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novembro 27, 2005
Processo de Bolonha - Documentos Gerais
Declaração de Bolonha
Decreto-Lei 42/2005
Lei nº49/2005 - Alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo
Outros Documentos
Publicado por Helena Pinto às 08:24 PM
novembro 25, 2005
Processo de Bolonha - Ligações
Complilação de Artigos sobre Bolonha
GE3S - Grupo de Missão para o Espaço Europeu de Ensino Superior
Agência Nacional Sócrates e Leonardo da Vinci
Europa - Education and Training
FAIRe
National Union of Students in Europe
Publicado por Helena Pinto às 12:48 AM
novembro 23, 2005
Projecto III - Apresentação de trabalhos de 2004-05
24 de Novembro (5ª feira), 10.00h
Apresentação dos trabalhos de Projecto III (4º ano) de 2004-2005 aos novos membros eleitos para a Câmara Municipal de Sesimbra. Seguir-se-á um debate.
Publicado por Helena Pinto às 09:07 AM
novembro 22, 2005
Apresentação da Revista Estudos/Património nº 8

Através da apresentação de casos seleccionados do conjunto de intervenções do IPPAR, este número da revista Estudos/Património pretende reflectir a actualização das formas de intervir em património edificado, que se tem vindo a sedimentar ao longo de anos, apoiada numa prática regular.
A importância do conhecimento prévio e aprofundado daquilo que irá ser intervencionado, necessidade do cruzamento de saberes das diferentes disciplinas envolvidas, a atitude permanente de investigação e pesquisa, e a necessidade de uma perspectiva distanciada, que consiga situar cada intervenção no processo mais amplo de que faz parte, são aspectos que os cerca de vinte artigos do caderno principal da Revista poderão evidenciar, trazendo a público estudos e intervenções projectadas ou realizadas na Sé do Porto, nos Mosteiros de Pombeiro e de Santa Clara-a-Velha, na Sé Velha de Coimbra, no castelo de Castelo de Vide, na Gruta do Escoural, nos Palácios de Queluz e da Pena, entre outros.
São ainda tratados diferentes temas, na secção Salvaguarda (património mineiro, a construção enquanto documento, a defesa do património arquitectónico legado por Korrodi, o estuque tradicional no restauro) e na secção Memória (estudo de um fragmento da fonte do claustro do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, a estratégia de implantação do Mosteiro de S. João de Tarouca, ou a família Real na Ajuda no século XIX).
A habitual secção Actual dá conta, entre outros temas, das lojas e postos de venda do IPPAR, informação sobre produtos de merchandising e publicações, actividades promovidas e a promover pelo IPPAR (encontros, ciclos de concertos musicais em monumentos, exposições) bem como um conjunto de sites na internet respeitantes ao património.
Publicado por Helena Pinto às 09:16 AM
novembro 20, 2005
João Vaz (1859-1931) - Um pintor do Naturalismo
A Praia
Exposição
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
Av. 5 de Outubro, 8, 1050-055 LISBOA
até 30 Novembro 2005
3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Entrada: EUR 2,00
Exposição em torno da vida e obra do pintor João Vaz (1859-1931), natural de Setúbal, uma das figuras mais relevantes da pintura portuguesa do período Naturalista e um dos membros proeminentes do Grupo do Leão.
Publicado por Helena Pinto às 09:07 AM
novembro 16, 2005
Gestão Estratégica de Cidades e Regiões
Debate do livro do Engº António Fonseca Ferreira
18 Novembro 2005, 18.00h
Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal
António Fonseca Ferreira
Licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Doctorat du 3eme Cycle na École Pratique des Hautes Études, Paris – Sorbonne. Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo - desde 16 Março 1998 e Conselheiro Superior de Obras Públicas (destacado em Comissão de Serviço na CCRLVT). Entre outras funções na administração pública, destaca-se o cargo de Director Municipal e Assessor do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, responsável pelo Planeamento Estratégico e Urbanístico. Professor Auxiliar Convidado no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e na Universidade Atlântica (UATLA), leccionando disciplinas de Planeamento Estratégico e Urbanismo. Responsável pela coordenação de vários Planos Estratégicos e outros estudos de investigação, editou vários livros e artigos em revistas nacionais e estrangeiras e é autor de várias comunicações em seminários e colóquios da especialidade.
Publicado por Helena Pinto às 10:39 PM
novembro 09, 2005
projecto II - 2º exercício 2005-2006
Exercício #2
CASA DO ESTUDANTE
PROJECTO II - 3º ANO
Ano lectivo 2005-2006
Plug-in-City,
desenho de Peter Cook, 1964
1 - INTRODUÇÃO
“Os tratados de Vitrúvio, Alberti, Blondel, Durad e Semper fornecem uma referência triádica à arquitectura: solidez técnica, utilidade programática e estética. Porém Siza não aplica académica e estaticamente estas referências. Siza Vieira coordena organicamente esta tríade na vivência concreta das suas obras. É uma triunicidade que se afirma. O observar atento, a grande abertura à construção popular, a sensibilidade de artista consolidam também uma especial atenção pelo «lugar».”
In RODRIGUES, António Jacinto – Teoria da Arquitectura. O Projecto como Processo Integral na Arquitectura de Álvaro Siza.
Porto: FAUP publicações, 1996. p. 31, 32.
A partir do enunciado proposto na disciplina de Tecnologias II, o aluno deve aprofundar o conhecimento integrado entre as várias disciplinas que ajudam a concretizar o projecto – interdisciplinaridade. Os levantamentos, desenhos, maquetas e relatórios realizados até ao momento fornecem uma base de trabalho para o desenvolvimento do projecto proposto.
2 - ENUNCIADO
A maior parte dos cascos históricos das nossas cidades e outras áreas dos aglomerados urbanos ou rurais encontram-se em muito mau estado de conservação, ou mesmo em estado de degradação avançado e por vezes ruína. O arquitecto tem, neste início de século, um desafio no que diz respeito à requalificação urbanística e/ou arquitectónica nestas áreas do tecido construído.
A área de intervenção deste exercício é a Casa da Tuna, junto ao edifício da Universidade Moderna de Setúbal. Este conjunto de pequenas construções deve ser adaptado para um albergue de jovens (pousada da juventude).
Do programa devem fazer parte os seguintes espaços:
a) – Dormitório: 10 a 15 camas (de preferência quartos triplos/duplos);
b) – Espaços de serviços (cozinha, instalações sanitárias, lavandaria, arrumos);
c) – Espaços de lazer (salas de refeições, de jogos);
d) – Espaços de estudo (biblioteca/sala de leitura);
e) – Espaços exteriores (pátios, arranjos exteriores/jardins, estacionamento).
Este exercício pretende, que o aluno, através da compreensão das construções existentes e das suas características tipológicas, espaciais, construtivas e estéticas, tenha a capacidade de reconstruir, remodelar, recuperar e edificar, tendo m conta um programa existente.
A intervenção deve no final realçar um carácter de conjunto, evitando fragmentações. Assim, a relação entre velho e novo, cheios e vazios, técnicas construtivas e materiais torna-se relevante para alcançar os objectivos pretendidos.
3 - OBJECTIVOS
” (...) O agente criador, arquitecto, exerce na qualidade de mestre a arte de construir traçando planos, hierarquizando valores, supervisionando a execução das construções; assim, projecta e imagina o edifício, controla as fases de construção, observa as necessidades práticas do útil, cumpre a satisfação de desejos humanos, quer estes signifiquem valores ontológicos, éticos ou estéticos, quer se enquadrem em contingências económico-financeiras.
A arquitectura, não sendo uma ciência, é um saber fazer, isto é, uma capacidade de ordenar o mundo e por essa acção humanizá-lo. A arquitectura, como todos os objectos existentes, comporta uma historicidade, quer como estrutura própria – história da arquitectura –, quer como conjunto de valores, ideias, opiniões, desejos que constituem para a humanidade um conjunto revelador de uma teoria das mentalidades.”
In RODRIGUES, Maria João Madeira – O que é Arquitectura.
s.l.: Quimera Editores, Lda, 2002. p. 10, 11.
Este exercício pretende estabelecer uma ligação entre as disciplinas de Projecto II, Estruturas I, Tecnologias I e Arquitectura Paisagista. Cada docente destas disciplinas abordará os temas convenientes tendo em conta o programa da respectiva disciplina.
Relacionar o projecto de arquitectura (programa, espaço, forma, função, ritmo, proporção, equilíbrio) com as exigências das disciplinas referidas. Perceber que a arquitectura não é autónoma, mas multidisciplinar e globalizante no acto de projectar.
Despertar a análise do objecto arquitectónico tendo em conta a história, o contexto, o tipológico e o construtivo. Estudar e analisar de forma cuidada as relações entre os vários elementos intervenientes no existente e na proposta. Reflectir tendo em conta alguns textos teóricos paradigmáticos sobre os temas – reconstrução, recuperação, requalificação, reabilitação, revivificação, remodelação, ampliação e alteração.
O projecto deve, na sua proposta final, através dos desenhos, textos e maquetas mostrar uma vertente técnica e construtiva, em que as soluções adoptadas e os materiais utilizados funcionem como elementos de consonância e de exaltação da parte conceptual desenvolvida.
Fotografia junto a Foz Côa, escarpa para o rio Douro, Miguel Santiago, 2003.
4 – APRESENTAÇÃO
As peças desenhadas serão apresentadas em três painéis (suporte rígido) de formato a1. Farão parte destes painéis os seguintes elementos:
Memória Descritiva
Levantamento – esc. 1/50,
Plantas, Cortes e Alçados (proposta) – esc. 1/50
Pormenores Construtivos – esc. 1/20
Fotomontagens
Do processo farão parte todos os estudos de concepção e pesquisa de material relevante, desenvolvidos ao longo da pesquisa, permitindo uma leitura adequada da evolução de todo o trabalho. Este documento será apresentado em formato normalizado, dobrado em A4.
Maqueta em cartão ou balsa – esc. 1/100.
O trabalho termina com a apresentação oral por parte de cada aluno.
Entrega final – 16 de Janeiro de 2006.
Bom trabalho.
Setúbal, 13 de Outubro de 2005.
Miguel João Mendes Santiago Fernandes
Hugo Nazareth Fernandes de Cerqueira
Arquitectos
Publicado por Helena Pinto às 11:46 PM
Acreditação do Curso pela Ordem dos Arquitectos (6)
1. Deu entrada na Ordem dos Arquitectos o nosso recurso para o Conselho Nacional de Delegados. Aguarda-se resposta para depois da próxima reunião do CND, que ocorrerá em meados de Novembro.
Entretanto os nossos licenciados podem inscrever-se no estágio da Ordem (o próximo período para apresentação de candidaturas é de 14 a 25 de Novembro).
2. O Provedor de Justiça tornou pública a recomendação sobre questões de admissão à Ordem dos Arquitectos.
(03Nov2005)
Mais informação:
Ordem dos Arquitectos
Licenciados em Arquitectura
Publicado por Helena Pinto às 11:42 PM | Comentários (0)
novembro 06, 2005
Exposição da obra de Raul Lino

Uma exposição dedicada aos 125 anos do nascimento do arquitecto Raul Lino (1879-1974) pode ser vista no Palácio Nacional de Sintra, até 8 de Novembro de 2005, das 10h às 17h30 (encerra às quartas-feiras).
(do site da OA, secção Agenda)
Publicado por Helena Pinto às 10:28 PM
novembro 03, 2005
O que é o Património?
Conferência
integrada no ciclo “Tempos de Arte”, organizado pela Câmara Municipal e pela Academia de Dança Contemporânea.
7 de Novembro 2005, 19h00
Biblioteca Pública Municipal, Setúbal
Paulo Simões Rodrigues (Universidade de Évora) aborda o tema do património como uma afirmação das individualidades nacionais, regionais e locais em face da crescente globalização e consequente uniformização dos modos de vida.
Publicado por Helena Pinto às 02:58 PM
novembro 01, 2005
O Terramoto
1 de Novembro de 1755
Pesquise no blogue do Dr. João Aldeia
Publicado por Helena Pinto às 10:10 AM
Mascote para o Oceanário
O Oceanário de Lisboa procura a sua mascote através de um concurso de ideias para estudantes, profissionais e empresas das áreas do design, arquitectura e belas-artes.
Entrega de propostas até 3 Novembro 2005
Prémio de 5000 euros
REGULAMENTO CONCURSO
1. OBJECTO
O presente concurso particular nacional destina-se à recolha e selecção de propostas de ideias com vista à criação de uma Mascote para o Oceanário de Lisboa.
A Mascote será utilizada em inúmeras situações e dimensões, como por exemplo, publicações, artigos de merchadising, objectos e outros suportes promocionais, em plano, em volume e em animação.
2. CONCORRENTES
As propostas deverão ser subscritas por estudantes universitários, profissionais e empresas das áreas de design, arquitectura e belas-artes.
3. LIMITAÇÕES
Não existe nenhuma limitação à subscrição das propostas, nomeadamente, relativa à idade ou nacionalidade dos concorrentes, desde que residentes ou com delegação estabelecida em território nacional.
Cada concorrente poderá apresentar até 2 propostas.
Não podem concorrer elementos do Júri e da entidade promotora.
4. FORMA DAS PROPOSTAS
As propostas deverão ser apresentadas numa versão a cores e noutra a preto e branco, e entregues em painel K-line A3 na vertical. É obrigatória a apresentação de um modelo 3D (digital ou maqueta volumétrica). A composição gráfica do painel poderá incluir várias perspectivas do objecto, foto-montagem e fotografias de protótipo, devendo, no entanto, assegurar a fácil leitura e compreensão da proposta.
A escala escolhida para a proposta volumétrica deve ser tal que, depois de devidamente embalada em material opaco, a forma da embalagem seja um cubo com o máximo de 50 cm de lado.
5. IDENTIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS
No painel deverá constar em lugar visível:
Se estudante: nome abreviado e estabelecimento de ensino e ano; Se profissional da área: nome abreviado e profissão; Se empresa: nome abreviado do autor e nome da empresa.
Memória descritiva da proposta (máximo 300 caracteres).
No verso do painel deverá constar:
Nome completo, morada e um contacto telefónico e e-mail.
O modelo 3D (CD ou maqueta volumétrica) deverá ser identificado da mesma forma que o painel.
6. CALENDÁRIO
As propostas deverão ser entregues nos dias 2 e 3 de Novembro de 2005 na seguinte morada: Oceanário de Lisboa, Esplanada D. Carlos I, 1990-005 Lisboa.
A divulgação da proposta vencedora será feita até ao dia 18 de Novembro de 2005.
7. COMISSÃO DE SELECÇÃO
A comissão de selecção das propostas será constituída da seguinte forma:
Um representante do Conselho de Administração da Parque Expo 98 S.A.;
Um representante do Conselho de Administração da Oceanário de Lisboa S.A.;
Um representante do Departamento de Marketing e Vendas da Oceanário de Lisboa S.A.;
Um designer de comunicação fornecedor da Oceanário de Lisboa S.A.;
Um jurista;
Um designer de equipamento de reconhecido mérito;
Uma individualidade de reconhecido mérito.
A comissão de selecção será presidida pelo representante do Conselho de Administração da Oceanário de Lisboa S.A.
8. REUNIÃO DA COMISSÃO
A comissão de selecção reunirá no prazo máximo de 5 dias úteis após entrega das propostas.
9. SELECÇÃO DAS PROPOSTAS
As propostas, desde que sejam garantidas a viabilidade técnica da sua execução em diferentes materiais e dimensões, e a versatilidade na utilização em diversas aplicações, serão avaliadas em função das suas qualidades plásticas e da sua relação com a Missão, Visão e Imagem Institucional do Oceanário de Lisboa.
A selecção da proposta vencedora deverá fazer-se por votação.
O Júri poderá não escolher qualquer das propostas concorrentes se entender que nenhuma delas apresenta os requisitos necessários para cumprir a sua finalidade.
A comissão designará uma proposta vencedora que cumpra com os requisitos vertidos no presente regulamento e à qual será atribuída um prémio no valor de € 5.000.
A comissão poderá, ainda, indicar um máximo de 5 propostas para atribuição de menções honrosas.
10. EXPOSIÇÃO E CERIMÓNIA DE ATRIBUIÇÃO DO PRÉMIO E MENÇÕES HONROSAS
No prazo máximo de 15 dias contados a partir da data de divulgação da proposta vencedora, será inaugurada no Oceanário de Lisboa uma exposição com as 50 propostas mais votadas, que estará patente durante um período de 1 mês e quinze dias.
O Oceanário de Lisboa não se responsabiliza por eventuais danos decorrentes da exibição publica das propostas.
A data da inauguração da exposição será atempadamente comunicada aos concorrentes. Na cerimónia de inauguração da exposição serão entregues o diploma e prémio ao autor da proposta vencedora e os diplomas das menções honrosas.
Os concorrentes que pretendam a devolução das propostas apresentadas deverão comunicá-lo até ao dia 25 de Novembro de 2005, sendo a recolha da responsabilidade do próprio concorrente. O período para a recolha das propostas é de 24 a 31 de Janeiro de 2006.
11. DIREITOS DE AUTOR
A proposta que vier a vencer o concurso será considerada, para todos os devidos efeitos, propriedade exclusiva do Oceanário de Lisboa. Deste modo, a entrega da proposta implicará, para todos os devidos efeitos, a renúncia definitiva aos respectivos direitos de autor na sua vertente patrimonial, nomeadamente, a de reprodução e de manipulação plástica decorrentes do desenvolvimento e aplicação do objecto de acordo com os princípios e estratégia adjacentes à criação do mesmo.
Publicado por Helena Pinto às 10:08 AM