso do ano lectivo.
Bibliografia complementar
ALBERTI, Leon Battista
“L’Art D’edifier”, Éditions du Seuil, Paris, 2004.
ALEXANDER, Christopher
“Uma cidade não é uma árvore”, in revista Arquitectura nº 95, Fevereiro 1967.
AYMONINO, Carlo
“O Significado das Cidades”, Editorial Presença, Lisboa, 1984.
BENÉVOLO, Leonardo
“Diseño de la ciudad vol. I., vol II, vol, III, vol IV, vol V La descripción del ambiente”, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1982.
CASTELLS, Manuel
"A Questão Urbana", Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1983.
CHOAY, Françoise
La règle et le modèle, Éditions du Seuil, Paris, 1980.
CHOAY, Françoise
L'Allégorie du Patrimoine, Éditions du Seuil, Paris, 1992.
CULLEN, Gordon
"A Paisagem Urbana”, Ed. 70, Lisboa.
FRAGA, Francisco Javier Monclús; BAÑALES, José Luis Oyón,
“Elementos de Composición Urbana”, Edition UPC, Barcelona, 2001.
FRAMPTON, Kenneth
“História Crítica da Arquitectura Moderna”, Martins Fontes, São Paulo, 1997.
GIEDION, Sigfried
“Space, Time and Architecture”, Harvard College, 1982.
HALL, Peter
“Cities of Tomorrow, Basil Blackwell, Oxford, 1988.
HOLL, Steven
“Entrelazamientos, Steven holl, obras e proyectos, 1989 – 1995”, Gustavo Gili, Barcelona, 1997.
JENCKS, Charles
“Movimentos Modernos em Arquitectura”, edições 70, Lisboa, 1992.
KOSTOF, Spiro
“The City Assembled. the elements of urban form through history”, Thames & Hudson, Londres, 1992.
KOSTOF, Spiro
“The City Shaped, Thames & Hudson”, Londres, 1991.
KRIER, Leon
"Arquitectura, escolha ou fatalidade"
KRIER, Robert
"L'Espace de Bâtir les Villes", Ed. Archives d'Architecture Moderne, Bruxelas, 1975.
KRIER, Robert
“El espacio urbano”, Editorial Gustavo Gili, S.A.,Barcelona, 1981.
LAVEDAN, Pierre
“Géographie des Villes”, Gallimard, Paris, 1959.
LE CORBUSIER
“Maneira de pensar o Urbanismo”, Publicações Europa-América, Sintra, 1977.
LE CORBUSIER
“La Charte d'Athènes”, Éditons de Minuit, SL, 1957.
LE CORBUSIER
“The Modulor”, Fondation Le Corbusier, Paris, 2001.
LE CORBUSIER
“Urbanismo”, Martins Fontes, São Paulo, 1992.
LEFEBVRE, Henri
“La prodution de l'espace”, Anthropos, Paris, 2000.
LÔBO, Margarida Souza
“Planos de Urbanização. A Época de Duarte Pacheco”, Direcção Geral do ordenamento do Território; Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Porto, 1995.
LYNCH, Kevin
“A Imagem da Cidade”, Edições 70, 1982.
LYNCH, Kevin
“A Boa Forma da Cidade”, Edições 70, 1999.
MEISS, Pierre von
“De la Forme au Lieu (Une introduction à l’étude de l’architecture)”, .......
MERLIN, Pierre
“L'Urbanisme”, Presses Universitaires de France, Paris, 1991.
MERLIN, Pierre; CHOAY, Françoise
“Dictionaire de l'Urbanisme et de l'Aménagement”, Presses Universitaires de France, Paris, 1988.
MERLEAU-PONTY
“O olho e o espírito”, Veja, 2002.
MERLEAU-PONTY
“Fenomenologia da Percepção”, Martins Fontes, São Paulo, 1994.
MONTANER, Josep Maria
“Arquitectura e Crítica”, Gustavo Gili, Barcelona
MONTANER, Josep Maria
“Depois do Movimento Moderno, Arquitectura da segunda metade do século XX”, Gustavo Gili, Barcelona, 2001.
MORRIS, Anthony
“Historia de la forma urbana. Desde sus orígenes hasta la Revolución Industrial”, Editorial Gustavo Gili S.A., Barcelona, 1991.
MUMFORD, Lewis
“A cidade na História, suas origens, transformações e perspectivas”, Martins Fontes, São Paulo, 1982.
NORBERG-SCHULZ, Christian
“Arquitectura Occidental, Editorial Gustavo Gili, S.A., Barcelona, 1999.
NORBERG-SCHULZ, Christian
“Genius Loci”
PALLADIO, Andrea
“Les quatre livres de l'architecture”, Arthaud, Paris, 1980.
PANERAI, Philippe; DEPAULE, Jean-Charles; DEMORGON, Marcelle
“Analyse Urbaine”, Éditions Parenthèses, 1999.
PANERAI, Philippe; MANGIN, David
“Project Urbain”, Éditions Parenthèses, Marselha, 1999.
POÈTE, Marcel
"Introduction à l'Urbanisme", Boivin, Paris, 1929 - 1ª edição. Reedição Col. Société et Urbanisme, Edit. Anthropos, Paris, 1974.
PORTAS, Nuno
“Cerdà e os traçados”, in revista Arquitectura nº138, Setembro/Outubro 1980.
RAGON, Michel
“Histoire Mondiale de l’architecture et l’urbanisme Modernes, Pratiques et méthodes, 1911 - 1971”, Editions Casterman, 1972.
ROWE, Colin; KOETTER, Fred,
“Ciudad collage”, Gustavo Gili, S.A., Barcelona,1981.
RIBEIRO TELLES, Gonçalo; CALDEIRA CABRAL, Francisco
“A Árvore em Portugal”, Assírio Alvim, Lisboa, 1999.
SORIA Y MATA, Arturo
“La Cité Linéaire”, Centre d'Etudes et de Recherches Architecturales, Paris, 1979.
UNWIN, Raymond
“Town Planning in Practice. An Introduction to the Art of Designing Cities and suburbs” - Ficher Unwing, London, 1909/1911. Tradução castelhana: “La Práctica del Urbanismo, una Introducción al Arte de Proyectar Ciudades y Barrios”, Gustavo. Gili, Barcelona, 1984.
VENTURI, Robert
“Complexity and Contradiction in Architecture”, The Museum of Modern Art, New York, 1966.
VITRÚVIO, Marco Poleão
“Os dez livros de Arquitectura”, Departamento de Engenharia Civil; Instituto Superior Técnico, Lisboa, 1998.
ZUMTHOR, Peter
“Pensar la Arquitectura”, Gustavo Gili, Barcelona, 2004.
Publicado por Helena Pinto às 06:59 PM
ECONOMIA - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Dr. João Aldeia
Objectivos Gerais
Formação base nos conceitos e leis económicas
Integração histórica da evolução da teoria económica
Interligação e integração da Economia com outras áreas do conhecimento,
e especificamente a Arquitectura
Conteúdo programático
Introdução
Metodologia da Economia.
Correntes e Escolas do pensamento económico.
Microeconomia e Mercados
Definição, noções e conceitos.
Factores produtivos.
Lei da Procura.
Lei da Oferta.
Mercado.
Elasticidade.
Utilidade.
Curvas de Indiferença.
Custos.
Oferta em concorrência perfeita.
Monopólio e oligopólio.
Concorrência monopolística.
Moeda.
Mercado de Emprego.
Preços e inflação.
Macroeconomia
Definição, noções e conceitos.
Contabilidade Nacional.
Despesa e Função Consumo.
Poupança e Investimento.
Oferta e Procura agregadas.
Ciclos económicos.
Comércio Internacional.
Taxas de câmbio e Sistema Financeiro Internacional.
Desenvolvimento Económico.
Economia da Construção
O Sector da Construção.
Construção Civil e Obras Públicas em Portugal.
Eco-eficiência e Avaliação de Ciclo de Vida.
"Desconstrução".
Metodologia
A Cadeira será estruturada em torno de aulas teóricas e aulas práticas com exercícios de aplicação das matérias dadas.
Avaliação
A avaliação será feita através de duas provas escritas semestrais (frequências) e/ou exame final.
Bibliografia básica (títulos existentes na biblioteca a negrito)
ECONOMIA, Paul Samuelson e William Nordhaus, Ed. McGraw-Hill de Portugal, Lisboa., 1993
DESENVOLVIMENTO REGIONAL, A. Simões Lopes, Ed. Fundação C. Gulbenkian, Lisboa, 1980
GUIA DOS INDICADORES ECONÓMICOS, THE ECONOMIST, Ed. Caminho, Lisboa, 1994
L´ARCHITECTURE DES VILLES, Ricardo Bofill e Nicolas Véron, Ed. Odile Jacob, Paris, 1995
GESTÃO DE PROJECTOS, Victor Sequeira Roldão, Ed. Monitor, Lisboa, 1992
A METODOLOGIA DA ECONOMIA, Mark, Blaug, Ed. Gradiva, Lisboa, 1994
O QUE OS ECONOMISTAS SABEM, Robert B. Carson, Ed. Jorge Zahar, Rio de Janeiro,1992
Publicado por Helena Pinto às 06:45 PM
HISTÓRIA DA ARQUITECTURA PORTUGUESA - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Mestre Arq.º R. V. Almeida
Objectivos gerais
Pretende-se que os alunos se sensibilizem para a especificidade da Arquitectura Portuguesa, e para a problemática das abordagens regionalistas ou etnocêntricas, distinguindo questões de atraso e de resistência no âmbito da Arquitectura Portuguesa e da sua inserção no mundo contemporâneo.
A disciplina pretende constituir um suporte de conhecimento histórico e teórico, conducente a um correcto entendimento da actuação actual que o arquitecto tem dentro de uma realidade temporal e espacial concreta que é a do final do século XX e a da região de Setúbal e do sul de Portugal. O programa articulará o estudo da obra de arquitectura enquanto facto único e irredutível, com o conjunto de relações que estabelece com o seu meio, e com a corrente mais alargada das formas da Arquitectura entendidas num campo temporal alargado. Esta articulação permitirá mais uma vez definir e focalizar o tema dominante da disciplina, a arquitectura como constância e câmbio. A dialéctica estabelecida entre estes dois vectores, permite problematizar em seu torno, temas mais vastos da história da Arquitectura, das teorias da Arquitectura e dos processos projectuais. Pretende-se ainda que os alunos aprofundem metodologias de investigação que permitam a constituição de um património científicamente válido de informação para a região.
Como objectivos específicos pretende-se que os alunos se familiarizem com as seguintes questões:
- Aprofundamento do estudo da Constância e Câmbio.
- Estudo de obras e de temas de arquitectura portuguesa.
- A arquitectura popular como manifestação arquitectónica e cultural.
- A classificação e o estabelecimento de "tipos" formais
- Tradição e Modernidade na Arquitectura Portuguesa.
- A cidade portuguesa ao longo da história.
- A cidade portuguesa actual: modos de transformação ao longo do século XX.
- Ideologias nacionalistas na arquitectura portuguesa.
- Os fenómenos de autor na arquitectura portuguesa contemporânea.
Interrelação Disciplinar
Projecto III – Tecnologias III – Urbanismo
Conteúdos Programáticos
Primeiro Semestre
1. A Arquitectura na região de Setúbal
1.1 Arquitectura de excepção.
1.2 Arquitectura corrente.
2. A Arquitectura Popular: Mentalidade e arquitectura
2.1 A postura do problema. Arquitectura de excepção, arquitectura corrente e arquitectura popular.
2.2 Tradições formais, construtivas e espaciais: fenómenos de resistência e atraso.
2.3 Regionalismo na arquitectura portuguesa.
2.4 Contaminação e mestiçagem na arquitectura portuguesa: a casa "do brasileiro", a casa do emigrante e as aglomerações de génese ilegal (clandestinas).
2.5 Exemplos de contaminação por via erudita: a casa rural dos arredores de Lisboa.
2.6 Tipos e tipologias na arquitectura popular.
2.7 Povoados portugueses: a vila e a aldeia.
2.8 Formas tradicionais de actuação e controle do território.
2.9 Exemplos contemporâneos de intervenções em casas rurais.
3. A Formação da Cidade Portuguesa
3.1 A tradição antiga e a dominação islâmica
3.2 O Povoamento e a formação da nacionalidade
3.3 Cidades de Fundação
3.4 As primeiras renovações urbanas e o espaço público
Segundo Semestre
4. O Estilo Chão e a Tradição Urbana Portuguesa nos séculos XVI a XVIII.
4.1 A influência italiana na arquitectura portuguesa do século XVI.
4.2 Sinais de resistência e afirmação da arquitectura portuguesa: Geometria, austeridade e desornamentação.
4.3 Afirmação e consolidação de valores nacionais na arquitectura portuguesa nos séculos XVII e XVIII.
4.4 A arquitectura militar: breve introdução aos principais sistemas de fortificação dos séculos XV a XVIII e sua importância no contexto da arquitectura e da cidade europeia.
4.5 A arquitectura militar em Portugal: sua importância na formação de uma escola portuguesa de arquitectura e urbanismo.
4.6 A prática urbana em Portugal nos séculos XVI e XVII.
4.7 As cidades portuguesas nos territórios de além-mar: novas fundações urbanas e a eventual especificidade do urbanismo português.
4.8 Os novos traçados urbanos na época pombalina: a Baixa de Lisboa, Vila Real de Santo António, Porto Côvo e o Porto dos Almadas.
5. A Arquitectura Portuguesa no século XX.
5.1 Ecletismo de início de século.
5.2 A introdução do betão armado e as procuras de modernidade.
5.3 As iniciativas do estado na arquitectura dos anos 30, 40 e 50: monumentalidade, classicismo e modelos de renovação urbana.
5.4 A arquitectura como instrumento de actuação urbana.
5.5 A nova modernidade dos anos 50: novas tecnologias, novos materiais e novos programas.
5.6 A ambiguidade da arquitectura portuguesa entre a tradição e a modernidade: Januário Godinho, Keil do Amaral, Fernando Távora e Álvaro Siza.
5.7 As expansões urbanas nas décadas de 50 e 60.
5.8 O processo revolucionário: a suspensão da arquitectura e as operações S.A.A.L.
5.9 Os anos 80 e 90 na arquitectura portuguesa.
5.10 O território e a paisagem: duas novas noções.
5.11 A transformação acelerada do território português nos últimos anos: expansões urbanas, loteamentos casuísticos, aglomerações clandestinas e as infraestruturas de transportes e comunicações.
5.12 A arquitectura como meio de actuação alternativo aos instrumentos correntes de ordenamento do território.
5.13 As intervenções no património: património monumental, cultural e contemporâneo.
Avaliação
A avaliação será feita através da observação directa aos alunos ao longo das suas intervenções ao longo do ano lectivo, e ainda através de testes escritos e de trabalhos teórico-práticos. Os trabalhos incidirão sobre os temas do programa, sendo cada tema específico definido por prévio acordo entre o docente e o(s) aluno(s).
Bibliografia(títulos existentes na biblioteca a negrito)
A bibliografia indicada está referenciada às edições actuais disponíveis em Português. Sempre que possível é indicada a data de edição original.
Durante as primeiras semanas do ano lectivo será distribuída uma bibliografia complementar comentada, sobre alguns dos temas do programa.
É ainda de referir que, desde 1980, têm vindo a ser realizados trabalhos académicos no âmbito de dissertações de mestrado e de doutoramento, que, apesar de permanecerem na sua maior parte inéditos, constituem um acervo importante para os estudos de arquitectura em Portugal; de referir como instituições mais importantes neste aspecto o Departamento de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, as Faculdades de Letras das Universidades de Lisboa e do Porto e ainda as Faculdades de Arquitectura de Lisboa, Porto e Coimbra.
Bibliografia básica
A Arquitectura Popular em Portugal. Lisboa: Associação dos Arquitectos Portugueses, 1992.
Arquitectura do Século XX: Portugal. Lisboa-Frankfurt: DAM, Portugal-Frankfurt 97, 1997.
Arquitectura Popular dos Açores. Lisboa: Ordem dos Arquitectos, 1999 (no prelo).
ALMEIDA, Rogério Paulo Vieira de - O Peso da História. In Almeida, Rogério Paulo Vieira de - Álvaro Siza: O Tempo e o Sentido - A Obra e o Arquitecto 1948-1995. Porto: FAUP, 1999 (no prelo).
ARAÚJO, Renata Malcher - Cidades de Fundação Portuguesa na Amazónia. Porto: FAUP, 1998.
Arquitectura Portuguesa Contemporânea: Anos Sessenta / Anos Oitenta. Porto: Fundação de Serralves, 1991.
CALDAS, João Vieira - A Casa Saloia dos Arredores de Lisboa. Porto: FAUP, 1999 (no prelo).
História da Arte Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores, vol. III, 1995.
KUBLER, George - Arquitectura Portuguesa Chã. Entre as Especiarias e Diamantes. Lisboa: Vega, 1988 (1ª ed. 1972)
PORTAS, Nuno - A Evolução da Arquitectura Moderna em Portugal, uma Interpretação. In ZEVI, Bruno - História da Arquitectura Moderna. Lisboa: Arcádia, 1978.
RIBEIRO, Orlando - Mediterrâneo: Ambiente e Tradição. Lisboa: F. C. G., 1987.
Bibliografia complementar
ALMEIDA, Pedro Vieira de - A Arquitectura Moderna em Portugal. Lisboa: Alfa, 1986.
ALMEIDA, Rogério Paulo Vieira de - Panorama da Arquitectura Portuguesa Actual. In Enciclopédia Portugal Moderno: Artes e Letras. Lisboa: POMO, Vol. 7, 1992.
BARROS, Henrique de ; BASTOS, Eduardo Alberto Lima - Inquérito à Habitação Rural. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa, 1943-1948, 2 vol.
CORREIA, José Eduardo Horta - Urbanismo em Portugal. Lisboa: Alfa, 1991.
CORREIA, José Eduardo Horta - Arquitectura Portuguesa: Renascimento, Maneirismo e Estilo Chão. Lisboa: Presença, 1991.
CORREIA, José Eduardo Horta - Vila Real de Santo António. Porto: FAUP, 1998.
COSTA, Alexandre Alves - Introdução ao Estudo da Arquitectura Portuguesa. Porto: FAUP, 1995.
Desenho Etnográfico de Fernando Galhano. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica; Centro de Estudos de Etnologia, 1985.
FERREIRA, Alfredo Durão de Matos - Aspectos da Organização do Espaço Português. Porto: FAUP, 1995.
KUBLER, George - La Configuración del Tiempo. Observaciones sobre la Hist¬oria de las Cosas. Madrid: Nerea, 1988 (1ª ed. 1962)
LEVI-STRAUSS, Claude - Tristes Trópicos. Lisboa: Ed. 70, 1981 (1ª ed. 1959)
LINO, Raul - Casas Portuguesas. Lisboa: Cotovia, 1992.
LOBO, Margarida de Sousa - Duas Décadas de Planos de Urbanização em Portugal. Porto: FAUP, 1995.
MACHADO, José Luis Pinto - Habitação Rural. Lisboa: Instituto Fontes Pereira de Melo, 1984.
MARTINS, Mário Correia - A Côr na Arquitectura de Lagos. Lagos: Câmara Municipal de Lagos, 1994.
Moderno Escondido. Porto: FAUP, 1997.
Património Cultural Construído. Loures: Câmara Municipal de Loures, 1988.
Points de Répère: Architectures du Portugal. Bruxelles: Fondation Europalia International. 1991
PORTAS, Nuno - A Cidade como Arquitectura. Lisboa: Livros Horizonte, 1969.
RIBEIRO, Orlando - A Arrábida: Esboço Geográfico. Sesimbra: Câmara Municipal de Sesimbra, 1986.
RIBEIRO, Orlando - Geografia e Civilização: Temas Portugueses. Lisboa: Livros Horizonte, s.d.
RIBEIRO, Orlando - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1987.
Universo Urbanístico Português. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1998.
TOSTÕES, Ana Cristina dos Santos - Os Verdes Anos: Arquitectura Portuguesa nos Anos 50 ou o Movimento Moderno em Portugal. Porto: FAUP, 1997.
Publicado por Helena Pinto às 06:16 PM
TECNOLOGIAS 3 - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.ª Maria do Céu C. Medeiros Martins
Objectivos gerais
Este curso será o culminar da formação lectiva na área generalista das tecnologias construtivas. Todavia, e antes da materialização de um projecto de execução de Arquitectura, importa desenvolver alguns aspectos, apenas passíveis de bom entendimento nesta fase do aprendizado, tal como a técnologia da Arquitectura dos grandes vãos e a legislação específica e normativa a ter em consideração durante a execução do projecto.
PROGRAMA
I - Introdução
-Definição do âmbito da disciplina e seu plano de trabalhos.-Bibliografia geral e específica
II - Redes e Instalações especiais.
III – Sistemas construtivos de vector activo, superfície activa, massa activa e mistos.
-Análise e descrição dos sistemas.
IV - Regulamentação específica aplicada à tecnologia arquitectónica.
V - O projecto de execução
Metodologia
Aulas teóricas e teórico-práticas.
O curso será ministrado em módulos teóricos, seguidos de módulos práticos, com recurso, sempre que possível a situações de simulacro o mais próximo possível da realidade, de modo a preparar e a adequar as capacidades do aluno à prática do exercício da Arquitectura na sua vertente tecnológica.
Esta disciplina será apoiada por uma vertente de mecânica a desenvolver em simultâneo no curso de Estruturas.
Avaliação
Componente Prática 40% Componente Teórica 60%
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos no decorrer das aulas práticas correspondentes aos módulos de matéria do programa.
A avaliação teórica será processada através de testes individuais e sem consulta, a terem lugar na última aula do mês de Janeiro e na última aula do ano lectivo.
Bibliografia Geral (títulos existentes na biblioteca a negrito)
1. Collier’s Enciclopédia; aa.vv.; MacMillan Educational Company, New York, P. F. Collier, Inc., London e New York; 1989
2. BUILDING METHODS AND PRODUCTS -EDITOR DAVID MARTIN AADP REG ARCH, 1984, THE ARCHITECTURAL PRESS.
3. Koncz, Tihamer – Construccion Industrializada, H. Blume Ediciones, Madrid, 1977
4. Hengel, Heino – Sistemas de Estruturas, Hemus Editora, Ldª, Brasil, 1981
5. DATAWIN 99 (CD)– Legislação Portuguesa, OBRAS, Jurinfor, Lisboa, 1999
6. Regulamento Geral da Edificações Urbanas, Porto Editora, Ldª
7. Instruções para cálculo de honorários referentes a projectos de Obras Públicas. Porto Editora, Ldª
8. MORAIS, Isaltino e José Gomes Luís Estatuto Jurídico do Licenciamento Municipal de Obras Particulares, Editora Rei dos Livros, Lisboa, 1996.
9. Regulamento de Segurança Contra Riscos de Incêndio em Edifícios de Habitação
10. Regulamento de Segurança Contra Riscos de Incêndio em Edifícios Administrativos
11. Regulamento de Segurança Contra Riscos de Incêndio em Edifícios Escolares
12. Fotocópias temáticas fornecidas pelos docentes da disciplina
KIND-BARKAUSKAS, Friedbert; et al., Concrete construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção – Volume III, Livros Horizonte
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção – Volume IV, Livros Horizonte
NATTERER, Julius; et al., Timber construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
PEREIRA, Telmo (coord.), Gestão da Construção, Verlag Dashover, Edições Profissionais, Lisboa
PFEIFER, Gunter; et al., Masonry construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
SANTOS, Fernando; et al., Edifícios: Visão Integrada de Projectos e Obras, Ingenium Edições, Lisboa
SCHITTICH, Christian; et. al., Glass construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
SCHULTZ, Helmut C. ; et al., Steel construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
SCHUNK, Eberhard; et al., Roof construction manual, Birkhauser Publishers, Sonnenstrassa 17, D-80331 Munchen, Germany
SOUSA, A. Vaz Serra e; et al., Manual da alvenaria de tijolo, Associação Portuguesa de Materiais Cerâmicos, Coimbra.
SOUSA, A. Vaz Serra e; et al., Manual de aplicação de revestimentos cerâmicos, Associação Portuguesa de Materiais Cerâmicos, Coimbra.
SOUSA, A. Vaz Serra e; et al., Manual de aplicação de telhas cerâmicas, Associação Portuguesa de Materiais Cerâmicos, Coimbra.
Publicado por Helena Pinto às 06:09 PM
ESTRUTURAS 2 - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Prof. Eng.º Fernando Cabral
1. Introdução
Esta disciplina insere-se no curso de Arquitectura na sequência das cadeiras de Estática do 2º. ano e de Estruturas do 3º. ano, que constituem um conjunto de matérias que visam criar uma linguagem comum entre profissionais do ramo de arquitectura e engenharia.
2. Objectivo
Esta cadeira, em particular, tem o objectivo de criar um espírito de liberdade na formação dos estudantes de arquitectura, no sentido de os desinibir das limitações impostas no dimensionamento dos espaços pela lógica da sua construtividade. Concretamente, pretende-se que os arquitectos tenham uma formação adequada para que possam ganhar coragem de projectar estruturas “arrojadas”.
3. Conteúdo programático
O programa da cadeira é ponderadamente articulado com outras disciplinas do mesmo ano e contém duas fases distintas:
3.1 - Análise e projecto de estruturas de cobertura de grandes espaços, com recurso às diversas tecnologias de construção. Definição das exigências funcionais requeridas para cada situação e apreciação qualitativa e quantitativa da distribuição de esforços. Reforço e recuperação de estruturas sujeitas a acções de acidente. Abordagem aos comportamentos dos materiais estruturais, os materiais naturais, a pedra e a madeira, os materiais fabricados tradicionais, a taipa e o adobe, o tijolo, o betão, o aço e os de tecnologias recentes tais como os lamelados colados de madeira, as telas, os compósitos, etc.. Técnicas construtivas e soluções estruturais, estruturas tridimensionais, atirantadas, pré-esforçadas, etc..
3.2 - Técnicas de construção de edificações urbanas. Fundações directas e indirectas, muros de suporte em caves, caixas de escada resistentes, estruturas laminares e porticadas, análise de resistência aos sismos e a ventos excepcionais. Estruturas de betão armado e metálicas. Pormenores construtivos. Problemas específicos de edifícios de grande altura.
1º SEMESTRE
Introdução à Concepção Estrutural
Introdução ao Funcionamento Estrutural
1-Lajes Maciças apoiadas em Vigas
2-Lajes Aligeiradas Pré-Esforçadas
3-Lajes Fungiformes
4-Outros Tipos de Lajes
Betão Armado
1-Composição do Betão
2-Características Resistentes do Betão
3-Características Resistentes das Armaduras
4-Ensaios de Betão
5-Transporte e Colocação do Betão
6-Compactação e Cura
7-Moldes
8-Aspectos Construtivos de uma Betonagem
Concepção de Estruturas de Edifícios Correntes de Betão Armado
1-Critérios Gerais a Considerar na Concepção
2-Tipos de Soluções Estruturais
3-Concepção de Estruturas de Edifícios
Concepção Sísmica de Edifícios
Métodos de Dimensionamento
1-Lajes
2-Vigas
3-Pilares
4-Tirantes
5-Sapatas
2º SEMESTRE
Estruturas Pré-Esforçadas
1-Introdução
2-Tipos de Pré-Esforço
3-Características das Estruturas Pré-Esforçadas
4-Dimensionamento de Estruturas Pré-esforçadas
5-Forças Equivalentes ao Pré-esforço
Estruturas Mistas
1-Introdução
2-Lajes
3-Vigas
4-Pilares
Estruturas de Madeira
Técnicas para Recuperação de Estruturas e Reconversão de Edifícios
1-Introdução
2-Tipo de Intervenção
3-Edifícios com Estrutura em Alvenaria
4-Edifícios com Estrutura em Betão Armado
4. Metodologia
A forma de transmissão de conhecimentos será baseada em exemplos práticos e exercícios propostos no sentido da descoberta das soluções possíveis e análise crítica da melhor solução para cada situação. Os problemas abordados deverão pôr sempre em causa a liberdade e os constrangimentos relativos aos confrontos e às dificuldades construtivas.
5. Material didático produzido
Folhas teóricas cobrindo toda a matéria leccionada nas aulas teóricas
Utilização de software interactivo (Microsoft powerpoint)
Fichas de exercícios com problemas práticos de dificuldade crescente
6. Avaliação
Dois testes semestrais de avaliação
Exame 1ª e 2ª épocas
Avaliação contínua; participação nas aulas práticas de resolução de exercícios
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
FARINHA, J.S. Brazão; REIS, A. Correia - Tabelas Técnicas - ed. P. O.B.
CARVALHO, Eduardo Cansado; OLIVEIRA, Carlos Sousa - Construção Anti-sísmica – edifícios de pequeno porte- DIT 13, LNEC
LIMA, J. D´Arga e; MONTEIRO, Vítor; MUN, Mary – Betão armado. Esforços normais e de flexão - LNEC
LIMA, J. D´Arga e – Betão armado. Armaduras. Aspectos gerais - LNEC
LIMA, J. D´Arga e; MONTEIRO, Vítor; PIPA, Manuel – Betão armado. Esforços Transversos, de torção e de punçoamento - LNEC
Regulamento de Segurança e Acções em Edifícios e Pontes - INCM
Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado - INCM
Regulamento de estruturas de aço para edifícios - INCM
Publicado por Helena Pinto às 05:58 PM
outubro 06, 2005
PROJECTO 2 - programa 2005-2006
Disciplina anual (12 horas teórico-práticas por semana)
Docentes:
Mestre Arq.º Miguel Santiago (regente)
Mestre Arq.º Hugo Nazareth Fernandes
OBJECTIVOS
A Disciplina de Projecto tem por objectivo confrontar os alunos com o exercício do Projecto Arquitectónico, nas vertentes complementares da teoria de enquadramento e da sua prática específica. A disciplina de Projecto promove uma experiência curricular a desenvolver ao longo de um ciclo de estudos de dois anos lectivos (biénio do 2º e 3º anos - Projecto I + Projecto II), explorando conteúdos programáticos, teóricos e práticos:
O objectivo essencial da disciplina de Projecto de Arquitectura II do terceiro ano tem como base dois critérios fundamentais:
A montante, na aposta da continuidade dos hábitos de metodologia do projecto de base, no despertar da consciência crítica do aluno para um acto que se quer intelectual antes de ser técnico, naquilo que se entende por criação e análise do espaço arquitectónico, através de exercícios práticos de carácter experimental, faseados por aulas teóricas que visam a contextualização dos temas abordados. No encorajamento da expressão gráfica, que para além da nomenclatura técnica e das normas universais as quais é afecto, é portador de mensagens a nível semiológico que remetem para mecanismos cognitivos supraconscientes da ordem do sensível passíveis de serem descodificados. Deste modo – no seguimento do segundo ano – o correcto entendimento e manuseamento dos conceitos aplicados sob método é comparado ao produto final, que nunca deixará de ser sempre objecto de procura de excelência, criando bases para as metas seguintes.
A jusante, encorajando o desenvolvimento da criatividade técnica e construtiva, aumentando a capacidade de resposta dos alunos para diferentes situações programáticas, tipológicas, construtivas etc., transmitindo noções de qualidade do desenho arquitectónico como linguagem própria, pelo rigor e coerência do desenho técnico, aumentando o grau de informação, recriando ritmos do projecto de execução a partir da escala 1/50.
Em termos gerais, pretende-se ainda a continuidade dos seguintes critérios – anteriormente abordados em Projecto I:
Transmitir os conceitos de Valor e de Verdade do objecto arquitectónico perante si próprio, expressos tanto pela suas capacidades utilitárias como pelas suas capacidades simbólicas, decorrentes dos mecanismos mais ou menos empíricos da resolução da forma e do espaço.
Transmitir os conceitos de Integração, Continuidades e Roturas do objecto pensado/objecto projectado numa determinada realidade (rural ou urbana), com vista ao correcto entendimento dos Valores, Significados e Códigos desse mesmo objecto, contextualizado em relação ao território.
Encorajar a procura de excelência a nível da representação visual do projecto, não só através dos meios convencionais, (desenho à mão levantada e desenho técnico, incluindo perspectivas reais, estudos de sombras, aplicação de aguarelas, pintura a lápis de cor, aguadas, traçados reguladores e maquetas), mas também utilizando o CAD e os sistemas multimédia (concepção tridimensional; apresentação de perspectivas de realidade; inserção do objecto virtual no espaço real; criação de animações em realidade virtual; criação de apresentações em CD-ROM’s ou outros dispositivos).
Transmitir a noção de auto responsabilização do aluno pelas suas propostas perante a sociedade, a cultura e a civilização, numa perspectiva de consciencialização daquilo que mais tarde virá a entender como o código deontológico profissional.
CONTEÚDOS
O terceiro ano do curso tem como tema principal o estudo das variações tipológicas face a diferentes programas e territórios, retomando o tema do habitat, desenvolvido até ao nível da habitação colectiva de carácter misto, assim como na maior complexidade do programa de um equipamento público, através de exercícios práticos faseados em três partes, a entregar sob forma de painéis na fase um e dois, respondendo a critérios específicos de análise: ora na sua vertente conceptual (estudo do espaço; volumetria, geometria; imaginário; representação), ora na sua vertente práctica e construtiva (relação e organização da forma/espaço; programa; contexto; utilização; tecnologias e expressão dos materiais). Finalmente, sob forma de painéis finais, portofolio, maqueta e/ou representações tridimensionais.
METODOLOGIA
Sob forma de:
1. AULAS DE EXPOSIÇÃO DE MATÉRIA BASE.
2. AULAS DE ACOMPANHAMENTO, EXPERIMENTAÇÃO E APLICAÇÃO.
3. AULAS TEÓRICAS
4. VISITAS DE ESTUDO
Nas aulas de acompanhamento procedem-se a exposições orais das várias fases da proposta, por parte do autor, de modo a consolidar, por um lado, o método de avaliação contínua praticado nesta disciplina (pelo treino sistemático de apresentação em público), e permitindo, por outro, à totalidade da turma um acompanhamento em tempo real do trabalho de cada um dos colegas, cabendo ao docente suscitar o debate, a troca de opiniões, o levantar de dúvidas, numa análise interactiva dos vários aspectos particulares que visam a rectificação dos mecanismos mentais operativos e uma clarificação geral das metodologias de projecto em arquitectura.
As aulas teóricas incidem sobre conceitos, projectos e sistemas construtivos, através do visionamento de slides, filmes e outros suportes, com vista à promoção do debate teórico em aula, promovendo e sensibilizando a aproximação interdisciplinar à Teoria e História da Arquitectura – como memória da cultura arquitectónica – ao Desenho – enquanto forma de expressão e comunicação de ideias – assim como às Tecnologias – como aproximação ao rigor tectónico num enquadramento sustentável – ou ao Paisagismo – como parte integrante da visão global necessária ao arquitecto.
As visitas de estudo organizam-se no contexto dos trabalhos realizados ou de carácter mais abrangente, não obrigatoriamente vinculadas aos trabalhos em curso, sendo entregues aos docentes relatórios após cada visita.
O aluno será ainda encorajado a ampliar os seus horizontes de conhecimento através da sua iniciativa própria, nas leituras variadas, assim como pelas démarches individuais que levam à vivência e à experiência dos lugares.
MATERIAL DIDÁCTICO PRODUZIDO
Portofolios; painéis de estudo; maquetas de estudo; relatórios escritos e apresentações sob formato digital.
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
A avaliação é contínua, incidindo sobre a assiduidade, no empenho pelo trabalho, na participação do aluno, no seu talento, na aplicação, na persistência e no zelo demonstrados tanto a nível dos mecanismos mentais assim como na clarificação do exercício finalizado. Ou seja:
1. QUALIDADE DA PROPOSTA
2. ASPECTOS TÉCNICOS E FUNCIONAIS
3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA E PLÁSTICA
4. CUMPRIMENTO DO ENUNCIADO
5. PARTICIPAÇÃO E ASSIDUIDADE
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO
1. PAINÉIS DE ESTUDO DA FASE 1
2. PAINÉIS DE ESTUDO DA FASE 2
3. PORTOFOLIOS, PAINÉIS E EXPOSIÇÃO DO TRABALHO FINAL
Os exercícios são avaliados segundo três fases correspondentes a três entregas. Os painéis de estudo (fase um e dois) são avaliados segundo resposta aos critérios do programa da disciplina (estudo do espaço; volumetria, geometria; imaginário; representação; relação e organização da forma/espaço; programa; contexto; utilização; tecnologias e expressão dos materiais).
Da entrega final devem constar:
Portofolios com identificação do trabalho, autor, disciplina, etc.; memória descritiva; planta de localização; plantas; cortes; alçados; representações tridimensionais (maquetas; fotos de maquetas; axonometrias; modelos virtuais, etc.); esquissos demonstrativos do processo criativo associado ao projecto, esquemas, etc.
Painéis de apresentação em formato A1 tipo KapaLine; Identificação do trabalho, autor, disciplina, memória descritiva (integral ou parcial) etc. estudos de concepção; plantas, cortes e alçados; peças à escala 1/10 000; 1/5000; 1/2000; 1/1000, 1/500, 1/200 e 1/100, 1/50, 1/20; 1/10; 1/5; 1/2 ou 1/1, consoante as necessidades.
Os portofolios são avaliados segundo os seguintes critérios específicos:
- Apresentação gráfica
- Memória descritiva
- Cumprimento do enunciado
- Desenhos técnicos
- Qualidade da proposta
Os painéis finais são avaliados segundo os seguintes critérios específicos:
- Leitura
- Composição
- Síntese (considerando as peças gráficas, ideias ou esboços mais importantes para o devido esclarecimento da proposta).
A exposição do trabalho realizado deverá passar por uma apresentação oral do trabalho, pelo seu autor, na aula, com apoio nas peças gráficas dos respectivos painéis, podendo o aluno recorrer a maquetas de estudo, ao portofolio ou a outras formas de apoio com vista a um mais amplo esclarecimento da proposta (projecção de slides, vídeo, data-show, etc.). A obrigatoriedade de uma apresentação da proposta em maqueta deverá variar consoante os trabalhos. A apresentação oral do aluno será avaliada segundo os seguintes critérios:
- capacidade de transmissão da proposta, através de uma síntese das intenções assumidas pelo autor explanadas nos painéis e na(s) maqueta(s).
- capacidade de argumentação do autor.
No final do Ano Lectivo proceder-se-á a um avaliação geral dos trabalhos elaborados, com vista a uma melhoria ou mesmo um total reequacionamento de um dado exercício, caso tal se justifique, segundo observação dos docentes, constituídos em júri durante os períodos de exame.
Bibliografia básica (títulos existentes na biblioteca a negrito)
AMENDOLA, Giandomenico – La Ciudad Postmoderna. Madrid: Celeste Ediciones, 2000.
BENÉVOLO, Leonardo, História de la Arquitectura Moderna, GG, Barcelona
BLACKBURN, Simon, Dicionário de Filosofia, Gradiva, 1997
CHING, Francis., Architecture: Form, Space & Order, Van Nostrand Reinhold, 1979, New York
CONSIGLIERI, Victor, A morfologia da Arquitectura 1920-1970, vol I e II, Referência/Editorial Estampa, 1994.
CULLEN, Gordon, Townscape, Architectural Press, 1971.
ELIADE, Mircea – O sagrado e o profano - a essência das religiões. Lisboa: Livros do Brasil, [s.d.].
FRANCASTEL, Pierre – Arte e Técnica no Séc. XIX e XX. Lisboa: Ed. livros do Brasil, [1963].
FRAMPTON, Kenneth, História crítica da arquitectura moderna, Martins Fontes, São Paulo, 2000.
GOITIA, Fernando Chueca, Breve História do Urbanismo, Editorial Presença, Lisboa, 1982
GOITIA, Fernando Chueca, Protótipos na Arquitectura Greco-Romana, Ulmeiro, 1996
HEREU, Pere; MONTANER, Josep Maria; OLIVERAS, Jordi – Textos de Arquitectura de la Modernidade. Madrid: Editorial Nerea, S.A., 1994.
KOOLHAAS, Rem – Delirious New York. Roterdão: 010 Publishers, 1994.1ª edição: 1978.
KRIER, Léon, Arquitectura, Escolha ou Fatalidade, Estar Editora, Lisboa, 1999.
KRIER, Rob, Urban Space, Academy Editions, 1991, Londres.
LYNCH, Kevin – A imagem da Cidade. Lisboa: Edições 70, 1982.
MOUTINHO, Mario, A Arquitectura Popular Portuguesa, Editorial Estampa, Lisboa, 1979.
MONTANER, Josep Maria – Las formas del siglo XX. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 2002.
MUNFORD, Lewis – Arte e Técnica. Lisboa: Edições 70, 1986.
PEVSNER, Nicolaus, Origens da Arquitectura Moderna e do Design, Martins Fontes, São Paulo, 1999.
ROSSI, Aldo – A Arquitectura da cidade. Lisboa: Edições Cosmos, 1977.
ZEVI, Bruno, Saber ver a Arquitectura, Dinalivros/Martins Fontes, 1989, Lisboa
ZEVI, Bruno – A linguagem moderna da Arquitectura. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1984.
Bibliografia complementar
ÁBALOS, Iñaki – La Buena Vida. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, SA, 2000.
ALEXANDER, Christopher – El Modo Intemporal de Construir. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1981.
BAUDRILLARD, Jean, Le sistème des objets, Gallimard, Paris, 1968.
BACHELARD, Gaston – La poétique de l’espace. 9º édition Paris: Presses Universitaires de France, 1978.
BENEVOLO, Leonardo – As origens da Urbanística Moderna. Lisboa: Editorial Presença L.da, 1981.
BENEVOLO, Leonardo – A cidade e o arquitecto. Lisboa: Edições 70, 1984.
BENEVOLO, Leonardo – A Cidade na história da Europa. 1ª ed. Lisboa: Editorial Presença L.da, 1995.
CALABRESE, Omar, A Idade Neobarroca, Edições 70, 1987.
CALVINO, Italo – As cidades invisíveis. Lisboa: Editorial Teorema, 1993.
CALVINO, Italo – Porquê ler os clássicos. Lisboa: Editorial Teorema,[DL. 1994].
CALVINO, Italo – Seis propostas para o próximo milénio. 2ª ed. Lisboa: Editorial Teorema, 1992.
CONSIGLIERI, Victor, As Etapas da Significação Arquitectónica 1930-1990, Faculdade de Arquitectura, Universidade Técnica de Lisboa, 1997.
DORFLES, Gillo, O Elogio da Desarmonia, Edições 70, 1986.
ECO, Umberto – Obra aberta. Lisboa: Difel L.da., 1982.
ECO, Umberto – Viagem na irrealidade quotidiana. 3ª ed. Lisboa: Difel L.da., 1993.
FONATTI, Franco – Princípios Elementales de la Forma en Arquitectura, GG, sd, Barcelona.
GRAÇA DIAS, Manuel, Ao Volante, Pela Cidade (dez entrevistas de arquitectura), Relógio D’Agua Editores, Lisboa, 1999.
GRAÇA DIAS, Manuel, O Homem Que Gostava de Cidades, Relógio D’Agua Editores, Lisboa, 2001
KOOLHAAS, Rem – S, M, L, XL. New York: The Monacelli Press, 1995.LE CORBUSIER, A cidade moderna, s.d.
KRIER, Rob, Architectural Composition, Academy Editions, 1991, Londres.LE CORBUSIER – Maneira de pensar o Urbanismo. Lisboa: Publicações Europa América, 1970.
LYOTARD, Jean François – A condição pós-moderna. 2ª ed. Lisboa: Gradiva - Publicações, L.da, 1989.
LYOTARD, Jean François – O inumano: considerações sobre o tempo. Lisboa: Editorial Estampa, 1989.
MERLEAU-PONTY, Maurice, L’OEil et l’Esprit, Éditions Gallimard, Paris, 1964.
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção, Livros Horizonte, 2001.
MIDDLETON, Robin [ed.lit.] – The idea of the City. London: Architectural Associations, 1996. (conjunto de entrevistas elaboradas entre 1971-1990, reunidas posteriormente pelo editor literário).
MONTANER, Josep Maria – Por la modernidad superada / Arquitectura arte y pensamiento del siglo XX. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 2001.
RODRIGUES, António Jacinto – Teoria da arquitectura - O projecto como processo integral na arquitectura de Álvaro Siza. 1ª ed. Porto: FAUP publicações, 1996.
SUMMERSON, John, A Linguagem Clássica da Arquitectura, Martins Fontes, São Paulo, 1997
TAFURI, Manfredo – Projecto e Utopia. Lisboa: Ed. Presença, 1985.
VAN LIER, Henri, L’Animal Signé, De Vischer, 1978.
VIRILIO, Paul, A Inércia Polar, Paris, 1990, Publicações D. Quixote, col. Ciência Nova.
Publicado por Helena Pinto às 10:55 AM
ARQUITECTURA PAISAGISTA - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.ª Paisagista Inês Norton de Matos
Programa
1. Organização da disciplina
A disciplina de Arquitectura Paisagista, de caracter teórico - pratico decorrerá ao longo 36 aulas de 3 horas dividas por 2 semestres.
Ao longo do Ano serão estudados conceitos e elaborados exercícios com o objectivo de incentivar os alunos à investigação sobre as principais dinâmicas que afectam a construção da paisagem e a transformação do território.
Os exercícios propostos na disciplina de Arquitectura Paisagista, sempre que possível, contextualizarão os exercícios propostos no estudo da disciplina de projectos de arquitectura.
2. Principais conceitos teóricos a desenvolver ao longo do ano
PAISAGEM E SISTEMAS NATURAIS
Estudo dos conceitos de Natureza, Território e Paisagem.
O Território como suporte físico da construção da paisagem.
Paisagem como espaço cultural. Natureza como qualidade.
Conceito de limite, escala, estrutura, unidade de paisagem, elementos de composição, percepção, experiência do espaço.
Dinâmicas ecológicas e geomorfologia, pedologia, hidrologia, clima, vegetação.
PAISAGEM E DINÂMICAS SOCIO-CULTURAIS
Estudo da ideia de paisagem.
A paisagem como produção socio-cultural e a sua transformação no tempo.
Caracterização de arquétipos e de topologias.
A paisagem: espaço aberto construído e espaço aberto naturalizado.
3. Programa detalhado
Os conceitos enunciados serão aplicados e experimentados nos diferentes exercícios propostos ao longo do ano.
Será proposto o estudo e a análise sectorial, das diversas componentes que constituem a paisagem enquanto construção do território, com o objectivo de proporcionar ao aluno de arquitectura:
a) a aquisição dos conhecimentos necessários no reconhecimento da potencialidade, capacidade e vocação de construção de um determinado lugar.
b) a capacidade de integrar a construção arquitectónica numa matriz de relações de complementariedade e de indispensabilidade que sustentam a construção de uma determinada paisagem.
c) desenvolver a sensibilidade de intervenção a diferentes escalas, proporcionando diferentes experiências de leitura e apreensão das dinâmicas da paisagem.
O Estudo da construção e transformação paisagem será abordado sobre o ponto de vista natural, temporal, espacial, socio-cultural, e estético.
Serão estudados os temas da génese geomorfologica e sistemas naturais, morfologias e topologia da paisagem, e biótopos.
Serão analisados sistemas de paisagem a várias escalas territoriais, unidades de paisagem; estruturas; percursos, hierarquia, organização territorial e a relação com a ocupação territorial no tempo e no espaço.
Serão estudadas as tipologias adoptadas na construção do espaço e a sua relação ideológica e temporal. Estudo de tipologias como o jardim, a praça, a quinta, a rua, o pátio, a alameda, o parque, o jardim público, o espaço urbano, e ainda as tipologias do espaço rural, campos, socalcos, matas, compartimentação. Serão ainda estudados aspectos de composição, de desenho, memória e percepção.
Avaliação
Avaliação através da apresentação e discussão dos exercícios práticos (individuais e em grupo), a desenvolver ao longo do ano.
BIBLIOGRAFIA (títulos existentes na biblioteca a negrito)
CALDEIRA CABRAL, F. 1993. Fundamentos da Arquitectura Paisagista. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa.
CALDEIRA CABRAL, F. e RIBEIRO TELES, G. 1960. A Árvore em Portugal. Ministério das Obras Públicas. Direcção-Geral de Urbanização. Centro de Estudos de Urbanismo e Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia, Lisboa.
JELLICOE, G. e JELLICOE S. 1987. The Landscape of Man. Shaping the Environment from Prehistory to Present Day. (1ª ed. 1975, ed. rev. e amp. 1987). Thames and Hudson, London.
RIBEIRO, Orlando, Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico
SCHAMA, Simon, Landscape and Memory
MAGALHÃES, Maria Manuela Raposo, Morfologia da Paisagem
HUNT, John Dixon, The After Life of Gardens
NYS, Philippe et al., Les Enjeux du Paysage
CORNER, James, Recovering Landscape
SOJA, Edward, Post-modern geographies
KROLL, Lucien, Tout est Paysage
BERQUE, Agustin, Théorie du Paysage
MOSSER, Monique, L'art du Jardin Occidental. De la Renaissance a nos jours
BAZIN, Germain, Paradeisos
FORMAN, Richard T., Land Mosaics
Publicado por Helena Pinto às 09:39 AM
SOCIOLOGIA - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana - 2h/s no 1º semestre, 4h/s no 2º semestre)
Docente
Dr. ª Ana Paula Ferreira
Objectivos
Pretende-se que o aluno:
• desenvolva capacidades de observação e reflexão sobre o social;
• se conscientize da necessidade de uma observação e reflexão sistemáticas e interdisciplinares;
• se aperceba da importância do papel das ciências sociais na tentativa de “desmontar” a complexidade da vida social, rejeitando soluções lineares;
• reconheça nas ciências sociais a responsabilidade de preparar as sociedades para a mudança que caracteriza o mundo actual.
Programa
Parte I
1. As Ciências Sociais no Mundo Contemporâneo
1.1. O Ecossistema Terra – A realidade social como subsistema da realidade natural;
1.2. A Unidade e a complexidade do social;
1.3. A Complementaridade e a interdependência das ciências sociais;
2. A Sociologia como Ciência Social
2.1. Os Factos Sociais – O Objecto da Sociologia;
2.2. Sociologia Geral e Sociologias Especializadas;
2.3. O Objectivo da Sociologia;
3. Os Elementos Primários da Vida Social
3.1. Processos de Interacção Social;
4. A Socialização
4.1. Processo de Socialização;
4.2. A Socialização como processo de transmissão cultural;
4.3. Agentes de socialização;
4.4. Socialização, Papel social e Estatuto social.
Parte II
1. Sociologia Urbana
1.1. A grande cidade moderna
1.2. A questão habitacional
1.3. A prática do planeamento
1.4. Teorias da Urbanização – Teóricos: Tonnies, Simmel, weber, wirth e Escola de Chicago.
Parte III
1. Ecologia Social
1.1. Ecologia social do habitat urbano, nomeadamente em relação com a qualidade do habitat, os problemas sociais em áreas degradadas, os grupos sociais de risco e os projectos de intervenção no âmbito do desenvolvimento social local;
1.2. Política Social de Habitação;
1.2.1. O que é que a forma como se constrói, como se organiza um território, tem que ver com o modo de vida?
1.2.2. Que explicações existem para a desertificação das cidades?
1.2.3. Actualmente serão as cidades menos atractivas?
1.2.4. O que podemos dizer sobre a organização do espaço?
1.2.5. Os bairros sociais, na sociedade portuguesa, são uma espécie de condomínio que os exclui?
1.2.6. Não será possível encontrar soluções para os casos de grande concentração populacional em que os aspectos arquitectónicos funcionam como factor de exclusão?
1.2.7. Combinar etnias, pessoas de diferentes tipos e metê-las em urbanizações separadas e afastadas dos “outros”, pode ser uma forma de tentar resolver o problema da criminalidade?
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
BARATA, Óscar Soares, Introdução às Ciências Sociais, 5ª Edição, Bertrand Editora, 2º volume, Venda Nova, 1998
BOUNDON, Raymond, (et al), Dicionário de Sociologia, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1990
CASTELLS, Manuel, Problemas de Investigação em Sociologia Urbana, Ed. Presença, Lisboa, 1976
CAVACO, Maria Helena, A Educação Ambiental para o Desenvolvimento, Escolar Editora, Lisboa, 1992
DUBAR, Claude, A Socialização – Construção das Identidades Sociais e Profissionais Porto Editora, Colecção Ciências da Educação, Porto, Novembro de 1997
ÉTIENNE, Jean (et al), Dicionário de Sociologia : As noções os mecanismos e os autores, Plátano Edições Técnicas, Lisboa, 1998
LEDRUT, Raymond, Sociologia Urbana, Forense, Rio de Janeiro, 1971.
MELLOR, J. R., Sociologia Urbana, RÉS-Editora, Lda.
ROSSI, Aldo, A Arquitectura da Cidade, Ed. Cosmos, Lisboa, 1977.
Publicado por Helena Pinto às 09:37 AM
TECNOLOGIAS 2 - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.º Carlos Perry
Objectivos gerais
Tendo como objectivo geral o desenvolvimento das capacidades do aluno na área de Tecnologias Construtivas, apresenta-se, o processo a utilizar no decorrer do curso proposto, como um processo de ensino aprendizagem em termos globais e qualitativos, possibilitando estratégias e métodos variados. A compreensão crítica do envolvimento arquitectónico e ambiental conduzirá a uma aplicação de conceitos, primeiramente intuídos e depois generalizados, a novos contextos sócio-culturais e tecnológicos, revelando-se valiosos instrumentos noutras situações de trabalho, quer na fase de introdução de novos temas, quer na fase de desenvolvimento destes, induzindo o relacionamento de dados antecedentes à prática do Projecto e da Obra, e a aplicação de tecnologias adequadas.
PROGRAMA
I - Introdução
-Definição do âmbito da disciplina e seu plano de trabalhos.-Bibliografia geral e específica
II - Redes Técnicas
III - Coberturas de edifícios
IV – Sistemas construtivos em madeira e mistos de alvenaria estruturada a madeira.
-Análise e descrição dos sistemas.
V - Sistemas construtivos em alvenaria e com estrutura em betão armado.
-Análise e descrição dos sistemas.
-Processos construtivos tradicionais e inovadores.
-Cuidados a observar em projecto de arquitectura, em função do sistema construtivo a utilizar.
VI - Sistemas construtivos em Aço e mistos Aço/B.A.
-Análise e descrição dos sistemas.
-Processos construtivos tradicionais e inovadores.
-Cuidados a observar em projecto de arquitectura, em função do sistema construtivo a utilizar.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e teórico-práticas.
Uma primeira fase essencialmente dedutiva possibilitará o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das capacidades de observação, análise e síntese, conduzindo o aluno à elaboração de conceitos e generalizações. Mais tarde, através da discussão e avaliação das suas próprias conclusões poderá então generalizar princípios e conceitos para contextos diferentes, agora numa estratégia indutiva.
AVALIAÇÃO
Componente Prática 40% Componente Teórica 60%
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos no decorrer das aulas práticas correspondentes aos módulos de matéria do programa.
A avaliação teórica será processada através de testes individuais e sem consulta, a terem lugar na última aula do mês de Janeiro e na última aula do ano lectivo.
Bibliografia Geral(títulos existentes na biblioteca a negrito)
Collier’s Enciclopédia; aa.vv.; MacMillan Educational Company, New York, P. F. Collier, Inc., London e New York; 1989
BUILDING METHODS AND PRODUCTS -EDITOR DAVID MARTIN AADP REG ARCH, 1984, THE ARCHITECTURAL PRESS.
SEGURADO, João Emílio dos Santos, Trabalhos de Carpintaria Civil 7ª Edição, Biblioteca de Instrução Profissional, Livraria Bertrand, Lisboa, s.d.
BRANCO, J. Paz; Manual do pedreiro; L.N.E.C.
COLARES, José Pedro dos Reis; Manual dos Marceneiro, Biblioteca de instrução de profissional, Livraria Bertrand, Lisboa
COLARES, José Pedro dos Reis; Trabalho de Carpintaria Civil, Biblioteca de instrução profissional, Livraria Bertrand, Lisboa
COSTA, F. Pereira da; Enciclopédia prática de construção civil; Portugália Editora, Lisboa
RUIZ, José Zurita; Formulário para a construção; Plátano Editores, 1993, Porto
Biblioteca de Instrução Profissional, Acabamentos das construções, Livrarias Aillaud e Bertrand, Paris-Lisboa.
Biblioteca de Instrução Profissional, Formador e Estucador, Livrarias Aillaud e Bertrand, Paris-Lisboa, 2ª edição
LNEC, Curso de especialização sobre revestimentos de paredes - 1º módulo, Lisboa, 5 a 9 de Novembro de 1990
Regulamento de Canalizações de Águas e Esgotos
Guyot, Alain e Izard, Jean Louis, Arquitectura Bioclimática, Tecmología y Arquitectura, GG, 1980
Carvalho, Licínio Catarino de, Iluminação Natural no Projecto de Edifícios, LNEC / ICT, Inf. Técn., Edifícios / DIT 14
Silva, Armando Cavaleiro e Malato, João José , Geometria de Insolação de Edifícios, LNEC / ICT, Inf. Técn., Edifícios
VIEGAS, João Carlos, Ventilação Natural de Edifícios de Habitação, LNEC
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção – Volume I, Livros Horizonte, 2001
MASCARENHAS, Jorge, Sistemas de Construção – Volume II, Livros Horizonte
Publicado por Helena Pinto às 09:34 AM
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA 3 - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Prof. Doutor Fernando António Baptista Pereira (regente)
1º semestre - Dr. Gustavo Portocarrero
2º semestre - Dr. José Neto
I - Objectivos da cadeira
a) Contribuir para o enriquecimento e valorização da memória visual dos futuros profissionais da arquitectura.
b) Desenvolver a capacidade de leitura da imagem, do objecto e do elemento construído, no tempo e no espaço.
Mais do que um mero acumular de datas, nomes e imagens, em sucessão mais ou menos linear pela História do Homem, pretende-se, nesta cadeira, equacionar as grandes transformações e, sobretudo, a mudança no imaginário das diferentes culturas humanas abordadas e o modo como a arte e a arquitectura expressaram essa mudança.
Daí a importância concedida, no programa da cadeira, às grandes etapas de periodização histórico-artística, centrada na Europa Ocidental e bacia do Mediterrâneo desde o Paleolítico Superior ao final da Idade Média. Perante tão amplo arco cronológico, impunha-se uma selecção de culturas e de momentos que, nas nossas condições actuais, aponta claramente para a opção eurocêntrica. As culturas não europeias, quando referidas, são-no na perspectiva do seu contributo para os sucessivos modelos artísticos dominantes na Europa.
O programa prevê ainda uma introdução teórico-metodológica, em que são abordadas as grandes hermenêuticas histórico-artísticas do século XX, ao longo da qual os alunos são introduzidos no manejo dos operatórios indispensáveis à leitura da obra de arquitectura e do objecto artístico.
II - Conteúdos e Desenvolvimento do Programa
1º Tema: Introdução à Teoria e História da Arte e da Arquitectura:
1.1. O objecto da História da Arte e da Arquitectura. História da Arte e História da Arquitectura; Crítica de Arte e Crítica de Arquitectura.
1.2. Arquitectural, Escultural e Pictural na História da Arquitectura.
1.3. As principais etapas de construção do Discurso Historiográfico sobre a Arte e a Arquitectura.
2º Tema: A Génese das Formas Artísticas e do Espaço Arquitectónico:
2.1. Artefactos das primeiras sociedades de caçadores-recolectores: funções, formas e materiais;
2.2. Pintura e Escultura: a pintura rupestre e a arte móvel no Paleolítico Superior. O suporte e o espaço figurativo; sistemas simbólicos e sequências de evolução formal;
2.3. Arquitectura: das primeiras construções efémeras ao megalitismo. Tipos de estruturas e funções.
3º tema: A Arte e a Arquitectura nos Impérios Agrários e nas Sociedades Agro-Pastoris:
3.1 A Arquitectura e a Arte da Civilização Egípcia: a cidade dos mortos e o templo.
3.2 A Arquitectura e a Arte da Civilização Mesopotâmica: estruturas arquitectónicas e sistemas figurativos.
3.3. A Arte dos Povos das Estepes e do Mediterrâneo Ocidental: povoados fortificados e sistemas decorativos.
4º tema: A Arte na Cidade Antiga:
4.1. As Civilizações Cretense e Micénica: urbanismo, arquitectura e intervenções decorativas;
4.2. Da Polis Helénica ao Império Romano:
4.2.1 A organização do espaço urbano: da polis à urbe;
4.2.2. As ordens clássicas na arquitectura religiosa, civil e militar;
4.2.3. A escultura clássica: da longa duração dos modelos gregos às inovações romanas;
4.2.4. A pintura de cerâmica, os frescos e os mosaicos;
4.3. O Cristianismo e o fim da arte clássica:
4.3.1. Modelos paleocristãos na pintura, na escultura e na arquitectura.
5º tema: A Arte na Cidade de Deus:
5.1. Os modelos artísticos em confronto na Alta Idade Média;
5.2. O renascimento arquitectónico românico:
5.2.1. Fontes, estruturação e irradiação dos modelos: Arte, Igreja e Sociedade:
5.2.2. A simbólica românica na escultura monumental, na pintura mural e na arte do livro;
5.3. Renascimento urbano e arte gótica:
5.3.1. Novos modelos construtivos e a sua regionalização;
5.3.2. A revolução iconográfica: o humanismo e o naturalismo góticos.
III - Metodologia Pedagógica
A carga horária da cadeira (quatro horas semanais) impõe uma Metodologia assente principalmente no Método Expositivo. Os conteúdos do programa serão leccionados com forte apoio no comentário a imagens projectadas (slides e acetatos) e em documentação de apoio. Haverá ainda nas aulas, e tendo em vista as diversas condicionantes, espaço para o debate sobre as temáticas tratadas.
IV - Avaliação
A avaliação da cadeira constará, para além de uma apreciação contínua, baseada na observação da participação dos alunos nos espaços de diálogo, de três provas obrigatórias:
a) um trabalho prático de natureza metodológica sobre o primeiro ponto do programa, de acordo com as normas definidas em Anexo, a entregar no início de Janeiro, e que será apresentado e discutido em aulas práticas do segundo semestre;
b) dois testes: o primeiro teste a realizar no final do 1º semestre e o segundo teste a realizar no fim do 2º semestre;
Enquanto que o trabalho prático visa apurar as capacidades dos alunos na leitura e reflexão teórica sobre os textos ensaísticos de interesse metodológico para a história e a leitura do património construído e das imagens, os testes procuram indagar da progressiva habilitação dos alunos na leitura desse património e dessas imagens ao longo do tempo histórico.
Para serem admitidos à avaliação final os alunos têm de realizar as três provas obrigatórias. A nota final é obtida pela média aritmética das notas das três provas acima descritas, tendo ainda como factor de ponderação a participação e frequência das aulas.
V - Referências bibliográficas de orientação(títulos existentes na biblioteca a negrito)
Obras Gerais
Leituras de acompanhamento
HUYGHE, René (direcção) El Arte y El Hombre, Barcelona: Planeta, 1957-1961, 3 vols. Os textos introdutórios a cada capítulo, da autoria de René Huyghe, foram traduzidos para português com o título: Sentido e Destino da Arte, Lisboa: Edições 70, 1986, 2 vols,
PEVSNER, Nikolaus Perspectiva da Arquitectura Europeia, Lisboa: Ulisseia, 1962
ZEVI, Bruno Saber Ver a Arquitectura, Lisboa: Arcádia, 1977.
A sua leitura é essencial para o acompanhamento das aulas.
Leituras complementares
AA.VV., Ilustrated Dictionary of Historic Architecture, Nova Iorque: Dover Publications, 1977;
GOMBRICH, E.H., L´Art et son Histoire, Paris: Livre de Poche, 1967, II vols.; Existe uma tradução em espanhol: La História del Arte contada por E.H. Gombrich, Madrid: Debate/ Círculo de Lectores, 1997; e existe ainda uma edição brasileira.
HAUSER, Arnold, História Social da Arte e da Cultura, Lisboa: Vega/Estante Editora, 1989 (existe uma edição brasileira com o título História Social da Arte e Literatura, S. Paulo: Martins Fontes)
JANSON, H., História da Arte, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979;
1º Tema
Leitura de acompanhamento
ARGAN, Giulio Carlo, Arte e Crítica de Arte, Lisboa: Estampa, 1988;
ARGAN, Giulio Carlo e FAGIOLO, Maurizio, Guia de História da Arte, Lisboa: Estampa, 1994;
BAZIN, Germain, Histoire de l´Histoire de l´Art, Paris: Albin Michel, 1986 (Há uma edição brasileira: História da História de Arte, S. Paulo: Martins Fontes, 1989, Colecção a);
CREMADES, Ferguera e Turina, Guia para el Estudio de la História del Arte, Madrid: Cátedra, 1980;
Leituras complementares
BAYER, Raymond, História da Estética, Lisboa: Estampa, 1979;
CLARK, Kenneth, O Nú, Lisboa: Ulisseia, s/d;
IDEM, A Paisagem na Arte, Lisboa: Ulisseia, s/d;
IDEM, Civilización, Madrid: Cátedra, 1979, II vols.;
FRANCASTEL, Pierre, Études de Sociologie de l´Art, Paris: Denoel, 1970;
Leituras recomendadas para o trabalho prático
ARNHEIM, Rudolph, Arte e Percepção Visual (existe uma edição brasileira e outra em língua espanhola: Arte y Percepción Visual. Psicologia de la vision creadora, Buenos Aires: Editorial Universitária, 1976;
*IDEM, O Poder do Centro, Lisboa: Edições 70, 1983;
BERGER, John, Modos de Ver, Lisboa: Edições 70, 1987;
*BRONOWSKY, Jacob, Arte e Conhecimento, Lisboa: Edições 70, 1983;
CALABRESE, Omar, A Linguagem da Arte, Lisboa, Presença, 1986;
ECO, Umberto, A Definição da Arte, Lisboa: Edições 70, 1990;
FOCILLON, Henri, A Vida das Formas, Lisboa: Edições 70, 1988;
FORMAGGIO, Dino, Arte, Lisboa: Presença, 1985;
FRANCASTEL, Pierre, Imagem, Visão e Imaginação, Lisboa: Edições 70, 1987;
IDEM, Arte e Técnica nos séculos XIX e XX, Lisboa: Livros do Brasil, s/d;
GOMBRICH, E.H., Arte e Ilusão, S. Paulo, Martins Fontes, 1995 (edição brasileira);
HADJINICOLAOU, Nicos, História da Arte e Movimentos Sociais, Lisboa: Edições 70, 1989;
HAUSER, Arnold, Teorias da Arte, Lisboa: Presença, 1973;
HUYGHE, René, O Poder da Imagem, Lisboa: Edições 70, 1986;
*KRIS, Ernst e KURZ, Otto, Lenda, Mito e Magia na Imagem do Artista, Lisboa: Presença, 1988;
KUBLER, George, A Forma do Tempo, Lisboa: Vega, 1991;
PANOFSKY, Erwin, Estudos de Iconologia. Temas humanísticos na Arte do Renascimento, Lisboa: Estampa, 1982 (2º edição de 1995)
IDEM, O Significado das Artes Visuais, Lisboa: Presença, 1989;
*IDEM, Idea, Madrid: Cátedra, 1974 (edição espanhola);
*WÖLFFLIN, Heinrich, Conceitos Fundamentais da História da Arte, S. Paulo: Martins Fontes, 1996;
2º tema
Leitura de acompanhamento:
LEROI-GOURHAN, André, As Religiões da Pré-História, Lisboa: Edições 70, 1983;
Leituras complementares:
AA.VV., Vale do Côa Arte Rupestre e Pré-História, Lisboa: Parque Arqueológico do Côa, 1996;
AA.VV., Arte Rupestre e Pré-História do Vale do Côa. Trabalhos de 1995-96. Relatório científico ao governo..., Lisboa: Ministério da Cultura, 1997;
BRIARD, J., Les Mégalithies de L´Europe Atlantique. Architecture et art funéraire (5000- 2000avant J.C.), Paris: Éditions Errance, 1995;
CALADO, Manuel, "Menires, Alinhamentos e Cromlechs", in João Medina (dir.), História de Portugal, Lisboa: Ediclube, 1993, vol.I, pp. 294-301
DELICES, Germán, El Magalitismo Ibérico, Barcelona: História 16, 1985, Cuadernos História 16, nº 233;
GIEDION, Sigfried, El Presente Eterno: Los Comienzos del Arte, Madrid: Alianza, 1988;
GONÇALVES, Victor, "As Práticas Funerárias nas Sociedades do 4º e do 3º Milénio. O Megalitismo" in João Medina (dir.), História de Portugal, Lisboa: Ediclube, 1993, vol.I, pp.246-294 e 302-323
GUILAINE, Jean, La Mer Partagée. La Méditerranée Avant L´Écriture: 7000-2000 a.C., Paris: Hachete, 1994;
LEROI-GOURHAN, André, Préhistoire de L´Art Occidental, Paris, Mazenos, 1965 (2º edição de 1996);
NOUGIER, Louis-René, L´Art de la Préhistoire, Paris: Le Livre de Poche, 1993;
3º tema
BENDALA, Manuel, Arte Ibérica, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 10;
CASTRO, Maria Cruz Fernandez, La Edad de los Metales, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 4;
CORDOVA, J. e LARA, Federico, Entorno Mesopotámico, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 6;
FAURE, Élie, A Arte Antiga, S. Paulo: Martins Fontes, 1990;
FREIJEIRO, António Blanco, Egipto, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 1 e 2;
GIEDION, Sigfried, El Presente Eterno: Los Comienzos de la Arquitectura, Madrid: Alianza, 1993;
LUCAS, Rosario, El Arte Calcolítica, Barcelona: História 16, 1993, Cuadernos de Arte Español, nº 81;
PEINADO, Federico Lara, Mesopotamia, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 5;
SPENCE; Lewis, Mitologia Egípcia, Lisboa: Estampa / Círculo dos Leitores, 1996;
WIESNER, Joseph, Egipto, Lisboa: Verbo, 1971, col. ARS MUNDI, nº 15;
ZOILO, Joaquim C., Iran e la Arte de las Estepes, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 11;
4º tema
ARRESE, Miguel Cortés, Bizancio, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 14;
ELVIRA, Miguel Angel, Grecia III, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 9;
ELVIRA, Miguel Angel e FREIJEIRO, António Blanco, Etruria. Roma Republicana, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 12;
FAURE, Élie, A Arte Antiga, S. Paulo: Martins Fontes, 1990;
FREIJEIRO, António Blanco, Roma Imperial, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 13;
GRACIA, Jacobo Storch, Grecia I, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 7;
HAMILTON, Edith, A Mitologia, Lisboa: D. Quixote, 1983;
HOMO, Léon, Rome Impériale et l´Urbanisme dans l´Antiquité, Paris, Albin Michel, 1971;
LEÓN, Pilar, Grecia II, Barcelona: História 16, 1989, Colecção História del Arte, nº 8;
5º tema
D´ARCHIMBAUD, Gabrielle Démians, Histoire Artistique de L´Occident Médiéval, Paris: Armand Colin, 1992;
DUBY, Georges, O Tempo das Catedrais. A Arte e a Sociedade: 980-1420; Lisboa: Estampa, 1979;
IDEM, S. Bernardo e a Arte Cisterciense, Lisboa: Asa, 1997;
DUBY, George e LACLOTTE, Michel, História Artística da Europa. A Idade Média, Lisboa: Quetzal, 1997, tomo I;
FOCILLON, Henri, Arte do Ocidente. A Idade Média Românica e Gótica, Lisboa: Estampa, 1980;
HUIZINGA, Johan, O Declínio da Idade Média, Lisboa: 1985;
LE GOFF, Jacques, A Civilização do Ocidente Medieval, Lisboa: Estampa, 1983-1984, 2 vols;
(Nota: Ao longo do ano serão indicados, sempre que necessário, outros elementos bibliográficos mais específicos)
Observações
Bibliotecas especializadas em História de Arte:
Bibliotecas das Faculdades de Arquitectura e de Belas Artes de Lisboa;
Biblioteca do Instituto de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa: Av. de Berna, Lisboa;
Biblioteca do Instituto de História de Arte da Faculdade Letras de Lisboa: Alameda da Universidade, Campo Grande;
Bibliotecas dos Museus de Arte Antiga, do Azulejo, do Traje, dos Coches e de Arqueologia, em Lisboa, do Convento de Jesus, em Setúbal, da Casa da Cerca, em Almada;
Biblioteca da Associação dos Arquitectos Portugueses: Travessa do Carvalho, 21
Biblioteca do Instituto Arqueológico Alemão: Av. da Liberdade, 244
(Para informações de horários e acessos, consultar as Agendas Culturais de Lisboa, Setúbal e Almada, publicações mensais de distribuição gratuita.)
Anexo 1
Normas para a execução do trabalho prático:
1. O trabalho prático será executado por uma equipa de 2, 3 ou 4 alunos. Após a escolha do texto, os alunos preenchem a ficha em anexo onde deve constar o nome, número dos alunos que fazem equipa e o nome do texto escolhido;
2. Constará, basicamente, da leitura crítica de um capítulo, conjunto de capítulos ou um livro constante no tema 1 da bibliografia assinaladas com o *;
3. O trabalho deverá obedecer ao seguinte esquema:
-1. Introdução: apresentação do autor, da sua obra e do texto em análise (livro em que se encontra inserido, suas características, situação na época de produção do autor);
-2. Resumo (ideográfico) do texto (redução a 1/3, pelo menos);
-3. Conclusão (as principais contribuições do texto para a metodologia histórico-artística e a sua eventual crítica, fundamentada; parecer do grupo sobre a importância do texto para a formação científica e artística dos alunos);
-4. Bibliografia onde devem constar os livros de apoio consultados;
-5. Ficheiro dos principais conceitos abordados ou tratados no texto, em fichas temáticas e em fichas de citação, apresentadas, de acordo com as indicações do professor, no modelo A5 à venda no comércio;
4. O trabalho deve ser entregue, dactilografado (excepto o ficheiro), no inicio de Janeiro;
5. O trabalho deve ser antecedido de uma ficha bibliográfica do texto analisado em que conste o nome do autor, título do texto e o título do livro de que faz parte (o primeiro entre "aspas", e o segundo sublinhado ou em itálico e precedido de "in"), o local de edição, a editora, a data de edição e as páginas a que corresponde.
Exemplo: ECO, Umberto, "O que é uma tese e para que serve" in Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas, Lisboa: Presença, 1982, pp. 23-30;
5.1. Se se tratar de uma obra integral deve constar o nome do autor, título do livro (deve estar sublinhado), o local de edição, a editora e a data de edição.
Exemplo: ECO, Umberto, Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas, Lisboa: Presença, 1982;
6. O trabalho deve ter na folha de rosto o nome dos alunos, respectivos números, a identificação do texto analisado (segundo modelo acima descrito), universidade e curso, nome da cadeira e ano lectivo.
Bibliografia de apoio a esta metodologia:
ECO, Umberto, Como se faz uma tese em Ciências Humanas, Lisboa: Presença, 1982.
Anexo 2
Ficha de registo do trabalho prático a entregar ao professor após o seu preenchimento
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA III
Ano lectivo 2004/2005
Membros da Equipa (por ordem alfabética do primeiro nome)
Nome, Número, Curso, Turma
1-_______________________________ _______ _____________ ______
2-_______________________________ _______ _____________ ______
3-_______________________________ _______ _____________ ______
4-_______________________________ _______ _____________ ______
Texto escolhido
______________________________________________________________
______________________________________________________________
Assinatura dos membros da equipa
U.M. ______/______/_______
Publicado por Helena Pinto às 09:28 AM
outubro 05, 2005
Calendário escolar 2005-2006
Publicado por Helena Pinto às 10:43 PM
INÍCIO DAS AULAS
10 de Outubro 2005
10.00 horas
Recepção aos alunos e apresentação do curso
Com a presença de todos os professores
As aulas dos 2º, 3º,4º e 5º anos começam no dia 11.
As do 1º ano no dia 25.
Publicado por Helena Pinto às 10:48 AM
Horários 1º semestre 2005-2006
Publicado por Helena Pinto às 12:28 AM
outubro 04, 2005
PROJECTO 1 - programa 2005-2006
Disciplina anual (12 horas teórico-práticas por semana)
Docentes Biénio 2005-2007
Mestre Arq.º Miguel Berger (regente)
Arq.º Pedro Mortal
Objectivos gerais
A disciplina de Projecto I estabelece na continuidade de um biénio, uma estrita relação com a disciplina de Projecto II, integrada num ciclo de dois anos lectivos, onde se podem experimentar os diferentes tempos de reflexão, e diferentes níveis de definição que caracterizam os projectos de arquitectura, com objectivos e métodos autónomos.
Objectivos específicos
A disciplina de Projecto I (O primeiro ano do biénio) tem por objectivo a confrontação dos alunos com a prática do projecto, em especial, no desenvolvimento dos aspectos criativos do projecto e das ideias que os consubstanciam.
È também um objectivo da disciplina a análise e investigação do território e da cidade como estruturas de suporte, e como elementos preliminares na configuração dos projectos, bem como o estudo de elementos e sistemas em equilíbrio, construtivos e compositivos.
Programa
O programa do ano procura estabelecer uma aproximação estruturada a criação do objecto Arquitectónico, à sua conformação, e à sua materialização, bem como aos processos e métodos para consubstanciar os conceitos e ideias que o qualificam. Pretende-se que o aluno adquira e desenvolva os processos apropriados de trabalho que enquadrem a prática específica do projecto em arquitectura, no seu desenvolvimento e complexidade.
Exercícios
Enquadrando-se no definindo para os objectivos programáticos, os exercícios propostos procuram desenvolver as capacidades de observação e análise dos alunos, que permitam o entendimento do sitio, do seu contexto na cidade, e da forma como as suas intervenções arquitectónicas estabelecem a transformação critica de um lugar.
Serão desenvolvidos cinco exercícios que de forma complementar procurarão desenvolver os objectivos referidos.
Os exercícios a desenvolver terão programa próprio e serão essencialmente individuais, com durações diferentes, distribuídos por um exercício rápido de 3 a 4 semanas, por três exercícios de média duração, e finalmente um exercício de longa duração, que fará a “ponte” para o segundo ano do biénio.
Aulas
Os exercícios serão acompanhados por aulas de experimentação, com acompanhamento e esclarecimento aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, intercaladas por aulas de exposição de matéria teórica base.
Avaliação
A avaliação será continua, efectuada através do acompanhamento dos trabalhos e implementando o sistema de apresentações orais em fases intermédias e finais.
Interdisciplinaridade
Pretende-se que os alunos possam vir a integrar nos exercícios propostos para a disciplina, conceitos e conteúdos assimilados nas diferentes disciplinas do(s) ano(s) anteriore(s), bem como do ano em curso tais como:
o Desenho – como expressão privilegiada de conceitos e ideias.
o Teoria e Historia da Arq. – como memória da cultura arquitectónica.
o Tecnologia – como suporte das opções construtivas utilizadas nos diferentes exercícios.
Bibliografia geral (títulos existentes na biblioteca a negrito)
Alexander, Christopher – El Modo Intemporal de Construir. Gustavo Gili, ed.
Frampton, Kenneth – Introdução ao Estudo da Cultura Tectónica, 1995. Cadernos de arquitectura, Associação dos Arquitectos Portugueses, ed.
Hall, Edward T. - A Dimensão Oculta, 1966. Relógio d’água, ed.
Norberg-Schulz, Christian – Genius Loci, 1979. Electa, ed..
Rasmussen, Steen Eiler – Arquitectura Vivenciada, 1986 (ed. Brasileira). Martins Fontes, ed.
Lynch, Kevin – A imagem da Cidade, 1960. Edições 70, ed.
Textos de apoio e enquadramento específicos, serão facultados gradualmente durante o decurso do ano lectivo.
Publicado por Helena Pinto às 06:22 PM
DESENHO 2 - programa 2005-2006
Disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Mestre Arq.ª Maria José Sardinha
Introdução
Desenho II é uma disciplina cujo programa deve, por um lado, garantir a sedimentação dos conceitos e práticas definidos em Desenho I (ano precedente), e por outro, permitir uma progressiva autonomia de expressão e intenção gráficas.
Pretendemos com o programa proposto, desenvolver capacidades de observação, análise e registo do objecto e do espaço arquitectónico, espaço dirigido essencialmente para o conhecimento e para a utilização prática de uma linguagem gráfica, fazendo apelo à experimentação e ao manuseamento correcto de meios actuantes, técnicas, processos e suportes diversificados. Pretendemos ainda desenvolver a sensibilidade estética, formando e aplicando padrões de exigência.
Caso se julgue oportuno, o Desenho II poderá estabelecer uma relação transversal com algumas disciplinas, nomeadamente Projecto I, reforçando a relação de que o desenho deve determinar como processo numa vontade de encontrar soluções para as suas propostas.
Objectivos
Conhecer e manipular os elementos básicos que compõem a linguagem visual, adequando-os às características do(s) modelo(s) que em dado momento se pretende registar.
Desenvolver as capacidades de observação, análise e registo, aceitando o desenho como forma de pensar. A pessoa que desenha pensa, vê, observa e desenha, pelo que é preciso aprender a pensar, a ver, a observar e a educar a mão.
Desenvolver as capacidades criativas do aluno no domínio da representação gráfica e a particularidade da sua expressão individual, recorrendo ao entendimento, exploração e adequação de potencialidades e comportamentos específicos dos meios gráficos.
Sensibilizar o aluno para a importância das relações lumínicas e cromáticas, como factor de estruturação fundamental do objecto e do espaço arquitectónico.
Iniciação à percepção da imagem urbana. Apreciar o desenho como disciplina específica que permite seleccionar e estabelecer um percurso, no sentido de entender a realidade como forma de expressão pessoal. Aprender a criticar pelo desenho a forma visual da arquitectura, determinando os seus elementos e relacionando-os.
Metodologia
A reduzida carga horária da disciplina (quatro horas semanais) impõe uma metodologia assente principalmente em aulas práticas, onde terá lugar a aplicação e experimentação dos conceitos estudados em cada unidade temática.
Haverá uma incidência teórica no início de cada exercício, onde terá lugar a exposição da matéria base e no final dos mesmos, a título conclusivo. Terá lugar nas aulas, como apoio à matéria base ou aos exercícios propostos, a projecção de imagens (acetatos e diapositivos) e vídeo, para além da entrega regular de documentação de apoio.
Os exercícios propostos serão realizados obrigatoriamente no espaço e no tempo da aula, com algumas deslocações ao exterior, quando as condições climatéricas o permitam. Só desta forma será possível a observação global do esforço, da perseverança e criatividade, manifestados pelo aluno. Serão propostos alguns exercícios paralelos ao tempo da aula (como complemento à escassa carga horária atribuída à disciplina), assim como alguns exercícios de síntese (com enunciados específicos). Pretendemos «enfatizar» as horas de trabalho aplicadas à prática do desenho, tanto no espaço da aula como fora dele.
Será valorizada a participação dos alunos na apreciação individual e conjunta dos exercícios efectuados, através de uma análise crítica e de leituras comparadas, onde se pretende que haja diversidade e pluralidade na resposta aos exercícios propostos.
Tendo em conta a especificidade prática desta disciplina e por não ser compatível aplicar o regulamento de avaliação de conhecimentos existente nesta universidade, faz-se normalmente coincidir a data das frequências ou do exame final, com a entrega de trabalhos, que pode ou não coincidir com a realização de um exercício específico. Prevalece no entanto, todo o trabalho realizado até então, pois o processo de avaliação é contínuo.
Sempre que se considere oportuno, serão organizadas conferências e/ou realizadas visitas de estudo, normalmente em conjunto com a turma de 1º ano, na disciplina de Desenho I.
PROGRAMA
1. Análise e experimentação através do desenho. O desenho como forma de pensar.
1.1 Potencialidades dos meios gráficos actuantes, materiais de suporte e formatos.
1.2 Observação, análise e representação objectiva de formas e espaços arquitectónicos.
1.3 Conceito de Verosimilhança, como uma possibilidade que, para além da semelhança, possibilita a diferenciação individual dos semelhantes.
1.4 Noção de Escala. Complexidade, diferença e totalidade.
1.5 A proporção como relação de grandeza comparativa entre duas partes ou entre cada uma das partes e a grandeza total do(s) objecto(s) arquitectónico(s).
1.6 Construção sistemática de um desenho: Estrutura / Pormenores / Tons e Texturas.
1.7 Métodos de análise e representação gráfica. Aplicação a uma obra arquitectónica.
2. Luz e plasticidade no desenho. Elementos estruturais da linguagem gráfica:
2.1 Lineares.
2.2 Texturais.
2.3 Lumínicos.
2.4 Cromáticos.
3. Dinâmica e crítica do desenho. A arquitectura da Cidade.
3.1 Análise Sequencial: elementos marcantes do espaço urbano.
3.2 Análise Morfológica: dinâmica da forma da arquitectura. Massa e Espaço.
O método de análise sequencial assenta num critério de oposições e contrastes. Hipóteses de sequências e planos:
3.1.1. Disposições gerais esquemáticas simetria / assimetria; definição lateral / definição central; abertura / fechamento; convexidade / concavidade;
3.1.2. Definição pelas superfícies laterais saliência / reentrância; perfil (definição vertical); ondulação (definição horizontal);
3.1.3. Relação entre as duas superfícies: no sentido do ponto de fuga encurtamento; estrangulamento; efeitos de bastidores. valorização (franca ou discreta); no sentido do fechamento do campo visual diafragma; enquadramento; fechamento; vazio;
4. Cor e Representação.
4.1 O fenómeno Cor. Habitat.
4.2 Teoria da Cor: tonalidade, luminosidade e pureza.
4.3 Princípios de Chevreul.
4.4 O sólido de Munsell: sistema de representação das três dimensões da cor.
4.5 Johannes Itten e a Bauhaus (breve referência a J. Albers, W. Kandinsky e P. Klee).
4.6 Policromia arquitectural de Le Corbusier: os livros de cores de 1931 e de 1959.
4.7 O ambiente cultural de alguns ateliers em Portugal. O atelier Conceição Silva.
O projecto realizado para a loja da Valentim de Carvalho, em Cascais.
Avaliação
O processo de avaliação é contínuo, processa-se através da crítica pontual individual, exigindo-se a presença sistemática do aluno na aula; baseia-se na apreciação qualitativa e quantitativa dos seguintes elementos: exercícios elaborados no decurso das aulas, com a consequente organização de um portfólio síntese, resultante da selecção dos registos mais significativos em resposta aos exercícios propostos; exercícios síntese, elaborados também no decurso das aulas; exercícios resolvidos paralelamente; diário gráfico (opcional) – os alunos devem criar hábitos de registo gráfico quotidiano, pelo uso de pequenos cadernos portáteis (sketchbooks).
Critérios Gerais de Avaliação
Assiduidade: pretende-se que o aluno não exceda os 20% de faltas, no entanto, tendo em conta as características do corpo estudantil, com a existência de vários estudantes trabalhadores, este critério é por vezes contornado, embora em situações muito específicas e de modo pouco expressivo. Sempre que ocorrerem visitas de estudo ou noutras iniciativas no âmbito da disciplina de Desenho, só serão admitidas faltas em situações muito específicas e com justificação antecipada.
Durante o ano lectivo serão marcadas duas avaliações periódicas e uma avaliação final; para os alunos serem submetidos à avaliação final, terão de comparecer obrigatoriamente a todas as avaliações periódicas.
O trabalho a desenvolver ao longo do ano constitui-se pelos exercícios correntes resolvidos no espaço das aulas e ainda, em pelo menos três exercícios práticos individuais de síntese (também preferencialmente resolvidos no espaço da aula) e um exercício paralelo de grupo ou individual (no âmbito da análise e representação gráfica).
A avaliação será feita através da observação directa aos alunos ao longo do ano lectivo, tendo em conta os seguintes critérios: o seu grau de empenhamento, interesse e curiosidade manifestados; compreensão, desenvolvimento e rigor demonstrados; organização, evolução, poder de síntese e crítica revelados; conhecimentos adquiridos; evolução de todo o trabalho produzido.
Às tarefas propostas já enunciadas, atribui-se um peso relativo de 40% para os exercícios correntes, 40% para os exercícios de síntese e 20% para o exercício de grupo. Outros elementos adicionais, como o diário gráfico, serão também analisados como trabalho complementar, assim como eventuais exercícios paralelos.
Materiais actuantes
Preferencialmente, sugere-se a utilização de riscadores (grafites, esferográficas, feltros, e afins), aquosos (canetas de aparo(s), pincéis, tinta da china, guaches, e afins) e de diferentes formatos (como exemplo, os graus de dureza, as espessuras); aceitam-se no entanto, outros materiais apropriados à realização de exercícios específicos, sugeridos pelos alunos.
Materiais de suporte
Papel de máquina (80 a 100gr) e papel cavalinho A4, A3 e A2. Pontualmente podem ser utilizados outros tipos de papel, com propriedades diferentes (espessuras, texturas, cores), como o esquisso, manteiga, craft/reciclado, ou outras matérias, que sejam adequados à especificidade do exercício.
Bibliografia Básica(títulos existentes na biblioteca a negrito)
ALBERS, Josef - La interacción del color. Madrid: Alianza Editorial, 1996. (Col. Alianza Forma I).
ARNHEIM, Rudolf - Arte & Percepção Visual, uma psicologia da visão criadora. 7ªed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1992. (Col. Arte, Arquitectura e Urbanismo).
BENEVOLO, Leonardo - Diseño de la Ciudad. Barcelona: Editorial Gustavo Gili.
BRUSATIN, Manlio – Desenho/Projecto, Enciclopédia Einaudi, Vol. 25. Lisboa: INCM, 1993.
CARNEIRO, Alberto – Campo, sujeito e representação no ensino do desenho. Porto: FAUP Publicações, 1995.
CHING, Francis D. K. ; JUROSZEK, Steven P. – Dibujo y proyecto. Barcelona : Editorial Gustavo Gilli, 1999.
CULLEN, Gordon - Paisagem Urbana. Lisboa: Edições 70, 1996. (Col. Arquitectura & Urbanismo 1).
GOETHE, J. W. - Traité des Couleurs. Paris: Éditions du Centre Triades, 1995.
ITTEN, Johannes - Art de la Couleur. Paris: Dessain et Tolra, 1986.
ITTEN, Johannes - Le Dessin et La Forme. Paris: Dessain et Tolra, 1995.
LENCLOS, Jean-Philippe et Dominique Les Couleurs de L’Europe. Géographie de La Couleur. Paris: Publications du Moniteur, 1995.
LYNCH, Kevin - A Imagem da Cidade. Lisboa: Edições 70, 1988. (Col. Arte & Comunicação 15).
MASSIRONI, Manfred - Ver Pelo Desenho. Aspectos Técnicos, Cognitivos, Comunicativos. Lisboa: Edições 70, 1983.
MOLINA, Juan José Gómez (coord.) - Las Lecciones del Dibujo. Madrid : Ediciones Cátedra, 1995.
MOLINA, Juan José Gómez (coord.) - Estrategias del Dibujo en el Arte Contemporâneo. Madrid : Ediciones Cátedra, 1999. (Col. Arte, Grandes Temas).
NICOLAIDES, Kimon The natural way to draw. Boston: Hougthon Mifflin, 1976.
ROBBINS, Edward Why Architects Draw (Architects - Interviews). Massachusetts: The MIT Press, 1994.
RODRIGUES, António Jacinto - A Bauhaus e o Ensino Artístico. Lisboa: Editorial Presença, 1989. (Col. Dimensões / Série Especial 15).
ROSSI, Aldo L’Architettura della Città. Padova: Marsilio Editori, 1966.
RUDEL, Jean A Técnica do Desenho. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1980.
VIEIRA, Joaquim O Desenho e o Projecto são o mesmo Porto: FAUP Publicações, 1995.
Bibliografia Complementar
BERGER, John Modos de Ver. Lisboa: Edições 70, 1996. (Col. Arte & Comunicação 3).
CALVINO, Italo As Cidades Invisíveis. Editorial Teorema, 1990. (Colecção Estórias).
CONSIGLIERI, Victor A Morfologia da Arquitectura, 1920-1970, vol. 1. Lisboa: Editorial Estampa, 1994. (Colecção Referência 7).
CONSIGLIERI, Victor A Morfologia da Arquitectura, 1920-1970, vol. 2. Lisboa: Editorial Estampa, 1994. (Colecção Referência 8).
CONSIGLIERI, Victor As Significações da Arquitectura, 1920-1990. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.
CÔRTE-REAL, Eduardo O Triunfo da Virtude. As Origens do Desenho Arquitectónico. Lisboa: Livros Horizonte, 2001. (Colecção Horizonte Arquitectura ; 1).
FOCILLON, Henri A vida das Formas. Lisboa: Edições 70, 1988. (Col. Arte & Comunicação 38).
HALL, Edward T. A Dimensão Oculta. Lisboa: Relógio d’Água, 1986.
HICKEFHIER, Alfred Le cube des couleurs. Paris: Dessain & Tolra, 1969.
KANDINSKY, Wassily - Curso da Bauhaus. Lisboa: Edições 70, 1987. (Col. Arte & Comunicação 36).
KANDINSKY, Wassily - Do Espiritual na Arte. 2ª ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1991.
KANDINSKY, Wassily - Ponto, Linha, Plano. Lisboa: Edições 70, 1996. (Col. Arte & Comunicação 34).
KANDINSKY, Wassily - Gramática da Criação. Lisboa: Edições 70, 1998. (Col Arte & Comunicação 66).
KANDINSKY, Wassily - O Futuro da Pintura. Lisboa: Edições 70, 1999. (Col Arte & Comunicação 67).
LEYMARIE, Jean Le Dessin, Histoire d’un Art. Genebra: Ed. Skira, 1979.
MATISSE, Henri - Écrits et Propos sur l’Art. Paris: Hermann, Éditeurs des sciences et des arts, 1972. (Collection Savoir: sur l’Art).
MIRÓ, Joan Écrits et entretiens. Paris: Daniel Lelong Éditeur, 1995.
PANOFSKY, Erwin O Significado nas Artes Visuais. Lisboa: Editorial Presença, 1989. (Colecção Dimensões / Série Especial 14)
PANOFSKY, Erwin A Perspectiva como Forma Simbólica. Lisboa: Edições 70, 1993. (Colecção Arte & Comunicação 57)
RODRIGUES, Ana Leonor M. O Desenho. Ordem do Pensamento Arquitectónico. Lisboa: Editorial Estampa, 2000. (Colecção Referência 24).
RUSKIN, John The Elements of Drawing (1857). New York: Dover, 1971. Londres: The Herbert Press, 1991.
SACKS, Oliver «O caso do pintor acromatóptico», in Um Antropólogo em Marte. Sete Histórias Paradoxais. Lisboa: Relógio d’Água, 1996, pp. 25-67. (Colecção Antropos).
TANIZAKI, Jun’ichiro Em louvor às sombras. Maputo: Faculdade de arquitectura e Planeamento Físico (Universidade Eduardo Mondlane), 1999.
WITTGENSTEIN, Ludwig - Anotações sobre as cores. Lisboa: Edições 70, 1996. (Col. Biblioteca de Filosofia Contemporânea 4).
Publicado por Helena Pinto às 06:00 AM
TECNOLOGIAS 1 - programa 2005-2006
Disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.ª Maria do Céu C. Medeiros Martins
Objectivos Gerais
A disciplina de Tecnologias I tem como objectivo a aquisição do conhecimento sistemático das características físicas e químicas dos materiais e de elementos de construção, bem como a sua inventariação e tecnologias de aplicação.
PROGRAMA
Introdução
Definição do âmbito da disciplina e seu plano de trabalhos
I - Os materiais e os processos de construção
Importância do conhecimento dos materiais na concepção do espaço arquitectónico
Evolução histórica das técnologias de aplicação dos materiais
Novas tecnologias de aplicação induzidas pelo aparecimento de novos materiais
II - Caracterização física, química, patológica e ambiental dos materiais. Aspectos regulamentares
1. Pétreos
2. Madeiras
3. Metais
4. Cerâmicos
5. Aglomerantes e produtos aglomerados
6. Vidros e plásticos
7. Tintas, vernizes, adesivos e vários
III - Introdução às construções
Classificação e inventariação dos elementos construtivos
Materiais e elementos construtivos no edificado
Metodologia
Aulas teóricas (uma por semana) e teorico-práticas (duas por semana).
Partindo de experiências de aprendizagem individuais e em grupo, apoiadas e orientadas por conhecimentos complementares disponibilizados pelo docente, o aluno utilizará métodos activos de trabalho de pesquisa, verbais e visuais, através da observação de casos, situações e exemplos de fácil apreensão ao nível dos seus pré-requisitos.
Avaliação
Componente Prática 40% Componente Teórica 60%
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos no decorrer das aulas práticas correspondentes aos módulos de matéria do programa.
A avaliação teórica será processada através de testes individuais e sem consulta, a terem lugar na última aula do mês de Dezembro e na última aula do ano lectivo.
Bibliografia Geral
1. Catálogo de Rochas Ornamentais Portuguesas. Direcção-Geral de Geologia e Minas, Abril de 1983 Porto
2. SEGURADO, João Emilio dos Santos, "Materiais de Construção" 4ª Edição, Biblioteca de Instrução Profissional, Aillaud Ld.ª, Paris, Lisboa, s.d.
3. SEGURADO, João Emilio dos Santos, "Trabalhos de Carpintaria Civil" 7ª Edição, Biblioteca de Instrução Profissional, Livraria Bertrand, Lisboa, s.d.
4. VELOSO, A.J. Barros; ALMASQUÉ, Isabel, "Azulejos de Fachada em Lisboa", Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa,1989
5. VELOSO, A.J. Barros; ALMASQUÉ, Isabel. Azulejaria de Exterior em Portugal . Edicões Inapa, Lisboa, l991
6. COSTA, F.Pereira da, "Enciclopédia Prática da Construção Civil", edição do autor, Lisboa, sd.
7. Fotocópias de trabalhos práticos e monografias executadas em anos lectivos anteriores.
8. LOPES DOS SANTOS, Vítor, Monografias de Materiais de Construção, edição de autor, Lisboa, 1999
Publicado por Helena Pinto às 04:15 AM
GEOGRAFIA - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.º Carlos Perry
Objectivos Gerais
Dotar os estudantes de conhecimentos e de princípios metodológicos que lhes permitam de forma intuitiva, no acto da concepção do espaço, encarar como indispensáveis as questões de conforto ambiental e funcional e sempre relacionadas do ponto de vista da geografia humana com o meio físico.
Estabelecer inter-ligações entre as formas arquitectónicas, materiais e soluções construtivas, e os factores da geografia física.
Abordar a regulamentação existente num ponto de vista pedagógico e não exclusivamente disciplinar.
Resolver soluções propostas.
Programa
Introdução
Definição do âmbito da disciplina e do seu plano de trabalhos
Bibliografia geral e específica
I - Evolução do Pensamento Geográfico
II - A Geografia Humana e o Homem.
.O Universo, a Terra, o Homem e a Visão Humana
III - Antropogeografia
.Origem, dispersão e diferenciação da espécie humana.
.Modos de vida, Ambientes e Fixação Humana.
.Recolecção e gregarismo. Socialização e doença.
IV - Habitats e Civilizações
.Meios naturais, meios artificiais e controle ambiental na arquitectura.
.Mitos e Ritos. Civilizações passadas (Orientais, Ameríndias, Africanas e Mediterrâneas).
.Clima e sucessão civilizacional. Adaptação climática e domesticação do clima.
.Cultura e contracultura. Qualidade Orgânica da paisagem. Arquitectura Bioclimática.
V - Topografia, Geodesia e Cartografia.
.Método de análise física do território e sua representação.
VI - Movimento de solos e Sismicidade. Rudimentos de mecânica de solos e solos de fundação. Incidência nas infra estruturas do edifício e cuidados a estabelecer antes e durante o projecto de Arquitectura.
VII - Sistemas de Arquitectura Solar Passiva e Activa e de controle ambiental.
Optimização da organização interna dos espaços funcionais em termos de orientação aos factores externos naturais. Fenómenos naturais. O Sol, a Terra e o Clima. Princípios de Calorimetria. Princípios de Termodinâmica. Princípios de Conforto e Bem Estar.
VIII- Vias de comunicação.
Introdução ao estudo de Redes de Infraestruturas.
Redes de Transportes e Comunicação. Redes Viárias. Definição, Conceito, Hierarquização, Traçado e Implicações na Paisagem Rural e Urbana.
Avaliação
Componente Prática 40%
Componente Teórica 60%.
A avaliação prática será processada através da apresentação e discussão dos exercícios a desenvolver por grupos de cinco alunos ou individuais no decorrer das aulas práticas correspondentes aos módulos de matéria do programa.
A avaliação teórica será processada através de 2 testes individuais e sem consulta.
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
MEDEIROS, Carlos Alberto, Geografia de Portugal-Ambiente Natural e Ocupação Humana, Uma introdução, Imprensa Universitária, Ed. Estampa
REBELO, Fernando e LEMA, Paula Bordalo, Geografia de Portugal, Meio Físico e Recursos Naturais, Universidade Aberta (nº 97)
DAVEAU, Suzanne e colaboradores, Mapas climáticos de Portugal - Nevoeiro e Nebulosidades – Contrastes Térmicos, Memórias do Centro de Estudos Geográficos, nº7, Lisboa, 1985
VILA NOVA, Alberto C., Réseau de conservation de la nature et de protection du paysage, Commune de Sesimbra, Serviço de Estudos do Ambiente, Lisboa, 1983
CHRISTOFOLETTI, António, Modelagem de Sistemas Ambientais, Ed. Edgard Blüchter, Ltda,1999
GASPAR, Joaquim Alves, Cartas e Projecções Cartográficas, Col. Geomática, LIDEL
Santos Barata - Lições de Topografia, Imprensa Universitária nº 60, Editorial Estampa, Lisboa 1987
CRUZ, Sousa, 500 Exercícios de Topografia, PF, Lisboa, 1996
BOISSELLIER, Stéphanie, Naissance d’une identité portugaise - La vie rural entre Tage et Guadiana de l’islam à la reconquête (Xe – XIVe Siècles), Estudos Gerais - Série Universitária
CATARINO, Maria Manuela, Na margem direita do Baixo Tejo - Paisagem rural e recursos alimentares (Sécs. XIV e XV), Cascais 2000, Patrimonia Histórica
GASPAR, Jorge, A área de influência de Évora - Sistema de funções e Lugares Centrais, Lisboa, 1972 (2ª Ed. - 1981)
BRITO, Raquel Soeiro de, Lisboa, Esboço Geográfico, Lisboa
CHING, Francis - Building Constrution Ilustrated
Santos, Carlos A.Pina dos e José A. Vasconcelos de Paiva - Coeficientes de Transmissão Térmica de Elementos de Envolvente dos Edifícios, LNEC(ITE 28)
Carvalho, Licínio Cantarino de - A Envolvente dos Edifícios e a Iluminação Natural, LNEC
MALATO, João José e SILVA, Armando Cavaleiro, Geometria de Insolação de Edifícios, LNEC / ICT, Inf. Técn., Edifícios
Iluminação Natural no Projecto de Edifícios, LNEC (DIT 14)
Moita, Francisco - Energia Solar Passiva, Direcção Geral de Energia
MAZRIA, Edward, El Libro de la Energia Solar Passiva, Ediciones G. Gili, S.A., México 1983
BRUCE Anderson, MALCOM Wells, Guia Fácil de la Energia Solar Pasiva-Calor e Frio Natural, Ediciones G. Gili, S.A., México 1984
WRIGHT, David - El Libro de la Energia Solar Passiva. Tecnologia e Arquitectura
Classificação e Descrição Geral de Revestimentos para Paredes de Alvenaria ou de Betão, LNEC (ITE 24)
Regulamento “Características do Comportamento Térmico em Edifícios”
Regulamento Geral sobre o Ruído
Ventilação Natural de Edifício de Habitação, LNEC
SILVA, P.Martins da, Acústica em Edifícios, LNEC
Publicado por Helena Pinto às 03:21 AM
outubro 03, 2005
ARQUITECTURA ANALÍTICA - programa 2005-2006
disciplina anual (9 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
Mestre Arqª Helena Pinto (regente)
Arqº Estº Luís Lourenço
Objectivos Gerais
A disciplina de Arquitectura Analítica tem por objectivo abrir caminho ao universo teórico e prático da Arquitectura, ao exercício da conformação do espaço e à prática do Projecto Arquitectónico. Neste início de percurso, serão dados aos alunos:
• Conceitos teóricos e práticos sobre as diversas fases e momentos da composição arquitectónica
• Meios e métodos de análise, leitura e representação do espaço arquitectónico
• Noções básicas de composição, proporção e harmonia
• Meios e processos de dimensionamento e construção dos espaços
• Iniciação ao léxico dos termos arquitectónicos, imagens e sinais
Programa
O programa a seguir terá uma incidência teórica e uma incidência prática. A primeira, terá por suporte alocuções, discussões, conferências e visitas de estudo. A segunda apoiar-se-á na prática de exercícios de análise e composição, com recurso ao desenho, à construção de modelos tridimensionais e à descrição gráfica e oral.
A incidência teórica apontará os seguintes vectores:
• Conceitos gerais de Arquitectura
• Função e Forma
• Construção e Forma
• Formas elementares
• Processo projectual
• Tipologia dos espaços
• Proporção, escala e dimensão
A incidência prática referir-se-á à elaboração de exercícios:
Primeiro Semestre
• Construção de modelos tridimensionais, com vista à construção da forma e à composição do espaço
• Criação de objectos arquitectónicos simples, evidenciando uma estrutura de percurso, temporalidade, organização, côr, luz, texturas e materiais
• Levantamento de espaços arquitectónicos simples
Segundo Semestre
• Levantamento e análise de espaços arquitectónicos e suas relações elementares com o meio envolvente. Os temas de trabalho referir-se-ão sempre à região de Setúbal.
• Criação de objectos arquitectónicos simples, implicando relações de carácter topológico, programático e tectónico.
Avaliação
A avaliação será contínua e feita através do acompanhamento dos trabalhos e da observação directa aos alunos, pressupondo a sua participação activa nas aulas, que funcionarão em regime de atelier. Na avaliação serão tidos em conta a qualidade das propostas, a assiduidade, o interesse e o empenho, e muito especialmente o progresso do aluno.
Material básico
Lapiseiras para minas moles e duras
Afia-minas
Régua T
Esquadro variável
Escala (régua) de 20 ou 30 cm
Compasso com extensão
Caderno de desenho A3
Bloco de papel de esquisso formato A3
Porta-lâminas para a construção de maquetes
Bibliografia Básica(títulos existentes na biblioteca a negrito)
ARNHEIM, Rudolph - La forma visual de la arquitectura (1975). Editorial Gustavo Gili, Barcelona 1978, 2001
CHING, Francis – Dicionário Visual de Arquitectura (A Visual Dictionary of Architecture). Martins Fontes, S. Paulo, 1999
CHING, Francis - Arquitectura, Forma, Espacio y Orden. Gustavo Gili, Barcelona
Le CORBUSIER - Por uma Arquitectura (Vers une Architecture (1923, 1958)). Ed. Perspectiva, S. Paulo, 1998
HERTZBERGER, Herman - Lições de Arquitectura . Martins Fontes, S. Paulo
RUDOFSKY, Bernard - Architecture Without Architects. University of New Mexico Press, Albuquerque, 1964
TANIZAKI, Junichiro – Elogio da Sombra (1933). Relógio d’água ed.
Publicado por Helena Pinto às 11:20 AM
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA 1 - programa 2005-2006
disciplina anual (4 horas teórico-práticas por semana)
Docentes
1º Semestre - Prof. Doutor (em Flosofia) Rodrigo Cunha
2º Semestre - Arqª Patrícia Pedrosa
1º Semestre
Objectivos Gerais
Introdução hermenêutica à Arquitectura e fenomenologia dos marcos arquitectónicos mais significativos.
Trata-se de apresentar a Arquitectura na plenitude das suas dimensões espaciais, temporais e transcendentes.
Programa
1. Noção de Arquitectura: significado da palavra. Conceito de obra arquitectónica.
2. O que é construir?
3. Elementos substanciais da Arquitectura: o centro, a harmonia ou proporção, a geometria, a beleza, o habitar, o utilizar.
4. A questão do cânone.
5. Atributos da Arquitectura e sua recepção histórica: situação no espaço e no tempo, matéria e material, volumes, superfícies, cor, função, valores estéticos e estilísticos, taxinomias, etc.
6. Os grandes tratadistas e a teoria da arquitectura. Um texto de Vitrúvio. Um texto de Francisco d'Holanda.
7. A organização dinâmica do espaço. A diferença entre o sentido qualitativo do espaço e o sentido quantitativo do espaço. Dialécticas: Experiência vivida e medida, Espaço Livre e Espaço Construído. Crítica da interpretação do espaço psicologicamente projectado.
8. O lugar da arquitectura: dialéctica campo-cidade/pagus versus urbe. Abel e Caim. As necrópoles e as cidades utópicas. A fundação da primeira cidade: comentário a GEN. 4, 17-22.
9. Lugares essenciais e sua ordem ontocosmológica: a casa, o templo, a ágora, o centro comercial.
10. Fenomenologia da coluna: as colunas, essas florestas de símbolos.
11. O método arquitectónico e a composição. Plantas, Estruturas, Modelos e Dinâmicas espaciais.
12. A Arquitectura pitagórica da Antiga Hélade como "música petrificada". Da noção de harmonia cósmica à noção de medida.
13. Quatro paradigmas arquitectónicos: O Românico, o Gótico, o Manuelino e o Barroco.
14. Periodizações modernas e contemporâneas: Neoclassicismo, Revolução Industrial, Arts and Crafts, Arte Nova, Arte Deco, Racionalismo, Cubismo, Bauhaus. Alguns momentos da pós-modernidade; Neo-Racionalismo, Desconstrutivismo e Minimalismo. Perspectivas da arquitectura na era da globalização e da tecnociência.
15. Momentos fenomenológicos significativos: Prolegómenos a uma fenomenologia da arquitectura.
a) A arquitectura como Imago Mundi e Musica Mundana;
b) O conceito criacionista de arquitectura e os diferentes modelos epistemológicos;
c) A noção de ETHOS na arquitectura;
d) O conceito de belo. O sentido da beleza e o homo aestheticus
e) A casa na natureza: o ninho como modelo natural da arquitectura e a casa antropomórfica. Biomorfismo e artifício. o filme Microcosmos - o Povo da Erva, de Claude Nuridsany e Marie Pérennou. A arquitectura zen;
f) Genética da cidade;
g) O modelo ucrónico e utópico clássico da Politeia ['República'] platónica - ou Cidade de Deus - como cidade perfeita. Algumas variantes: Francis Bacon, Thomas More, Coménio, Swift, Bradbury.
h) O homo urbanus como habitante modelar da cidade e o cosmopolitismo.
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
Alberti, De Re Aedificatoria.
Bachelard, Gaston, A Poética do Espaço (tradução de António da Costa Leal e Lídia do Valle Santos Leal), São Paulo, Abril Cultural, 1984.
Bayer, Raymond, História da Estética (tradução de José Saramago), Lisboa, Editorial Estampa, 1979.
Eco, Umberto, Arte e Beleza na Estética Medieval (tradução de António Guerreiro), Lisboa, Editorial Presença, 1989;
- A Estrutura Ausente (tradução de Pérola de Carvalho), Lisboa, Editorial Perspectiva, 1976.
Eliade, Mircea, Tratado de História das Religiões (tradução de Fernando Tomaz e Natália Nunes), [Cap. X - O Espaço Sagrado: Templo, Palácio, 'Centro do Mundo'], Lisboa, Edições Asa, 1994.
Flusser, Vilém, Ensaio sobre a Fotografia - Para uma Filosofia da Técnica, Lisboa, Relógio D'Água, 1998.
- Filosofía del Diseño - la forma de las cosas (traducción Pablo Marinas), España, Editorial Síntesis, 2002.
Holanda, Francisco de, Da Pintura Antiga [Cap. 43º - "Da Pintura Arquitecta"], Lisboa, Livros horizonte, 1984.
Lacerda, Aarão de, O Fenómeno Religioso e a Simbólica, Lisboa, Guimarães Editores, 1998.
Panofsky, Erwin, A Perspectiva como forma simbólica (tradução de Elisabete Nunes), Lisboa, Edições 70, 1999.
Vocabulário Técnico e Crítico de Arquitectura [Coordenadores: Maria João Madeira Rodrigues, Pedro Fialho de Sousa, Horácio Manuel Pereira Bonifácio], Lisboa, Quimera, 2002.
Vitrúvio, De Architectura.
Wu, John C. H., A Idade de Ouro do Zen, Lisboa, Círculo de Leitores, 1997.
2º Semestre
1. Introdução
A formação académica de um(a) arquitecto(a) é indiscutivelmente uma formação multidisciplinar que deve, em última instância, ajudar a construir um profissional capaz da síntese do que aprendeu e vivenciou. Para que isto possa acontecer, os instrumentos que permitem a aglutinação de conhecimentos e intuições devem ser permanentemente exercitados tanto através da linha como da palavra, sempre procurando que o sentido crítico seja aguçado.
É sob deste ponto de vista que se organiza o que seguidamente se apresenta e que serve de estrutura e orientação a esta disciplina.
2. Objectivos
O carácter prático e teórico da arquitectura são necessariamente complementares.
Quando a prática profissional dos(as) arquitectos(as) se esquece do lado reflexivo é inevitável que termine em respostas secas e destituídas de realidade.
Ao longo do trabalho que será realizado no marco desta disciplina, encontraremos múltiplos modos que se esperam contribuir para levar à actividade projectual um amadurecimento do espírito reflexivo, sustentado pela história, pela teoria e pela crítica.
3. Programa
Parte I
1.1. A teoria, a história e a crítica na formação dos arquitectos
1.2. Alguns conceitos: a operatividade da teoria
Parte II
2.1. O séc. XVIII e as transformações culturais
2.2. As cidades do séc. XIX
2.3. A Inglaterra de John Ruskin e William Morris: o movimento Arts & Crafts
2.4. O princípio da nova arquitectura estado-unidense: Louis H. Sullivan
2.5. Um introdução ao séc. XX através da Arte
2.6. O Estados unidos e a grande síntese: Frank Lloyd Wright
2.7. A Europa na transição I: Racionalismo estrutural e Viollet-le-Duc (Gaudí, Horta, Guimard, Berlage e Mackintosh)
2.8. A Europa na transição II: Secessão Vienense
2.9. Adolf Loos e a ética na arquitectura e na vida
2.10. Os avanços alemães: Deutsche Werkbund e Peter Behrens
2.11. A experiência do Expressionismo na arquitectura
2.12. A nova Itália: Antonio Sant’Elia e a Arquitectura Futurista
2.13. A experiência holandesa de De Stijl
2.14. A investigação e promessa: a Bauhaus e Walter Gropius
2.15. Da experimentação à consolidação : L. Mies van der Rohe
2.16. As várias caras de um mesmo arquitecto: Le Corbusier
2.17. A nova arquitectura clássica americana de Louis Khan
2.18. Alguns olhares latino-americanos: Luis Barragan, Oscar Niemeyer e Lina Bo Bardi
2.19. As múltiplas arquitecturas da segunda parte do séc. XX
4. Avaliação
Na avaliação dá-se primordial importância à presença participativa. Neste sentido, e tendo em vista uma avaliação continuada, encontramos um conjunto alargado de elementos que informam o que é, no final, a avaliação de cada aluno.
A relação entre os diversos elementos de trabalho/avaliação é a seguinte:
- Assistência/participação 10%
- Textos críticos 10%
- Fichas de leitura 10% Ficha-tipo
- Trabalho teórico 15%
- Frequência 55%
5. Bibliografia básica (títulos existentes na biblioteca a negrito)
Bachelard, Gaston. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1998 [1957]
Benevolo, Leonardo. Historia de la Arquitectura Moderna. Barcelona: Gustavo Gili, 1990
[1960]
Frampton, Kenneth. Historia Crítica de la Arquitectura Moderna. Barcelona: Gustavo Gili,
2000 (10.ªed.) [1980]
Gombrich, E. H. The Story of Art. Londres: Phaidon, 1994 [1950]
Montaner, Josep Maria. Arquitectura y Crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 2002 (3.ªed.)
[1999]
(Bibliografia complementar e específica será facultada no decorrer do semestre.)
Publicado por Helena Pinto às 11:13 AM
GEOMETRIA - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Prof. Arq.º Roque N. Brás de Oliveira
Objectivos Gerais
Pretende-se que o conhecimento teórico dos vários sistemas de projecção cilíndrica e cónica seja interiorizado pelo aluno de tal modo que a sua utilização em situações concretas decorrentes do decurso de um projecto lhes permita ler desenhos, esboçar espaços, volumes, objectos e representar a forma de vários modos.
Familiarizarem-se com a terminologia arquitectónica.
Metodologia
O programa será desenvolvido em aulas teóricas semanais de 2h e em aulas práticas de 1h aonde serão aplicados os conhecimentos adquiridos na resolução de problemas concretos.
Avaliação
A avaliação será obtida pela apreciação formativa dos trabalhos práticos, participação nas aulas, assiduidade e finalmente pelos testes e frequências que serão em numero não inferior a 3 durante o ano lectivo.
Lógica do Programa
O programa foi organizado nos seus diferentes itens procurando adequá-lo aos currículos heterogéneos dos alunos (antes e após reforma, cursos tecnológicos etc.) e a uma cronologia da aprendizagem tendo em conta a interdisciplinaridade sobretudo com a cadeira de Arquitectura Analítica num progressivo aumento de complexidade:
Assim:
• Habilitar os alunos para a leitura dos elementos de representação em arquitectura que lhes são fornecidos no inicio do curso: levantamentos de terrenos e edifícios.
• As axonometrias como sistema de representação útil para o desenvolvimento da ideia.
• Estudo da luz e sombra como componentes valorizadores dos elementos arquitectónicos nos diferentes sistemas de projecção.
• Desenvolvimento da dupla projecção interpenetração de sólidos, superfícies regradas e empenadas como situações com potencialidades plásticas e possíveis de concretizar em várias escalas nos objectos arquitectónicos.
• Projecção central ou cónica como sistema de projecção autónomo e privilegiado de representação no espaço.
Programa
1. MÚLTIPLA PROJECÇÃO ORTOGONAL E CONVENÇÕES
Plantas, Cortes e Alçados e seus elementos
2. AXONOMETRIAS
Isométrica, Dimétrica, Trimétrica, Militares e Cavaleira
Axonometria explodida
3. DUPLA PROJECÇÃO ORTOGONAL
Interpenetração de Sólidos
Superfícies regradas e empenadas
4. SOMBRAS PRÓPRIAS E PROJECTADAS
Em Plantas, Cortes, Alçados e Axonometrias
Na dupla projecção, múltipla projecção e axonometrias
5. PERSPECTIVA
Síntese histórica
Observação de um modelo de Perspectógrafo
Estudo e prática da projecção central, tendo como preocupação a sua aplicação a situações concretas
Sombras
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
TEIXEIRA de AGUILAR, Leonildo. Alguns Conceitos Geométricos, Edições LusoLivro, Lda.
F. IZQUIERDO ASENSI. Editorial Paraninfo Magallanes, 25:
- Geometria Descriptiva,
- Geometria Descriptiva Superior Y Aplicada
- Exercícios de Geometria Descritiva I (Sistema Diédrico)
- Exercícios de Geometria Descritiva II (Cotado e Axonométrico)
CHING, F. Manual de Dibujo Arquitectónico, Barcelona, Gustavo Gili, 1976.
ADRIANO LUCAS – D. LIMA MAYER Apontamentos de Geometria Descritiva e Teoria das Sombras, Edição Escola Superior de Belas Artes de Lisboa - 1973
PINHEIRO, Carlos da Silva:
- Geometria Descritiva e Teoria de Sombras
- Superfícies regradas
- Perspectiva
CUNHA, L. Veiga da Desenho Técnico. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1974.
Publicado por Helena Pinto às 11:01 AM
CAD (Desenho e Projecto assistidos por computador) - programa 2005-2006
disciplina anual (3 horas teórico-práticas por semana)
Docente
Arq.º Carlos Perry
Objectivos Gerais
Introduzir e preparar o sujeito para o universo do CAD - Desenho e Projecto assistido por computador, nunca perdendo de vista a especificidade da prática, e no caso vertente da aprendizagem, do arquitecto.
Proporcionar uma aprendizagem dirigida ao utilizador, ao indivíduo que pretende operar a máquina como ferramenta comum de trabalho, com facilidade e naturalidade, concentrando-se no seu principal propósito, a prática do projecto de arquitectura em todas as suas facetas, tal como o marceneiro se concentra no móvel a produzir dedicando muito pouca da sua atenção ao martelo que está a utilizar...
Levar o aluno a conseguir atingir um razoável domínio da utilização de meios informáticos, a partir de uma base de computador pessoal, no âmbito da execução de peças de desenho de arquitectura, desde o nível universitário até ao nível profissional, dando particular atenção à produção de peças desenhadas em duas dimensões.
Paralelamente, de uma forma coloquial, serão administrados os princípios básicos do desenho técnico, normas, nomenclaturas e convenções, com especial ênfase para o desenho técnico de arquitectura.
Abordagem de outras disciplinas do desenho técnico, relevantes para a prática do arquitecto como, por exemplo, desenho topográfico, desenho esquemático de redes, etc.
Ao longo do ano serão apresentados alguns aplicativos mais comuns em base windows, enquanto que paralelamente se versará sumariamente sobre Hardware - estrutura da máquina e dos seus principais componentes - sistemas operativos, etc., dentro do universo da utilização em atelier de arquitectura.
No domínio específico do CAD será utilizado como base de trabalho o aplicativo MICROSTATION 95 da Bentley.
Programa
Introdução aos computadores
Software e Hardware
Tipos de Computadores
Anatomia estrutural de um computador pessoal
Principais periféricos
Introdução aos procedimentos básicos
Noção básica de sistema(s) operativo(s)
Manuseamento básico da máquina
Manuseamento básico de documentos
Aplicações básicas em Windows
Tratamento de texto
Bitmap (desenho livre)
Desenho Técnico
Tipos de desenhos técnicos
Normalização
Tipos de linha e traços utilizados em desenho técnico
Projecções ortogonais
Cortes e secções
Escrita normalizada e legendas
Cotagem
CAD
Conhecimentos teóricos
Ferramentas básicas de CAD
Convenções de desenho rigoroso em computador
Ficheiros Semente
Ficheiros de referência
Formatos de ficheiros
Plotagem
Ferramentas avançadas do CAD
Prática
Trabalhos práticos baseados em formas geométricas básicas
Trabalhos práticos de desenho de arquitectura em 2D, apoio a disciplinas centrais do curso
Noções básicas de computação gráfica
Criação e tratamento de imagem
Bibliografia (títulos existentes na biblioteca a negrito)
(Manuais dos aplicativos)
OLSON, Nancy A. – MICROSTATION´95 Fundamentals. Editora: New Riders Publishing Indianapolis, Indiana
Trabalhando com MICROSTATION´95 Editora: Érica
CUNHA, Luis Veiga da - DESENHO TÉCNICO - Editora. Serviço de Educação, Fundação Calouste Gulbenkian.
CARRIÇO, José António - WORD 7.0 Editora: CTI - Centro de Tecnologias da Informação
Publicado por Helena Pinto às 10:40 AM
ANTROPOMETRIA e ERGONOMIA - programa 2005-2006
disciplina semestral - 1º semestre (2 horas teóricas por semana)
Docente
Arq.º (Doutor em Antropologia) Valter Carlos Cardim
Conceitos Gerais
• A ergonomia é uma ciência experimental, de carácter interdisciplinar e auxiliar da metodologia da arquitectura e do design.
• As questões projectuais devem ser manipuladas cientificamente, tendo para isso que se adquirir os conhecimentos e fazer uso das metodologias para interferir durante o projecto e durante o sistema produtivo.
• As condições de “trabalho” ou as situações em que ocorre o relacionamento entre o Homem e o “mundo artificial”, devem ser adaptadas às capacidades e limitações humanas, do ponto de vista fisiológico, psíquico e sociológico.
• Para se ter melhores resultados projectuais é necessário ter em conta a segurança, o bem estar e o conforto, tornando mínimo o desgaste biológico.
• A realização de estudos, pesquisa e experimentação terá de ser correcta, eficaz e coerente com os pressupostos da arquitectura e do design.
• O estudo ergonómico visa a diminuição de riscos e especulações projectuais e fundamenta as decisões, contribuindo para uma maior maturidade projectual.
Objectivos Gerais
a) Caracterizar as principais áreas da intervenção da Antropometria e Ergonomia;
b) Dar a conhecer as metodologias mais correntes da Antropometria e Ergonomia;
c) Entender a Ergonomia como ciência auxiliar da metodologia da arquitectura e do design;
d) Adquirir conhecimentos científicos, prática das metodologias, pesquisa e experimentação, no âmbito do sistema-Homem-objecto-actividade humana;
e) Responder eficazmente aos pressupostos da arquitectura e do design integrando os princípios antropométricos e ergonómicos.
f) Assegurar a melhoria das condições de trabalho nos aspectos físicos e psicológicos.
g) Responder eficazmente aos pressupostos da arquitectura e do design.
Síntese Programática
1. O que é a ergonomia
Definição
Nascimento e evolução
Abordagens em ergonomia
Aplicações da ergonomia
2. Antropometria
Antropometria: Medidas
Nascimento e evolução
Diferenças individuais
Etnias e evolução
Antropometria estática
Antropometria dinâmica
3. Antropometria: Aplicações
Uso de dados antropométricos
Critérios de aplicação
Espaço de trabalho
4. Organismo humano
Aparelho locomotor (sistema esquelético, sistema articular, sistema muscular)
Função neuromuscular
Metabolismo
5. Biomecânica ocupacional
Trabalho e estética e dinâmica
Posturas de trabalho
Análise da postura
Aplicações de forças
Transporte e levantamento de cargas
Problemática do sentar
6. Posto de trabalho
Análise do posto de trabalho
Análise da tarefa
7. Recepção da informação
Visão; audição; tacto; outros sentidos
Interacção dos sentidos
8. Ambiente
Temperatura
Ruído
Iluminação
Cores
9. Abordagem ergonómica de sistemas
Conceito de sistema
Sistemas abertos e fechados
Optimização de sistemas
Sistema Homem-máquina
Evolução do sistema
Desempenho humano
Reforço do comportamento
Homeostase
Confiabilidade
10. Dispositivos de controle
Movimentos de controle
Tipos de mecanismos de controle
11. Dispositivos de informação
Percepção de informação (Teoria da Gestalt, etc.)
Dispositivos visuais
Dispositivos auditivos
12. Transmissão e processamento de informações
Sistema sensório-motor
Memória humana / aprendizagem
Teoria das decisões
13. Factores humanos no trabalho
Energética do comportamento humano
Fadiga; stress; monotonia; motivação
Influências; idade; deficiências físicas; etc.
Avaliação
Componente prática 30% / Componente Teórica 70%
A avaliação prática será processada através da apresentação dos exercícios a desenvolver por grupos de, no máximo, 3 alunos ou individuais no decorrer do curso.
A avaliação individual será auferida pela leitura e apresentação de uma síntese crítica de um livro (20%) e pela aplicação de um teste individual sem consulta (50%).
Bibliografia básica (títulos existentes na biblioteca a negrito)
1 – Montmollin, Maurice de. A Ergonomia. Instituto Piaget, 1995.
2 – Grandjean, Etienne. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Porto Alegre: Bookman, 1998.
3 – Castillo, Juan José e Villena, Jesus (Editores). Ergonomia, Conceptos y Métodos. Editorial Complutense.
4 – Panero, Julius & Zelnik, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores: um livro de consulta e referência para projectos. Barcelona: Gulstavo Gili, 2002.
5 – Gomes Filho, João. Ergonomia do Objeto – Sistema Técnico de Leitura Ergonómica. São Paulo: Escrituras, 2003.
6 – Hall, Edward T.. A Dimensão Oculta. Lisboa: Relógio D’Água.
7 – Dul, Jan & Weerdmeester, Bernard. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
Bibliografia complementar
1 – Kodak´s Ergonomic Design for Peopel at Work. Kodak´s ergonomic design fopr people at work. The Eastaman Kodak Company, New Jersey: John Wiley & Sons, 2003.
2 – Pheasant, Stephen. Bodyspace: anthropometry, ergonomics and the design of work. New York: Taylor & Francis, 1988.
3 – Iida, Itiro. Ergonomia: projecto e produção. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
4 – Green, W. S. & Jordan, P. W.. Human Factors in Product Design: current and Future Trends. Taylor and Francis, 1999.
5 – Moraes, Ana Maria & Mont’Alvão, Cláudia. Ergonomia, conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: 2AB Editora, 1998.
6 – Pennick, Nigel. Geometria Sagrada. São Paulo: Pensamento.
7 – Doczi, Gyorgy. O Poder dos Limites. São Paulo: Mercuryo.
8 – Thornberg, Josep Muntañola. Topogénesis – Fundamentos de una nueva arquitectura. Barcelona: UPC.
9 – Ching, Francis. Architecture: Form, Space & Order, Van Nostrand Reinold
10 – Massimo, Cresta: Lineamenti di Ecologia Umana. C.E.S.I., 1998.
11 – Fiorenzo, Facchini: Antropologia, Evoluzione, Uomo, Ambiente UTET; 1988 (Zanichelli ed.).
12 – Duran, Daniel. A sistémima. Dinalivro, 1992.
13 – Normas Técnicas sobre Acessibilidade. Lisboa: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência, 1997.
Publicado por Helena Pinto às 10:29 AM
Regulamento de Avaliação 2005-2006
Regulamento de Avaliação para a Licenciatura em Arquitectura
Cabe aos Docentes de cada disciplina a execução do respectivo programa, que é fornecido à Secretaria e aos alunos no início do período lectivo, onde deve constar o regime de avaliação dos conhecimentos (de tipo I ou II) e a natureza e importância na ponderação na classificação de todos os elementos de avaliação, tais como frequências, provas intermédias, trabalhos práticos, relatórios ou outros.
REGIME DE AVALIAÇÃO I
1. A avaliação de conhecimentos é feita através de frequências e de exames a realizar nas datas previstas no calendário escolar, podendo o docente requerer a entrega de elementos complementares de avaliação.
2. Os elementos complementares de avaliação contribuirão, em conjunto com as frequências, para a atribuição da média final, de acordo com uma relação a fixar pelo docente e aferida aos objectivos do correspondente programa pedagógico, não podendo, contudo, relevar mais do que 50% do total.
3. O aluno que, no conjunto das avaliações, atingir uma média igual ou superior a 12 (doze) valores, não podendo nenhuma das parcelas ser inferior a 8 (oito) valores, é aprovado e dispensado de exame final.
4. O aluno que, no conjunto das avaliações, atingir uma média inferior a 12 (doze) mas igual ou superior a 8 (oito) valores, é submetido a exame final em primeira época.
5. O aluno que não obtiver aproveitamento no conjunto das avaliações que o habilite a ir à prova escrita de exame final, em primeira época, ou que nesta obtenha uma classificação inferior a 8 (oito), reprova e poderá requerer exame de recurso em segunda época.
6. O aluno que, na prova escrita do exame final, atingir uma classificação igual ou superior a 8 (oito) e inferior a 12 (doze) valores é admitido a prova oral.
7. O aluno que, na prova escrita do exame final, atingir uma classificação igual ou superior a 12 (doze) valores é aprovado e dispensado de prova oral.
8. O aluno que obtiver aproveitamento na primeira época poderá requerer exame de melhoria nos termos do Regulamento Geral de Avaliação, quer tenha dispensado do exame final quer da prova oral, e qualquer que tenha sido a sua classificação.
9. A classificação final do aluno que tenha requerido melhoria de nota será a maior que o aluno tiver obtido, respectivamente, ou antes do exame de melhoria, ou no exame de melhoria.
REGIME DE AVALIAÇÃO II
(Avaliação Contínua)
1. A classificação é feita através de avaliação ponderada, no fim de cada semestre, e reflecte o nível atingido pelo aluno nesse ponto do seu percurso lectivo.
2. O aluno que, no final do período lectivo, atingir uma classificação inferior a 10 (dez) valores reprova e poderá requerer exame de recurso em segunda época.
3. O aluno que atingir uma classificação igual ou superior a 10 (dez) valores é aprovado, não havendo lugar a prova oral.
4. O aluno que obtiver aproveitamento na primeira época poderá requerer exame de melhoria nos termos do Regulamento Geral de Avaliação, qualquer que tenha sido a sua classificação.
5. A prova de segunda época consiste no melhoramento dos trabalhos apresentados na primeira época e/ou num exercício prático com tema e duração ditados pelo Regente da disciplina.
Publicado por Helena Pinto às 08:50 AM
Prémio Secil 2005
Concurso para estudantes do 5º ano das Licenciaturas em Arquitectura reconhecidas pela OA, nascidos após 31 de Dezembro de 1974.
Entrega de trabalhos realizados durante o ano lectivo de 2004/2005, no âmbito da disciplina de Projecto ou Arquitectura até 14 Outubro 2005
A nossa Escola poderá apresentar a concurso um máximo de 3 trabalhos, que se habilitarão a prémios no valor de 5000 Euros.
Regulamento
Publicado por Helena Pinto às 08:22 AM
outubro 02, 2005
Cálculo da Média de Fim de Curso
A média final do Curso é calculada do seguinte modo:
1. Média ponderada por disciplinas:
As disciplinas anuais com mais de 7.00H/semana = 4 (quatro) pontos
As disciplinas anuais com 4.00H a 6.00H/semana = 3 (três) pontos
As disciplinas anuais com 3.00H/semana ou menos = 2 (dois) pontos
As disciplinas semestrais com 3.00H/semana ou mais = 2 (dois) pontos
As disciplinas semestrais com 2.00H/semana ou menos = 1 (um) ponto
2. Média ponderada por anos:
1º + 2º anos = ponderação de 2 (dois) pontos
3º + 4º anos = ponderação de 3 (três) pontos
5º ano = ponderação de 2 (dois) pontos
A Média Final de Curso será calculada atendendo aos 2 parâmetros em simultâneo e arredondada para valor inteiro, por excesso ou por defeito, consoante o valor decimal apurado seja superior ou igual a 0,5, ou inferior.
Se no 6º ano (estágio) o aluno obtiver a classificação de «Aprovado com Mérito», será adicionado um valor à Média Final.
Publicado por Helena Pinto às 08:53 AM
outubro 01, 2005
3 de Outubro - Dia Mundial da Arquitectura
A Ordem dos Arquitectos (OA) prepara um conjunto de eventos para assinalar a data.
Comemorações do Dia Mundial da Arquitectura
PROGRAMA
Lisboa
3 Outubro
Lançamento do «site» www.ordemdosarquitectos.pt
18h
Sessão Solene do Dia Mundial da Arquitectura
Travessa do Carvalho, 23
Apresentação oficial do Serviço Educativo da Ordem dos Arquitectos
Entrega do diploma de membro honorário ao arquitecto Pancho Guedes
Entrega do diploma de membro honorário, atribuído ao arquitecto Charles Correia, à embaixadora da Índia em Portugal, Vijaya Latha Reddy
Nota: A sessão solene conta com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima
19h
Apresentação do livro «Arquitectura de Terra em Portugal»
19h30
Cocktail de lançamento da «Antologia JA (1981-2004)», Sede da Ordem dos Arquitectos
22h
Festa do Dia Mundial da Arquitectura, Bar LEFT (Largo Vitorino Damásio 3F, em Santos, junto ao IADE)
Concerto com os Dead Combo
DJ’s convidados
Projecção de imagens
Entrada Livre
6 Outubro
21h
Inauguração da Exposição Reunião de Obra#3 «Casa da Música, Porto» (até 26 Outubro)
A terceira sessão do ciclo «Reunião de Obra», sobre a Casa da Música (da autoria de Rem Koolhaas-OMA), é protagonizada pelo atelier residente de Jorge Carvalho e Teresa Novais
21h
Conferência, ANC Arquitectos Arquitectos – OMA
Sede da Ordem dos Arquitectos, Travessa do Carvalho, 23
8 Outubro
10h
Visita guiada à Casa da Música por ANC Arquitectos, Porto (ponto de encontro na porta principal da Casa da Música)
27 Outubro
19h
Apresentação do DVD «O Arquitecto e a Cidade Velha» com Álvaro Siza Vieira, Helena Albuquerque e Habitantes da Cidade Velha, de Catarina Alves Costa
Sede da Ordem dos Arquitectos, Travessa do Carvalho, 23
Abrantes
3 Outubro
18h
Lançamento oficial do «site» www.oamediotejo.org
Sede do Núcleo do Médio Tejo, Rua D. João IV, 47/49
20h
Jantar comemorativo do Dia Mundial da Arquitectura
21h30
Conferência «Casa Leça-PDA»: Uma Experiência de Estandardização em Habitação
MGCB – Arquitectos Associados
Sede do Núcleo do Médio Tejo, Rua D. João IV, 47-49, Abrantes
19 Outubro
21h30
Cinema Arquitecturas
Cine-Teatro São Pedro
Largo de São Pedro
21 Outubro a 11 Novembro
Exposição retrospectiva «João Mendes Ribeiro 1992-2002»
Arquitectura e Cenografia
Galeria Municipal de Arte, Praça Raimundo Soares
17h30
Inauguração da exposição
Sede do Núcleo do Médio Tejo, Rua D. João IV, 47-49
18h30
Conferência
Sede do Núcleo do Médio Tejo, Rua D. João IV, 47-49
29 Outubro
«Manifesto Isto é Arquitectura» – visita a quatro imóveis de referência do século XX em Abrantes
3 Novembro
21h
Exposição de Fotografia do «Workshop 01 Fotografia a Preto e Branco»
Sede do Núcleo do Médio Tejo, Rua D. João IV, 47-49
3 a 22 Novembro
Exposição itinerante «GAT de Abrantes. 30 Anos de Intervenção no Território»
Biblioteca Municipal António Botto
Convento de São Domingos
Angra do Heroísmo
8 Outubro
15h
Conferência de Manuel Graça Dias e Egas José Vieira, Museu de Angra do Heroísmo
Até 21 Outubro
Exposição «Prémio Secil de Arquitectura 2004», Palácio dos Capitães Generais
Beja
3 Outubro
18h30
Inauguração da exposição «Concurso para a Intervenção no Recinto do Castelo de Moura». Conferência da equipa vencedora (Intuição Arquitectos – Teresa Lamego e Vítor Lamego), Sede do Núcleo em Beja, Rua D. Manuel I, 30
Castelo Branco
3 Outubro
Jantar comemorativo (Informações: 289 822 700)
Faro
3 Outubro
Jantar comemorativo (Informações: 289 822 700)
Funchal
3 Outubro
Festa da Arquitectura, Casa das Mudas (Informações: 291 242 052)
Leiria
3 Outubro
Jantar comemorativo (Informações: 244 832 518
Ponta Delgada
6 Outubro
18h30
Inauguração da exposição «Obras de Manuel Graça Dias e Egas José Vieira», Galeria Fonseca e Macedo (até 29 Outubro)
Até 7 de Outubro
Exposição «Raul Lino. Cem Anos Depois», Cine-Teatro Micaelense (Centro Cultural e de Congressos) (Informações: 296 308 340)
7 Outubro
21h
Conferência de Manuel Graça Dias e Egas José Vieira, Hotel do Colégio
Santiago do Cacém
3 Outubro
21h30
«Conversas com…» sobre «Arquitectura e Desenvolvimento Sustentável», iniciativa do Museu Municipal de Santiago do Cacém/Câmara Municipal de Santiago do Cacém. Entre os convidados vão estar o arquitecto Fernando Travassos e o engenheiro Henrique Abreu
Leça da Palmeira
3 Outubro
19h30
Apresentação do Prémio de Arquitectura Fernando Távora
Museu da Quinta de Santiago
Porto
A Secção Regional Norte tem estado a preparar um conjunto de eventos para as Comemorações do Dia Mundial da Arquitectura, que deviam ter início em 1 de Outubro, dedicado ao Arquitecto Fernando Távora. Dadas as circunstâncias, as actividades foram adiadas e irão decorrer entre 20 de Novembro de 2005 e 5 de Fevereiro de 2006.
Publicado por Helena Pinto às 10:48 PM
Sokrates-Erasmus Students
WELCOME MEETING
to all incoming Erasmus students
6 October 2005 (thursday) 10.30 a.m.
Meeting point
Main entrance of University
Publicado por Helena Pinto às 10:18 PM
