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março 27, 2006
Processo de Bolonha: Decreto-Lei nº74/2006
Regime jurídico dos graus e diplomas do ensino superior.
Decreto-Lei nº74/2006 (24 de Março de 2006)
Publicado por Helena Pinto às 08:47 PM
março 25, 2006
|HabitarHoje|

Publicado por Helena Pinto às 12:04 AM
março 22, 2006
O Cubo e a Escada






















Publicado por Helena Pinto às 11:56 PM
O pensamento da mão























Publicado por Helena Pinto às 11:55 PM
março 08, 2006
women in architecture

Pioneiras
Charlotte Perriand
Julia Morgan
Eileen Gray
Lina Bo Bardi
Women in Architecture
Women and Architecture: Selected Bibliography and Guide to Sources
Women and Women Architects in the 1890s
(logo roubado a missarchy)
Publicado por Helena Pinto às 03:24 PM
março 07, 2006
projecto II - 3º exercício 2005-2006
PROJECTO II - 3º exercício 2005-2006 .
Publicado por Helena Pinto às 10:48 PM
Revista MURPHY - Universidade de Coimbra
Publicado por Helena Pinto às 06:00 PM
A Ciência e a Cidade: a Casa
Conferência e Debate
Helder Gonçalves (I. N. Engenharia, Tecnologia e Inovação)
Ricardo Veludo (Eng. Ambiente, IST)
Miguel Vieira Baptista (Designer)
15 Março 2006, 18h00
Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian
Integrada no ciclo A Ciência e a Cidade
Publicado por Helena Pinto às 10:41 AM
março 03, 2006
Arquitectura Analítica - Trabalho de Grupo
ARQUITECTURA ANALÍTICA - 1º ANO
Ano lectivo 2005-2006
1. Introdução
«…posso dizer que a história da arquitectura constitui o material da arquitectura. Operamos na construção de um grande projecto unitário no tempo, trabalhando sobre determinados elementos que lentamente modificamos; e através disto chegamos seguramente à invenção.»
Aldo Rossi, in introdução à edição portuguesa (Ed. Cosmos, 1971) de A Arquitectura da Cidade (1966)
«Parafraseando Fernando Pessoa que disse, a minha pátria é a minha língua, eu penso que poderemos com propriedade dizer que a nossa pátria também é a nossa arquitectura. Daí o dever de a conhecermos e de a defendermos em comum, (…).
(…) O que digo aos alunos é que visitem obras de arquitectura, vejam as cidades, anotem e desenhem, decifrem, comparem, especulem, inventem, (…).
Alexandre Alves Costa, in Introdução ao Estudo da História da Arquitectura Portuguesa (FAUP, 1995)
«O homem primitivo parou sua carreta; decide que aqui será seu chão. Escolhe uma clareira, derruba as árvores mais próximas, aplana o terreno em torno; (…) Para construir bem e para repartir seus esforços, para a solidez e utilidade da obra, ele tomou medidas, admitiu um módulo, regulou seu trabalho, (…). Medindo, ele estabeleceu a ordem. Para medir, tomou seu passo, seu pé, seu cotovelo ou seu dedo. (…) criou um módulo que regula toda a obra; e esta obra está em sua escala, em sua conveniência, em seu bem-estar, em sua medida. Está na escala humana. (…)
Mas ao determinar as distâncias respectivas dos objectos ele inventou ritmos, ritmos sensíveis ao olho, nítidos nas suas relações. (…) O traçado regulador é uma satisfação de ordem espiritual que conduz à busca de relações engenhosas e de relações harmoniosas. Ele confere à obra a euritmia. (…) A escolha de um traçado regulador fixa a geometria fundamental da obra. (…)

Porta Saint-Denis, Paris
(Blondel, séc. XVII)
A massa principal é fixada, a abertura da porta é esboçada. Um traçado regulador imperativo, sobre o módulo de 3, divide o conjunto da porta, divide as partes da obra em altura e em largura, regula tudo sobre a unidade do mesmo número. (…)»
Le Corbusier, in Por uma Arquitectura (1998, Ed. Perspectiva, S. Paulo) (Vers une Architecture (1923, 1958))
Há algo de inerte e intemporal na lógica dos sistemas operativos arquitectónicos. Algo que nos permite falar de equilíbrio, de tensão, de percurso, de dimensão, e que é isento de uma expressão plástica adicional. Existem elementos qualificadores da imagem, que, para além das vertigens criativas conjunturais, reflectem um sentimento ancestral de composição, de simetria, de contemplação dos valores humanos imutáveis, a que poderemos chamar éticos e estéticos.
Existe um sentido racional, geométrico, intuitivo, que nos permite decifrar o erro, identificar o correcto. Nada disto tem suporte na tratadística; tudo isto foi perseguido pela tratadística. O incómodo ou o prazer causado pelos diversos sistemas formais que nos envolvem têm um suporte plástico, geométrico, físico, palpável. O gosto não se restringe a um “porque sim”. (…)».
Luís Conceição (enunciado deste exercício em anos lectivos anteriores)
2. Enunciado
(grupos de 3 / 4 pessoas)
Considere um edifício ou um conjunto edificado.
Exprima-o, decomponha-o, explique-o e descubra-o, segundo as vertentes a seguir enunciadas:
• materialidade - carga, massa, materiais de suporte
• sistema distributivo - entrada, circulação horizontal / vertical; tipologia
• epiderme - relação dentro / fora; luz / sombra; plasticidade
• geometricidade - simetria, axialidade, traçados reguladores
• inserção urbana - afirmação, neutralidade, capacidade generativa
3. Apresentação e prazos
• 6 de Janeiro
apresente constituição do grupo e proposta de estudo de edifício ou conjunto edificado, a ser aprovado pelos docentes
• 17 de Março
pré-entrega: esboço do trabalho definitivo, a entregar em 19 de Maio
• 19 de Maio
Dossier A4 contendo:
curta recensão escrita (autoria, enquadramento histórico, teórico e crítico); esquemas planimétricos e altimétricos interpretativos
Modelo tridimensional sintético
Apresentação para toda a turma do trabalho, recorrendo a organigramas, gráficos, projecções, filmes, etc. Com carácter teatral, festivo e convincente (vale quase tudo).
Setúbal, 21 de Dezembro de 2005
Publicado por Helena Pinto às 05:46 PM
Arquitectura Analítica - 3º exercício
ARQUITECTURA ANALÍTICA - 1º ANO
Ano lectivo 2005-2006
Publicado por Helena Pinto às 05:22 PM
