março 07, 2006

projecto II - 3º exercício 2005-2006

PROJECTO II - 3º exercício 2005-2006 .alc Siza.jpg

Publicado por Helena Pinto às 10:48 PM

novembro 09, 2005

projecto II - 2º exercício 2005-2006

Exercício #2
CASA DO ESTUDANTE

PROJECTO II - 3º ANO
Ano lectivo 2005-2006

ptcook.jpg Plug-in-City,
desenho de Peter Cook, 1964

1 - INTRODUÇÃO

“Os tratados de Vitrúvio, Alberti, Blondel, Durad e Semper fornecem uma referência triádica à arquitectura: solidez técnica, utilidade programática e estética. Porém Siza não aplica académica e estaticamente estas referências. Siza Vieira coordena organicamente esta tríade na vivência concreta das suas obras. É uma triunicidade que se afirma. O observar atento, a grande abertura à construção popular, a sensibilidade de artista consolidam também uma especial atenção pelo «lugar».”

In RODRIGUES, António Jacinto – Teoria da Arquitectura. O Projecto como Processo Integral na Arquitectura de Álvaro Siza.
Porto: FAUP publicações, 1996. p. 31, 32.


A partir do enunciado proposto na disciplina de Tecnologias II, o aluno deve aprofundar o conhecimento integrado entre as várias disciplinas que ajudam a concretizar o projecto – interdisciplinaridade. Os levantamentos, desenhos, maquetas e relatórios realizados até ao momento fornecem uma base de trabalho para o desenvolvimento do projecto proposto.


2 - ENUNCIADO

A maior parte dos cascos históricos das nossas cidades e outras áreas dos aglomerados urbanos ou rurais encontram-se em muito mau estado de conservação, ou mesmo em estado de degradação avançado e por vezes ruína. O arquitecto tem, neste início de século, um desafio no que diz respeito à requalificação urbanística e/ou arquitectónica nestas áreas do tecido construído.

A área de intervenção deste exercício é a Casa da Tuna, junto ao edifício da Universidade Moderna de Setúbal. Este conjunto de pequenas construções deve ser adaptado para um albergue de jovens (pousada da juventude).

Do programa devem fazer parte os seguintes espaços:
a) – Dormitório: 10 a 15 camas (de preferência quartos triplos/duplos);
b) – Espaços de serviços (cozinha, instalações sanitárias, lavandaria, arrumos);
c) – Espaços de lazer (salas de refeições, de jogos);
d) – Espaços de estudo (biblioteca/sala de leitura);
e) – Espaços exteriores (pátios, arranjos exteriores/jardins, estacionamento).

Este exercício pretende, que o aluno, através da compreensão das construções existentes e das suas características tipológicas, espaciais, construtivas e estéticas, tenha a capacidade de reconstruir, remodelar, recuperar e edificar, tendo m conta um programa existente.
A intervenção deve no final realçar um carácter de conjunto, evitando fragmentações. Assim, a relação entre velho e novo, cheios e vazios, técnicas construtivas e materiais torna-se relevante para alcançar os objectivos pretendidos.

3 - OBJECTIVOS

” (...) O agente criador, arquitecto, exerce na qualidade de mestre a arte de construir traçando planos, hierarquizando valores, supervisionando a execução das construções; assim, projecta e imagina o edifício, controla as fases de construção, observa as necessidades práticas do útil, cumpre a satisfação de desejos humanos, quer estes signifiquem valores ontológicos, éticos ou estéticos, quer se enquadrem em contingências económico-financeiras.
A arquitectura, não sendo uma ciência, é um saber fazer, isto é, uma capacidade de ordenar o mundo e por essa acção humanizá-lo. A arquitectura, como todos os objectos existentes, comporta uma historicidade, quer como estrutura própria – história da arquitectura –, quer como conjunto de valores, ideias, opiniões, desejos que constituem para a humanidade um conjunto revelador de uma teoria das mentalidades.”

In RODRIGUES, Maria João Madeira – O que é Arquitectura.
s.l.: Quimera Editores, Lda, 2002. p. 10, 11.


Este exercício pretende estabelecer uma ligação entre as disciplinas de Projecto II, Estruturas I, Tecnologias I e Arquitectura Paisagista. Cada docente destas disciplinas abordará os temas convenientes tendo em conta o programa da respectiva disciplina.

Relacionar o projecto de arquitectura (programa, espaço, forma, função, ritmo, proporção, equilíbrio) com as exigências das disciplinas referidas. Perceber que a arquitectura não é autónoma, mas multidisciplinar e globalizante no acto de projectar.

Despertar a análise do objecto arquitectónico tendo em conta a história, o contexto, o tipológico e o construtivo. Estudar e analisar de forma cuidada as relações entre os vários elementos intervenientes no existente e na proposta. Reflectir tendo em conta alguns textos teóricos paradigmáticos sobre os temas – reconstrução, recuperação, requalificação, reabilitação, revivificação, remodelação, ampliação e alteração.

O projecto deve, na sua proposta final, através dos desenhos, textos e maquetas mostrar uma vertente técnica e construtiva, em que as soluções adoptadas e os materiais utilizados funcionem como elementos de consonância e de exaltação da parte conceptual desenvolvida.

foscoa.jpg Fotografia junto a Foz Côa, escarpa para o rio Douro, Miguel Santiago, 2003.

4 – APRESENTAÇÃO

As peças desenhadas serão apresentadas em três painéis (suporte rígido) de formato a1. Farão parte destes painéis os seguintes elementos:
Memória Descritiva
Levantamento – esc. 1/50,
Plantas, Cortes e Alçados (proposta) – esc. 1/50
Pormenores Construtivos – esc. 1/20
Fotomontagens

Do processo farão parte todos os estudos de concepção e pesquisa de material relevante, desenvolvidos ao longo da pesquisa, permitindo uma leitura adequada da evolução de todo o trabalho. Este documento será apresentado em formato normalizado, dobrado em A4.
Maqueta em cartão ou balsa – esc. 1/100.
O trabalho termina com a apresentação oral por parte de cada aluno.

Entrega final – 16 de Janeiro de 2006.

Bom trabalho.
Setúbal, 13 de Outubro de 2005.

Miguel João Mendes Santiago Fernandes
Hugo Nazareth Fernandes de Cerqueira
Arquitectos

Publicado por Helena Pinto às 11:46 PM

outubro 24, 2005

projecto II - 1º exercício 2005-2006

JANGADA - TEATRO

teatroRossi.jpgAldo Rossi, 1979
Esquisso do Teatro del Mondo para a Bienal de Veneza.

1 - INTRODUÇÃO

“(...) Para si, os elementos geométricos, as formas básicas de cubo, cilindro e prisma, não reduzíveis ganham um «significado precioso» ao longo da história. O designer – segundo Rossi – combina os blocos de construção da tarefa que se encarregou, de acordo com as regras lógicas da ordem, como se partisse de um conjunto de blocos de recordações. O local para esse acontecimento é a cidade histórica: é esse o cenário teatral onde as pessoas desempenham somente papéis mudos. Aparecem, caminham uma curta distância e depois saem. Por conseguinte as memórias de Rossi não têm qualquer inscrição, porque não há nenhuma linguagem para além da geometria que possua durabilidade. As semelhanças com o teatro vêem-se bem: tal como uma janela para uma outra realidade, elas conferem uma expressão visual a excursões metafísicas.”
In GÖSSEL, Peter – Arquitectura no Século XX.
Köln: Taschen, 2001. p. 307.

A partir dos teatros do século XVIII, a que remonta a antiga tradição veneziana do teatro flutuante, que ancorava na cidade aquando do Carnaval, Aldo Rossi projectou um teatro-jangada em estrutura tubular de ferro e madeira. Construído para a Bienal de Veneza, de 1980, o Teatro del Mondo funcionou como uma Arca de Noé cultural durante o período em que esteve instalado na Punta della Dogana, sendo mais tarde rebocado para Dubrovnik e, por fim, desmantelado. O arquitecto italiano “desviando-se” da tipologia e da forma tradicional, orientou-se para o palco central de Shakespeare, mas, conceptualmente referia-se ao projecto como “um lugar onde a arquitectura terminasse e o mundo da imaginação começasse”

2 - ENUNCIADO

Após uma investigação sobre a evolução tipológica e formal dos teatros e uma pesquisa cuidada sobre o Teatro del Mondo de Aldo Rossi, cada aluno procederá à escolha de local e um percurso para o seu TEATRO-JANGADA.
Este exercício pretende, de um modo didáctico, fazer a transposição de um conjunto de referências funcionais, tipológicas, poéticas, espaciais e históricas para o plano do desenho e do modelo tridimensional. A passagem de uma situação efémera para a construção – o perene.

A cidade de Setúbal é banhada pelo rio Sado e situa-se junto à serra da Arrábida, tendo por estes motivos, uma situação privilegiada com a água e com a natureza. Este exercício pretende um conhecimento da orla marítima junto a Setúbal e junto a Tróia, permitindo a escolha de um local de ancoragem do teatro-jangada e de um possível percurso entre as duas margens do rio.

Pretende-se que o aluno elabore um programa de acordo com o enunciado e com as premissas propostas para este exercício. Deve ter em conta todas as especificidades funcionais mas também técnico-construtivas.

3 - OBJECTIVOS

”O que é a arquitectura? A expressão cristalina dos mais puros pensamentos humanos, do seu fervor, da sua humanidade, da sua fé, da sua religião. Mas quantos dos que vivem esta época compreendem completamente ainda a natureza omnisciente, beatificante da arquitectura? Vede, atravessamos as nossas ruas e quereríamos chorar de vergonha nestes desertos de brutalidade. As armadilhas cinzentas, vazias, estúpidas em que vivemos e trabalhamos, constituirão um triste legado para a posteridade. Há uma consolação para mim, a ideia, a construção de uma ideia de arquitectura, ardente, corajosa, destinada a satisfazer a época ridente que virá. Queiramos, ideemos e criaremos juntos as novas concepções construtivas.”

Apollon in Democracy – Walter Gropius (1883-1969)

Este exercício pretende de uma forma muito marcante relacionar o conceito do projecto e de todos os elementos constituintes desta disciplina (espaço, forma, estrutura, ritmo, proporção, equilíbrio, representação) com as disciplinas mais técnicas: estática, estruturas e tecnologias.
O projecto deve, na sua proposta final, através dos desenhos, textos e maquetas mostrar uma vertente técnica e construtiva, em que as soluções adoptadas e os materiais utilizados funcionem como elementos de consonância e de exaltação da parte conceptual desenvolvida.

Despertar para a análise do objecto arquitectónico tendo em conta a história, o designer, o contexto, o simbólico, o tipológico e o construtivo. Estudar e analisar de forma cuidada alguns exemplos significativos do programa pretendido. Reflectir tendo em conta alguns textos teóricos paradigmáticos sobre o tema.

teatroRossi1.jpg

4 – APRESENTAÇÃO

As peças desenhadas serão apresentadas em dois painéis (suporte rígido) de formato a1. Farão parte destes painéis os seguintes elementos:
Planta de Localização – esc. 1/1000,
Plantas, Cortes e Alçados – esc. 1/100
Pormenores Construtivos – esc. 1/20

Do processo farão parte todos os estudos de concepção e pesquisa de material relevante, desenvolvidos ao longo da pesquisa, permitindo uma leitura adequada da evolução de todo o trabalho. Este documento será apresentado em formato normalizado, dobrado em A4.
Maqueta em cartão ou balsa – esc. 1/100.
O trabalho termina com a apresentação oral por parte de cada aluno.

Entrega final – 28 de Novembro de 2005.

Bom trabalho.
Setúbal, 3 de Outubro de 2005

Miguel João Mendes Santiago Fernandes
Hugo Nazareth Fernandes de Cerqueira
Arquitectos

Publicado por Helena Pinto às 11:17 PM

abril 15, 2005

Projecto 2 - Exercício final

Ano lectivo 2004-2005
Biénio 2003-2005
topo.png

O TRABALHO
O trabalho será desenvolvido em duas fases distintas, uma a ser desenvolvida em grupo, outra individualmente.

1ª fase:
Trata-se de uma fase de observação e análise, com o objectivo de ajudar a criar um conhecimento mais pormenorizado do local a intervir. Nesta fase a turma organizará diferentes grupos de trabalho, para abordar de forma detalhada o local, de acordo com diferentes perspectivas

Observação detalhada do local por diferentes grupos de trabalho:
• Observação sobre o ponto de vista Histórico
• Observação sobre o ponto de vista Morfológico.
• Levantamento Arquitectónico e Urbanístico
• Levantamento Fotográfico e Cromático e do estado de conservação
Maqueta de trabalho na escala 1:200

O trabalho entretanto realizado deverá ser entregue de acordo com a calendarização definida em suporte rígido de formato A1 ao alto, e outros suportes adequados á correcta comunicação dos diferentes temas.

Serão feitas apresentações perante a turma, dos diferentes grupos, de acordo com a calendarização definida.

2ª Fase:
Trata-se de uma fase de desenvolvimento de uma proposta arquitectónica individual do programa definido. O projecto a desenvolver deve ter em conta a fase de observação anterior, nomeadamente, quanto ao seu enquadramento histórico, urbano e morfológico.

1ª tarefa
O Trabalho a desenvolver até à fase de programa base, nas diferentes escalas adequadas aos elementos a apresentar, até à escala 1:200 ou inferior, de acordo com a proposta apresentada.

Esta tarefa deve contemplar uma solução global, tanto das escolas, como do auditório. Deverá ser tido em conta o objectivo de encontrar uma solução global, que no caso do jardim poderá vir a ter um desenvolvimento por parte da disciplina de paisagismo.

2ª tarefa
Nesta fase deverão ser desenvolvidas soluções contemplando as soluções encontradas nas fases anteriores, agora até à fase de anteprojecto ou projecto base, nas diferentes escalas adequadas aos elementos a apresentar, até à escala 1:100 ou superior, de acordo a proposta apresentada.

O trabalho entretanto realizado, quer na primeira como na segunda tarefa, deverá ser entregue de acordo com a calendarização definida em formatos normalizados e dobrados em caixa de formato A4 juntamente com uma maqueta à escala. Recomenda-se ainda elementos desenhados em suporte rígido de formato A1 ao alto para apresentação à turma.

PROGRAMA:

Decorrente da recente mudança na política do governo para a cultura, a Câmara Municipal de Setúbal e o Ministério da Cultura, convidam a apresentar um projecto ao nível do programa base para uma infra-estrutura de apoio social e cultural no âmbito das escolas de música e grupos corais, que possa funcionar como um centro agregador e animador de diferentes companhias, ensembles e escolas de música existentes na cidade, como o Conservatório Regional de Setúbal.

Foi entendimento da Câmara Municipal de Setúbal que este Centro Musical (ainda sem nome) poderia simultaneamente funcionar como forma de revitalizar bairros históricos da cidade, tanto pela reutilização de edifícios existentes a serem reabilitados, pela sua correcta integração arquitectónica no tecido urbano, como pelo impacto social gerado pela coexistência de diferentes grupos e interesses diversificados no mesmo espaço físico.

A intervenção a realizar deverá possibilitar a existência de duas áreas diferentes:

Pequeno Auditório, com cerca de 350 lugares, loja especializada de apoio e bar – Café, de convívio. Trata-se de um auditório comum às diferentes escolas, que se prevê sejam os utilizadores privilegiados, mas independente destas em termos funcionais, possibilitando a sua utilização por outras entidades, como escolas, associações, ou outras.
Escolas de música, Nesta fase prevê-se a existência de apenas três escolas de música, sendo que a principal quer em termos dimensionais como organizacionais será o Conservatório Regional de Setúbal. As outras escolas que se prevêem poder aderir a esta iniciativa são o grupo folclórico e filarmónico As Rapariguinhas do Sado e o grupo percussionista Tambores & Baixos (Drum and Bass).

Funcionalmente serão estabelecidos protocolos entre a CMS e cada uma das entidades, sendo que administrativamente o espaço se encontrará dedicado (concessionado) ao Conservatório Regional de Setúbal, que terá a seu cargo a manutenção e os espaços comuns, funcionando as duas outras escolas como inquilinos – parceiros, que acabam por complementar as omissões musicais agora existentes no Conservatório.

Como contrapartida para esta infra-estrutura as escolas deverão ter programas para acção social, como integração de populações problemáticas, a serem submetidas à apreciação da CMS, como por exemplo:
• Música para Idosos
• Vagas com bolsas para carenciados
• Música para etnologias diferenciadas – Leste e Africa.

Localização:
A localização encontrada para a realização deste equipamento é a Praça do Quebedo e o Jardim Palhais.

Foi intenção dos promotores não condicionar formalmente as propostas, dando a possibilidade de serem os autores dos projectos a definir, dentro das áreas disponíveis, onde é que se vai intervir, bem como a extensão dessa intervenção. (ver figura)

image06.jpg
Planta sem escala da área de intervenção: Cinza – área construída disponível; Tracejado denso - área livre disponível; Tracejado aberto área contigua a reabilitar – (possibilidade fundamentada de intervenção)

O programa funcional
O programa funcional agora apresentado é meramente indicativo, e resulta de uma tentativa de passagem para um quadro de áreas de um conjunto de funcionalidades que se presume deverem ser contempladas. No entanto é possível encontrar quer características funcionais como de organização interna, que ajudem a conformar as opções de projecto. Assim temos:

Geral
• Deverão ser considerados sempre espaços mínimos, mas tendo em atenção as respectivas funções, bem como a coerência das propostas.
• A sobreposição funcional e interligação de espaços, sempre que possível, e a versatilidade, são conceitos e premissas a valorizar, pois possibilitam uma melhor utilização e gestão dos espaços quando em funcionamento

Auditório
• Deverá ser tida em atenção a necessidade de funcionamento autónomo do auditório
• Deve ter capacidade para 350 pessoas
• Deve contemplar a possibilidade de ter um bar – café associado, para utilização dos alunos e professores das escolas.
• Deve contemplar ainda a possibilidade de ter uma loja (biblioteca e informática) especializada, quer na venda de literatura e informação em diferentes suportes, como de instrumentos musicais.

Escolas
• As diferentes salas devem ter especial atenção à acústica, sobretudo no que diz respeito ao isolamento acústico.
• Os espaços administrativos serão comuns às diferentes escolas.


quadro007.gif
Será entregue uma caracterização para os diferentes tipos de espaços, em data oportuna.
Nota – tanto as salas como as suas áreas são apenas indicativas

Calendarização – Momentos de avaliação:

Inicio dos trabalhos (1ª Fase)- Sexta-feira 1 de Abril de 2005
Entrega e apresentação dos trabalhos de grupo (1ª Fase)- Quinta-feira 15 de Abril 2005
Inicio dos trabalhos individuais (2ª Fase)- Quinta-feira 15 de Abril de 2005
Entrega dos trabalhos individuais (2ª Fase)- Sexta-feira 17 de Junho de 2005
Avaliações finais, Apresentação dos trabalhos- de 20 Junho a 7 de Julho 2005

Objectivos do trabalho

São objectivos do trabalho propiciar uma oportunidade de rever os temas do biénio, quer nos primeiros momentos do projecto, com as questões conceptuais, da localização, e formalização de conceitos e ideias, quer nos aspectos subsequentes de caracterização dos elementos do projecto bem como das opções construtivas, agora acrescidas de uma maior complexidade no programa a resolver.


Setúbal, 30 de Março de 2005

Arq. Sérgio Spencer
Arq. Miguel Berger

Publicado por Helena Pinto às 12:18 AM